Quarta temporada de Lost começa hoje nos EUA
31 janeiro, 2008 por Andre Miranda · 6 Comentários
Depois de uma longa espera que durou mais de 8 meses, os fãs de Lost tem motivos para se alegrar novamente. A série que é sucesso de público e crítica no mundo todo volta ao ar nesta quinta-feita (31/01), nos EUA, na estréia de sua quarta temporada que promete trazer ainda mais emoção e suspense, e não deixará que os telespectadores desgrudem os olhos da telinha.

Com previsão de 16 episódios, a quarta temporada de Lost tem por enquanto apenas oito deles confirmados, sendo que o restante ainda não possui uma data definida para exibição. Isso tudo é devido à greve dos roteiristas de Hollywood, que prejudicou e muito a grande maioria dos seriados americanos.
O primeiro episódio, que tem o título de The Beginning of the End (O Começo do Fim), mostra os sobreviventes do vôo 815 da Oceanic Airlines tendo que confrontar novos inimigos, justamente quando o socorro se mostrava tão próximo. Novas alianças serão formadas, porém o grupo se dividirá novamente. Segundo a ABC, esta nova temporada irá mostrar mais “flashfowards” como aquele exibido no último episódio da terceira temporada, mostrando como será a vida daqueles que forem resgatados.
Aqui no Brasil ainda não existe previsão de lançamento para a quarta temporada, mas os fãs podem acompanhar a terceira temporada pela Rede Globo, a partir do dia 26 de fevereiro.
Para quem não vê a hora de acompanhar os novos episódios, existe a opção de se baixar a quarta temporada de Lost através de sites de torrents, como o Mininova ou o EZTV. Além é claro de dezenas de outros que disponibilizam a série na Internet.
Em breve colocaremos aqui nossas impressões a respeito da quarta temporada de Lost, aguardem novidades.
Guerra Civil: retrospecto, impressões e previsões
31 janeiro, 2008 por F. Camatari · 2 Comentários
*este texto contém spoilers
Janeiro chega ao fim e Guerra Civil, maior evento Marvel dos últimos tempos, também vai se encerrando (no Brasil).
Cercado de alarde na midía americana, Guerra Civil foi sem dúvida o evento mais rentável da Marvel e grande responsável pela Casa das Idéias abrir vantagem sobre as Distintas Concorrências. Sucesso de vendas por lá, sucesso por aqui.
Envolta no tema da Lei de Registro e deflagrada a partir do desastre de Stamford envolvendo heróis, Guerra Civil culmina na rendição do Capitão América, na marginalização dos heróis clandestinos e na “iniciativa” de formação de grupos de super-seresnos nos 50 estados americanos.
No desenrolar da trama, temos quebras de paradigmas, como a revelação da identidade secreta do Homem Aranha, a morte do Golias, clonagem capenga do Thor, separação no Quarteto Fantástico, clandestinidade rolando solta, vilões clássicos entrando na folha de pagamento do governo americano e o principal: um argumento bem costurado que dividiu opinião pública: Registrar ou não, abandonar identidades secretas e ser convocado pelo governo americano.
No papel, a idéia é muito interessante, porém remete a tempos de controle totalitário e perda de liberdade (ou de privacidade). Particularmente fui a favor do registro, sob o aspecto do devido treinamento e recrutamento heroíno. Porém foi visível o desvirtuamento da idéia principal, devido a jogos políticos e manipulações por interesses pessoais.
Agora sim os spoilers…
Com a vitória do lado pró registro, os Vingadores se repartem em facções, legais e clandestinas. O Capitão América sofre um atentado e morre (no que promete ser um dos melhores arcos de histórias de 2008). O Quarteto se separa, Reed e Sue partem em uma viagem instrospectiva e Pantera Negra e Tempestade assumem seus lugares. Homem Aranha sofre com as conseqüências de sua revelação e se prepara para a maior presepada que a Marvel reservou para o Cabeça de Teia (ver artigo do Willian – One More Day). O Hulk, exilado no espaço, volta para sacudir o mundo em World War Hulk, nervoso como sempre, indo à forra com um certo grupo “iluminado” que decidiu sumir com o Verdão (arrebentou em vendas nos EUA, promete muito!). E por final, indícios de que tudo, no passado antigo ou recente de Guerra Civil, foi obra de um complexo plano alienígena (Skrull, na verdade) de invasão e dominação.

Para quem perdeu ou gostaria de reler, um rápido guia:
Mini série Guerra Civil, 1 a 7: traz a linha mestre dos eventos no Universo Marvel. Leitura obrigatória.
Série Guerra Civil - Linha de Frente: traz uma leitura sob outros olhares dos eventos da Guerra. Nos faz refletir sobre muita coisa a respeito do tema.
Revistas regulares Marvel: todos os títulos com “meia-capa” relacionam seus protagonistas com os eventos principais. Para quem quer entender tudo, do começo ao fim.
O maior evento desde Guerras Secretas (a primeira saga), movimentou bem mais que as vidas dos personagens. Mostrou-se como arrasa-quarteirão em marketing.
Recomendamos. E num futuro próximo, que venham as encadernações de luxo!
Como diria o bom e velho Stan Lee: Excelsior!
Este post faz parte do Carnaval dos Quadrinhos das Quartas #6, cujo tema é “Sagas“. Confira também os outros textos dessa semana:
- O Busilis falou sobre “O Crepúsculo dos Super-Heróis”
- Não Diga Nada detonou com a saga “Gótico Americano”
- O Blog do Hiroshi destrinchou “A Queda do Morcego”
Eu sou a Lenda - o Livro vs. o Filme
30 janeiro, 2008 por F. Camatari · 4 Comentários
Se não for um dos melhores filmes do ano, pelo menos tem uma das melhores histórias!
Baseado na obra I am Legend, de Richard Matheson em 1954, não é primeira (e provavelmente não a última) adaptação deste livro. Anteriormente tivemos: Mortos que matam (The Last Man on Earth, 1964), A Última Esperança Sobre a Terra (The Omega Man, 1971) e o atual, Eu Sou a Lenda (I Am Legend, 2007) - todos absolutamente distintos e representam o cinema de suas épocas.
Confesso que li primeiro o livro, recentemente relançado pela Editora Novo Século antes de ir aos cinemas. E valeu a pena, pois foram duas experiências interessantes.
A obra de Matheson é atemporal, isto é, pode ser ambientada em qualquer época, em qualquer lugar, quantas vezes for desejada. Trata da infecção da população por um vírus de “vampirismo”, onde ele seria o ultimo homem (conhecido) não infectado. Daí em diante, a história narra como Robert Neville sobreviveu, sozinho, até….. fazer contato! O mais impressionante é que em 1954, ano do livro, Matheson detalha como um ser tão mitológico quanto o vampiro, pode ser explicado de forma lógica e científica. Leia mais
Quiz - Harry Potter
25 janeiro, 2008 por Re Bergamin · 340 Comentários
Atendendo a milhares de pedidos formulamos um quiz pra quem entende mesmo de Harry Potter.
Vamos ver se você entende mesmo do assunto? Então mãos a obra, responda ao quiz e postem sua pontuação. Queremos ver quem é o melhor!
A História dos Videogames - Parte 9
22 janeiro, 2008 por Willian Correa · 7 Comentários
O console mais caro da história 
Aqui estamos com mais um capítulo de nosso passeio pela história. Vimos na última parte a criação do Game Boy e a relação de amor que a Nintendo tem para com ele até os dias de hoje. Desta vez, vamos nos colocar ainda no ano de 1989, período em que o Mega Drive dominava sozinho o mercado de 16 bits: é nessa época que passamos a conhecer uma nova produtora de games, a SNK!
Com um início bem humilde, a jovem empresa vislumbrara que o mercado de entretenimento eletrônico era um grande filão, desde que se soubesse encontrar seu espaço. Com isso em mente, a SNK decidiu inicialmente produzir jogos para arcades, e foi inovadora quanto a isso.
Ela desenvolveu uma placa para arcades diferente de tudo que havia, pois era capaz de produzir gráficos maravilhosos em 2D (lembrem-se, este era o padrão na época) e até 65000 cores simultâneas na tela. Além disso, sua placa também era capaz de permitir a troca de jogos por meio de cartuchos, ou seja, era como se a máquina de fliperama fosse um enorme console.
Todas estas características eram sem precedentes, e a SNK marcou definitivamente seu nome como uma respeitável e temível produtora de arcades, assustando até a já poderosa SEGA…
Mas a SNK queria mais: vendo seu sucesso até o momento, a empresa decidiu que já era o momento de investir em um console caseiro, e em 1990 lançou no Japão o Neo Geo. Apresentando as mesmas especificações técnicas de sua placa de arcades, o Neo Geo deslumbrou a todos com seus cartuchos e joysticks de 4 botões e manche, todos enormes. Somado a isso, seus jogos eram conversões perfeitas dos arcades, o que dava a qualquer um que jogasse a experiência que nenhum outro console caseiro poderia proporcionar.
Porém, o “Calcanhar de Aquiles” do console foi seu preço: custando em seu lançamento um valor em torno de US$ 600,00, o Neo Geo acabou sendo um videogame para poucos afortunados que se dispunham a gastar tanto dinheiro para simplesmente jogar. Em termos proporcionais, nem os atuais consoles como o PlayStation 3, o X-Box 360 e o Wii custam tão caro, e o Neo Geo ficou marcado enfim como um videogame da elite.

Porém, para os poucos que tiveram a oportunidade de experimentá-lo, seus jogos são considerados todos ótimos, com títulos que ficaram famosíssimos como “King of Monsters”, “Nam-1975”, “Sengoku” e “World Heroes”, bem como aqueles que se tornaram franquias famosas: “Art of Fighting”, “Fatal Fury”, “Metal Slug” e “Samurai Showdown”.
Em 1994, a SNK viu que sua idéia de investir em um segmento diferenciado de consumidores não dera muito certo e pôs no mercado o Neo Geo CD. A princípio, a estratégia era boa, afinal a empresa estava investindo na nova tendência que estava surgindo para os games – o CD-ROM em detrimento dos cartuchos – além do fato de que isso faria também seus preços diminuírem. Mas a empresa pecou ao continuar apostando nos jogos de plataforma em 2D, já que os gráficos poligonais em 3D já estavam se tornando a nova tendência, conforme visto no Saturn e no PlayStation.
Dessa maneira, pode-se dizer que a história da SNK ficou marcada por um período de euforia seguido por uma rápida decadência. Depois destas tristes experiências, a empresa decidiu não mais investir em consoles, desenvolvendo apenas jogos e arcades, e aprendeu a duras penas que o mercado de videogames é ferocíssimo, um simples “lugar ao sol” é das mais difíceis tarefas.
Na 10ª parte (quem diria, já vamos chegar a dez partes!), a Nintendo finalmente lança seu 16 bits,fazendo a guerra “SEGA x Nintendo” chegar ao seu auge.
Asgard - Terra dos deuses nórdicos
15 janeiro, 2008 por F. Camatari · 16 Comentários
A princípio, Asgard é um planetóide existente em uma dimensão alternativa ligada a Midgard (Terra 616), pela Ponte do Arco Íris. Lar dos deuses nórdicos, muito de sua história contada pela Marvel é fundamentada na mitologia conhecida como viking.

Se você acha que é mais um lugar à toa criado pelo folclore e explorado pela mídia, engana-se. Saiba que o poder desta linha mitológica é tão grande que há um dia da semana dedicado a ela: Quinta-Feira. Sim, as quintas são dedicadas a ninguém menos que Thor, deus do trovão (chuvas, tempestades, etc), filho de Odin (deus supremo de Asgard). Não entendeu? Em inglês, Thursday = Thours Day, ou seja, dia de Thor, abrasileirando tudo.

Thor
Vemos referências asgardianas em várias obras, campeãs de vendas de livros em bilheterias, como O Senhor dos Anéis, Harry Potter, A Lenda de Beowulf, Conan, etc.
Segundo a mitologia, Asgard (em nórdico antigo: Ásgarðr) é o reino dos deuses, os Æsir, mundo separado do reino dos mortais, Midgard. Asgard era, originalmente, conhecido como Godheim (o repouso dos deuses), pois os primeiros investigadores da mitologia confundiram o nome do mundo dos deuses com o seu castelo mais importante e, neste caso, Godheim se tornou Asgard em muitas fontes históricas.

Hela
Os muros que cercam Asgard foram construídos por um gigante (identificado freqüentemente e equivocadamente como Hrimthurs). Como pagamento por seu trabalho, ele deveria receber a mão de Freya em casamento, o sol e a lua. O acordo só valeria desde que o trabalho fosse terminado dentro de seis meses. Com o intuito de evitar em honrar o acordo, Loki se transformou em uma égua e afastou o cavalo mágico do gigante, Svadilfari. Deste modo, o trabalho não foi terminado a tempo, e os deuses conseguiram se evadir do pagamento.
O guardião de Asgard é Heimdall. A planície de Ida é o centro de Asgard. Os Æsir se encontram lá para discussões de temas importantes - os deuses masculinos se reúnem em um salão chamado Gladsheim, e as deusas femininas em um salão chamaram Vingolf. Eles também se encontram diariamente no Well of Urd, abaixo de Yggdrasil (árvore eixo do mundo).
Existem nove mundos de acordo com a mitologia asgardiana:
- Asgard: lar dos Asgardianos
- Valhalla: terra para onde vão os mortos honrados, geralmente o sonho de todo guerreiro.
- Vanaheim: lar dos Vanir, raça irmã dos asgardianos.
- Alfheim: casa do Elfos de Luz.
- Nidavellir: terra dos anões.
- Midgard: é a nossa Terra, lar dos humanos.
- Jotunheim: lar dos temíveis Gigantes.
- Svartalfheim: lar dos Elfos Negros.
- Hel: similar o inferno, é a terra para onde vão os mortos desonrados, vilões, etc. A deusa Hela manda por lá.
- Niffleheim: semelhante a Hel, porém a desonra não está no caráter e sim na impossibilidade de defender honradamente sua vida.
- Muspelheim: lar dos demônios. Liderada por Surtur antes dele desaparecer.
Há ainda seis raças, sendo elas (e seus principais representantes):
- Asgardianos (claro!): Amora (Encantor), Balder, Fandral, Frigga, Heimdall, Hela, Hermod, Hogun, Karnilla, Loki, Lorelei, Odin, Skurge (o Executor), Sif, Thor, Tyr, Valkyrie, Volstagg
- Gigantes: Ymir, Utgard-Loki
- Anões.
- Elfos: Kurse
- Trolls: Geirrodur, Ulik
- Demônios: Surtur

Odin
Foi apresentada pela primeira vez na revista Journey into Mystery #85 (Marvel Comics, Outubro 1962) e no Brasil em Thor #1 (Ebal - Outubro 1967).
Em recentes eventos, Asgard e os Nove Mundos (exceto a Terra) foram destruídos pelos eventos do Ragnarok (o apocalipse, juízo final, dos nórdicos). Entretanto, o martelo de Thor, Mjolnir, foi encotrado por um sujeito bem familiar, com iniciais D. B. (Don Blake???) e pode significar o retorno dos Asgardianos às páginas das hq’s em 2008.
Fontes: Wikipédia, Marvel.com e acervo pessoal.
Esse post faz parte do Carnaval dos Quadrinhos das Quartas #4, cujo tema é “Em Algum Lugar dos Quadrinhos“. Confira os outros participantes:
- Quadrideko - Themyscira - A Ilha Paraíso
- Cibertron - Genosha, a Ilha Mutante
- Toca do Calango - A Aldeia do Asterix
- O Busilis - Sin City
- Blog do Hiroshi - Gotham City
- Reviews de Histórias em Quadrinhos - Stamford
- Rabisco - Terra Selvagem
Zine Acesso indicado ao Prêmio iBest
15 janeiro, 2008 por Andre Miranda · 5 Comentários
A mais famosa premiação da internet brasileira está de volta! O Prêmio iBest chega a sua 12ª edição cheia de novidades, e promete revolucionar, permitindo que os próprios internautas indiquem seus favoritos nas suas 39 categorias, divididas em Afinidades, Blogs, Cidadania, Comércio Eletrônico, Finanças / Seguros, Indústria, Lazer e Vídeos, além de uma premiação regionalizada, onde o internauta pode votar nos sites preferidos de cada estado brasileiro.
Para nossa alegria, o Zine Acesso também foi indicado na categoria Blogs: Notícias. É um motivo de muito orgulho poder participar desta premiação ao lado de feras da Internet Brasileira.
Contamos então com o voto de todos vocês, para que o Zine Acesso possa continuar crescendo, e alcance um público ainda maior. Nosso compromisso será sempre trazer aos nossos leitores o melhor do entretenimento com textos de qualidade, produzidos de uma equipe gabaritada e que sente prazer no que faz.
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