Top

Os 300 de Esparta – Leia aqui a HQ

27 abril, 2007 por Leandertal · Deixe seu comentário 

Para quem assistiu ao filme e não teve o privilégio de ler a obra original de Frank Miller que deu origem ao filme, estamos disponibilizando temporariamente para leitura os cinco capítulos do quadrinho “Os 300 de Esparta”.

Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5

Lembrando que o Zine Acesso não se responsabiliza
pelo material publicado, não estamos disponibilizando para download para não ofendermos os direitos autorais da obra. Caso haja alguma ofensa de copyright pedimos que nos alertem e tomaremos as medidas necessárias

Divirta-se com Hewoes, uma hilária paródia de Heroes

27 abril, 2007 por Andre Miranda · Deixe seu comentário 

A editora americana Parody Press Comics anunciou recentemente o lançamento de Hewoes, uma revista em quadrinhos parodiando a série Heroes.

A revista é escrita e desenhada pelo veterano, Bill Maus, um especialista em satirizar os personagens de quadrinhos, e será lançada com duas capas diferentes, uma com os “Hewoes Bonzinhos” e outra com os “Hewoes Maus”.

Hewoes

A história é hilária, e começa quando a líder de torcida Klair Bendit descobre seus estranhos poderes de flexibilidade jogando Twister e, ao mesmo tempo, os projetos secretos de seu pai envolvendo entranhas pessoas ao redor do mundo.

Bill Maus tem uma visão muito peculiar da cultura pop, e o estilo de sua arte nesta revista está bastante inspirado nas clássicas paródias da Revista Mad, cheia de tons de cinza e balõezinhos quadrados.

Hewoes apresenta aos leitores os enigmáticos irmãos Pastrami, a “garota do tempo” da Internet Snik Sanders, o constipado trabalhador de escritório japonês Hewoe e Mohinder Night Shamalan, que tenta encontrar um sentido para toda essa loucura, enquanto um cabeleireiro maluco chamado Styler está aterrorizando a todos.

Hewoes nº 1 estará disponível nas lojas americanas no em julho e custará US$ 2,99. Terá 24 paginas em preto e branco e capa dupla colorida. Um preview da revista está disponível no site da editora. Confira e divirta-se!

fonte: heroes-tv.com

Compare os preços das temporadas completas de suas séries favoritas

Ficção Científica, uma Viagem Extraordinária – Parte 3

25 abril, 2007 por Leandertal · 5 Comentários 

Ficção Científica e sua “Bola de Cristal”

Há anos que a FC vem prevendo o futuro. Exemplos claros são vistos todos os dias na TV, computadores, satélites, robôs… enfim, uma incontável lista de eventos que vieram a se tornar realidade.

Ainda esta semana, foi noticiada a descoberta de um planeta habitável em um sistema planetário extra-solar, segundo um estudo que será divulgado na quinta-feira na revista Astronomy and Astrophysics. Segundo os cientistas, é o primeiro planeta dos cerca de 200 conhecidos até hoje, a “possuir ao mesmo tempo uma superfície sólida e líquida e uma temperatura próxima da encontrada na Terra”. O Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França (CNRS), ressaltou em um comunicado, que ele reúne as características “que permitem imaginar a existência de uma eventual vida extraterrestre”. Segundo Stéphane Udry, o principal autor do estudo a temperatura média desta “super Terra, se situa entre 0 e 40 graus Celsius, o que permite que haja a presença de água líquida em sua superfície”. Embora seja cedo demais para conclusões, apenas a possibilidade de podermos habitar outros planetas, comprova muitas previsões comumente vistas em muitas obras de FC.

Um outro exemplo notável foi uma das milhares de extrapolações surgidas após a descoberta da fissão do urânio. Uma delas foi sugerida no conto “Prazo Final”, publicado nos EUA na revista Astouding Science Fiction, e que trazia pormenores tão reais a respeito de uma bomba atômica que seu autor e o editor da revista foram investigados por agentes do Serviço Secreto Americano. Mais tarde, quando Hiroxima foi bombardeada, notou-se que mais uma vez as previsões se tornavam realidade.

Bola de CristalAlém dos avanços tecnológicos, os autores de FC também se preocupam em prever desastres tais como a superpopulação, a extinção das reservas de combustível e minerais, desmatamento, etc. Existe também o fato de que muitas “previsões” foram, e ainda são, frustradas pelas novas descobertas científicas, como por exemplo a teoria de que o sistema solar havia sido formado de “fora para dentro”, ou seja, quanto mais distantes do Sol, mais velhos eram os planetas. Assim, sendo Vênus um planeta mais jovem do que a Terra, ele deveria ser um planeta parecido com o que foi a Terra durante a Era Mesozóica. Uma das vítimas dessa idéia foi o próprio Isaac Asimov, que usou este conceito ao escrever “Luck Starr e os Oceanos de Vênus”. Alguns anos após o lançamento do livro, foi comprovado que Vênus era na verdade um planeta extremamente quente, e sua superfície não era dotada de uma gota de água sequer. Este é apenas um exemplo dos muitos que foram “passados para trás” pelas novas descobertas científicas.

Concluindo, a FC, embora muitos não admitam, é um vislumbre de muitas realidades possíveis, e também é a história do que ainda não foi criado, mas que um dia há de se tornar realidade.

Heroes retorna com tudo no 19º episódio da temporada

24 abril, 2007 por Andre Miranda · Deixe seu comentário 

Depois de sete longas semanas, finalmente pudemos assistir a continuação de Heroes, e valeu a pena a espera. 0.07% é um daqueles episódios de tirar o fôlego, que nos faz ficar vidrados na TV por quarenta e poucos minutos que parecem voar. E quando terminam você já está ansioso à espera do próximo capítulo.

Heroes 1x19As próximas linhas podem conter alguns spoilers, por isso, se não estiver interessado em estragar algumas surpresas, recomendo que pare agora. Depois não digam que não foram avisados!

Tudo começa com Linderman revelando a Nathan seu plano, que consiste basicamente em usar a destruição de Nova Iorque como um meio de comoção mundial, e a partir daí iniciar uma Era de paz baseada no medo, fazendo com que a humanidade se una em torno de um bem comum, tendo Nathan como líder (Tá certo que isso lembra muito Watchmen, mas e daí? Eu adorei Watchmen!).

Enquanto isso Parkman, com a ajuda do Sr. Bennet, tenta fugir da sinistra “Companhia” da qual o Sr. Bennet fazia parte. E para isso precisarão contar com a ajuda de Sprague, o homem radioativo.
No momento mais espetacular de todos, temos o confronto entre nosso mais poderoso herói, Peter Petrelli, contra Sylar. O resultado não é exatamente o esperado, mas quem acompanha o seriado já percebe na hora o que vai acontecer a seguir.

A mãe de Peter e Nathan tenta convencer Claire a viajar até Paris, de modo a não causar prejuízo à campanha de seu filho ao Congresso, mais Claire está disposta a tudo para finalmente conhecer seu pai.

Linderman tenta convencer Jessica a “emprestar” Micah para que possa dar continuidade aos seus planos, já que os talentos do menino seriam muito úteis na situação que ele se encontra, mas ela recusa veementemente a entregar seu filho.

Isaac Mendez finalmente resolve encarar seu destino, mas antes ele manda para seu editor a última edição de 9th Wonders. Ele tenta frustrar de vez os planos de Sylar, mas talvez os planos tenham mudado, como podemos ver em uma nova e terrível pintura.

Hiro está cinco anos no futuro, onde encara uma Nova Iorque destruída. Ele e Ando tentarão descobrir o que aconteceu de errado, antes de voltar ao passado e tentar reparar o acontecido. Para isso eles poderão contar com uma ajuda inusitada.

Algumas das dicas passadas anteriormente acabaram não se tornando verdadeiras, ou então não foram reveladas ainda, como é o caso de novos personagens que deveriam aparecer neste episódio. Para isso teremos que aguardar mais uma semana. Nada mal, depois desses quase dois meses angustiantes.

Compare os preços das temporadas completas de suas séries favoritas

Ficção Científica, uma Viagem Extraordinária – Parte 2

24 abril, 2007 por Leandertal · Deixe seu comentário 

Eu, Robô?Eu, Robô?

Este é um personagem constante na FC, e com certeza continuará sendo muito utilizado, talvez até perdure para sempre nas obras de ficção. Mas quando e onde nasceram os Robôs?

Tudo começou em 1920, com uma peça teatral publicada pelo tcheco Karel Capek. A peça com o título “R.U.R. (Rossum’s Universal Robot’s)”, foi traduzida para o inglês em 1923 e conta a história de um inglês, cujo nome era Rossum, que conseguiu produzir humanos mecânicos para que estes então, trabalhassem para os humanos.

O termo “robô” deriva da palavra tcheca “robota”, que tem como significado, alguém que trabalha como escravo. Ao traduzirem a peça para o inglês, achou-se que não era apropriado adotar o termo “slave” (escravo em inglês), pois este serviria para designar seres humanos. Foi então decidido que o termo utilizado seria “robot”, uma variação para designar escravos artificiais.

Sabemos hoje em dia, que máquinas com aparência humana são denominadas “andróides”, mas se levarmos em conta as circunstâncias, veremos que tanto os robôs quanto os andróides nasceram graças a Capek, embora a peça R.U.R. seja bem fraca.

Vemos hoje que os robôs e andróides estão por toda a parte, nas indústrias, hospitais e até mesmo em Marte. E pasmem, os robôs já estão até mesmo ganhando direitos iguais aos humanos.
Um estudo encomendado pelo governo britânico sugere que robôs inteligentes podem um dia ter direitos similares aos dos seres humanos. Em dezembro foi publicado um documento chamado Robo-rights: Utopian Dream or Rise of the Machines? (Direitos dos Robôs: Sonho Utópico ou a Ascensão das Máquinas?). Este documento servirá de base para um debate público sobre inteligência artificial no Museu da Ciência de Londres, nesta semana.

Na FC os robôs já tem tido presença à muito mais tempo. Quem não se lembra do robô dizendo “Perigo, Perigo…” na série “Perdidos no Espaço”?, do famoso andróide Data de “Jornada nas Estrelas”, dos replicantes de “Blade Runner”, da dupla formada por um robô e um andróide em “Guerra nas Estrelas”, R2D2 e C3PO e mais recentemente, Sonny da versão para o cinema de “Eu Robo?”

continua…

Conheça os Micro Heroes

23 abril, 2007 por Andre Miranda · Deixe seu comentário 

Eles estão na net há algum tempo, mas talvez você nunca tenha visto ou ouvido falar. São os Micro Heroes (ou Micro Heróis, como preferir). São miniaturas de super heróis, personagens de filmes e séries de TV, entre outros. Também existem várias criações originais desses pequenos super heróis.

Conheça também os NanoHeroes, os NanoPops de Super Heróis!
Micro Heroes

As versões originais dos Micro Heroes foram criados em 2001 por Gavan “DONAR” Carstensen e os poucos se multiplicaram pela internet, sendo muito usados como avatares e arquivos de assinatura em vários sites de fóruns.

Originalmente os criadores destes Micro Heroes (Donar (Carstensen), Torch (Rich Bellacera), Whirlwind, Michael Kaiser, Bobster (Robert Bradley), eram alguns dos mais atuantes), utilizavam-se de um applet java de uma companhia de marketing para fazer desenhos semelhantes, baseados em seus super heróis favoritos. Mais tarde a empresa proibiu estes criadores de utilizar seu programa, e ameaçou-os se não retirassem seus personagens do ar. Aos poucos eles foram desaparecendo.

Pouco tempo depois, Carstensen retornou ao seu antigo projeto e criou um grupo chamado Lilguyz juntamente com Robert Bradley e Rich Bellacera. Inspirados pelos grandes desenhitas de HQs, começaram a criar personagens baseados nas artes destes.

De lá pra cá nossos pequenos heróis sofreram algumas mudanças e se envolveram em diversas controvérsias a respeito dos direitos autorais, mas a idéia inicial de se representar os super heróis de uma forma divertida se manteve a mesma.

Vocês podem conhecer um pouco mais dos Micro Heroes nos sites abaixo:

http://en.wikipedia.org/wiki/Micro-heroes

http://microheroes.virtuaboard.com

http://jerome.galica.free.fr

http://www.barneymicroheroes.net

O Justiceiro Mata o Universo Marvel

23 abril, 2007 por Andre Miranda · 9 Comentários 

Escrito pelo nosso grande amigo Fernando Felipete

Frank Castle, sua esposa e seus filhos passeavam pelo Central Park num dia agradável, quando são involuntariamente envolvidos em uma disputa de gangues rivais. Durante o tiroteio sua esposa e seus filhos são baleados. Perdendo sua família, Castle perde também o sentido de sua vida que a partir daquele momento se resume a num único pensamento: JUSTIÇA. Nascia assim, um dos mais populares personagens da Marvel, o Justiceiro (The Punisher).

Justiceiro Mata o Universo Marvel

Esta é a história que conhecemos, mas o que aconteceria se ao invés de meros humanos, os executores de sua família fossem superseres? Aqui começa a nossa história…

Frank Castle, um policial de Nova York, é informado sobre um conflito no Central Park. Ciente que sua mulher e seus filhos estariam lá, chega rapidamente ao lugar, onde descobre que o combate já tinha acabado. Este tinha sido entre os X-Men e Vingadores contra os Skrulls e a Ninhada.

Ciclope, líder dos mutantes, informa Castle que sua família morrera durante a batalha. Revoltado, Frank começa a atirar nos heróis, atingindo e matando Jubileu e Ciclope. Sua loucura é cessada apenas quando Wolverine rasga seu gosto com as garras.

Julgado por homicídio, Frank Castle é condenado a cumprir pena na Ilha Riker, mas isso acaba não acontecendo, pois ele é acolhido por Kesselring, um milionário que foi desfigurado durante uma luta entre o Tocha Humana e o Dr. Destino, e que vê em Castle a chance de vingar seu sofrimento.

Com recursos financeiros disponíveis e um excelente armamento bélico (desenvolvido pelo seu parceiro Microchip, adaptando cada arma ao alvo escolhido) Frank Castle assume o codinome de “Justiceiro”.

O que vemos a partir daí é uma caçada brutal a todos os heróis e vilões com superpoderes. Vejamos alguns:

- Hulk: Enquanto o Verdão quebrava tudo, Castle coloca nele um sinalizador. Horas depois ele encontra o monstro, que agora está na forma de Bruce Banner, e covardemente o mata com um tiro.

- Dr. Destino: Com sua armadura desativada por uma pequena mina eletromagnética, o soberano da Latvéria se transforma em um alvo fácil para uma marreta enlouquecida que tritura a armadura juntamente com o monarca em seu interior.

- Mutantes: Através de falsas informações, Castle marca uma “batalha final” entre os heróis (X-Men, X-Factor…) e os vilões (Magneto, Apocalipse…). Eles deveriam se encontrar na Lua, mais precisamente na Área Azul, habitada pelos Inumanos. Mas enterrada sob seus pés, encontrava-se uma bomba nuclear roubada do castelo do Dr. Destino. Magneto ainda consegue perceber a bomba antes que ela detone, mas já era tarde demais. (Nota: Não me perguntem como ele marcou o combate e nem como levou a bomba até a Lua. Tem certas coisas que só esses roteiristas malucos conseguem imaginar).

Reconhecendo que sua vingança já tinha ido longe demais, Castle avisa Kesselring que já era suficiente, mas este não aceita e ameaça, exigindo que ele continue com as execuções. Castle atende prontamente o pedido e mata o próprio Kesselring.

Algum tempo depois, Demolidor, “o homem sem medo”, vai ai encalço do Justiceiro para levá-lo à justiça. A luta prossegue até que Castle o atravessa com uma faca. Antes de morrer, o Demolidor retira sua máscara, revelando ser na verdade Matt Murdock, amigo de infância e advogado de defesa, a quem Frank sempre respeitou.

Completamente descontrolado, Frank Castle encerra seu rastro de sangue suicidando-se com um tiro na cabeça.

“Punisher Kills The Marvel Universe (Justiceiro Mata o Universo Marvel)” foi publicada nos EUA em novembro de 1995 e aqui no Brasil saiu em 2001 pela editora Pandora Books (agradecimentos ao nosso amigo Pedro Cardoso pela dica).

Para quem achou a história demasiadamente violenta, vale destacar que ela foi escrita por ninguém menos do que Garth Ennis, um dos mais controversos (e admirados também) escritores dos últimos tempos, responsável por obras primas como Preacher e Hellblazer e desenhada pelo não menos brilhante Dougie Braithwaite.

Próxima Página »

Bottom