Ficção Científica, uma Viagem Extraordinária – Parte 3
25 abril, 2007 por Leandertal
Ficção Científica e sua “Bola de Cristal”
Há anos que a FC vem prevendo o futuro. Exemplos claros são vistos todos os dias na TV, computadores, satélites, robôs… enfim, uma incontável lista de eventos que vieram a se tornar realidade.
Ainda esta semana, foi noticiada a descoberta de um planeta habitável em um sistema planetário extra-solar, segundo um estudo que será divulgado na quinta-feira na revista Astronomy and Astrophysics. Segundo os cientistas, é o primeiro planeta dos cerca de 200 conhecidos até hoje, a “possuir ao mesmo tempo uma superfície sólida e líquida e uma temperatura próxima da encontrada na Terra”. O Centro Nacional de Pesquisas Científicas da França (CNRS), ressaltou em um comunicado, que ele reúne as características “que permitem imaginar a existência de uma eventual vida extraterrestre”. Segundo Stéphane Udry, o principal autor do estudo a temperatura média desta “super Terra, se situa entre 0 e 40 graus Celsius, o que permite que haja a presença de água líquida em sua superfície”. Embora seja cedo demais para conclusões, apenas a possibilidade de podermos habitar outros planetas, comprova muitas previsões comumente vistas em muitas obras de FC.
Um outro exemplo notável foi uma das milhares de extrapolações surgidas após a descoberta da fissão do urânio. Uma delas foi sugerida no conto “Prazo Final”, publicado nos EUA na revista Astouding Science Fiction, e que trazia pormenores tão reais a respeito de uma bomba atômica que seu autor e o editor da revista foram investigados por agentes do Serviço Secreto Americano. Mais tarde, quando Hiroxima foi bombardeada, notou-se que mais uma vez as previsões se tornavam realidade.
Além dos avanços tecnológicos, os autores de FC também se preocupam em prever desastres tais como a superpopulação, a extinção das reservas de combustível e minerais, desmatamento, etc. Existe também o fato de que muitas “previsões” foram, e ainda são, frustradas pelas novas descobertas científicas, como por exemplo a teoria de que o sistema solar havia sido formado de “fora para dentro”, ou seja, quanto mais distantes do Sol, mais velhos eram os planetas. Assim, sendo Vênus um planeta mais jovem do que a Terra, ele deveria ser um planeta parecido com o que foi a Terra durante a Era Mesozóica. Uma das vítimas dessa idéia foi o próprio Isaac Asimov, que usou este conceito ao escrever “Luck Starr e os Oceanos de Vênus”. Alguns anos após o lançamento do livro, foi comprovado que Vênus era na verdade um planeta extremamente quente, e sua superfície não era dotada de uma gota de água sequer. Este é apenas um exemplo dos muitos que foram “passados para trás” pelas novas descobertas científicas.
Concluindo, a FC, embora muitos não admitam, é um vislumbre de muitas realidades possíveis, e também é a história do que ainda não foi criado, mas que um dia há de se tornar realidade.













Ficção Científica, uma Viagem Extraordinária – Parte 3
Há anos que a FC vem prevendo o futuro. Exemplos claros são vistos todos os dias na TV, computadores, satélites, robôs… enfim, uma incontável lista de eventos que vieram a se tornar realidade.
Uau!!!! Adorei o post!!!
Ohh chiquetê, super curioso, gostei tbm..
[...] continua… Categoria(s): Cine, Cultura, Hqs, Livros, Séries [...]
quero construir um androide