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Resenha – Terminator: Salvation

6 junho, 2009 por Cris Urbinatti 


terminator_salvation1Fui à estréia de T4 esta semana e não sai decepcionada do cinema, pelo contrário, o filme nos mergulha em muita ação e adrenalina na tentativa caótica dos humanos de destruir Skynet. O filme é aguardado há meses desde que foi anunciada sua existência e desde então apostas foram feitas, uns dizendo que seria a grande promessa de 2009 ao lado de Star Trek de J.J. Abrams e outros metendo a boca no filme, duvidando que McG daria conta do recado. Suspense gerado em cima da possível participação de Arnold Schwarzenegger, de como seriam feitas as explicações para mais uma história da famosa saga que virou um marco no cinema e que projetou o então Connan ao estrelato e o fez cair nas graças do público, o atual governador dos Estados Unidos, que foi de vilão em T1 a Salvador em T2. Depois caiu na rede e foi exaustivamente comentado e reprisado o “piti” de Christian Bale no set de filmagem, gerando mais polêmica e mais apostas sobre o que seria o seu John Connor.

Desde os pré-lançamentos mundiais tenho lido críticas diversas sobre o filme e as mais comuns são de que Sam Warthington com seu Marcus Wright ofusca Christian Bale; ou que Bale faz um John Connor frio; ou que ele usa a voz do Batman em seu Connor; ou que ele fez exigências para aparecer mais que Warthington; que se tem mais vontade de torcer pelo vilão simpático de Marcus do que para o líder da resistência John e outras desse tipo.

term-salv-06

O que eu vi foi um filme bem produzido e bem executado, com um elenco excelente. Sou fã desde sempre de Christian Bale e pra quem acompanha algumas das minhas resenhas no Zine Acesso sabe disso perfeitamente, mas jamais defenderia uma interpretação que deixasse a desejar e sinceramente não acredito que isso acontece com o seu John Connor. Quando ele fez exigências ao McG foi para que deixassem o roteiro mais a serviço dos atores do que das máquinas e não para ter mais destaque, mesmo porque neste filme existem vários protagonistas e não um único. Christian Bale é um dos melhores atores da atualidade e não acho que sua criação seja fria e apagada como alguns estão dizendo. Ele está inteiramente mergulhado no universo criado para o filme, com uma intensidade brutal e é delicioso vê-lo em cena porque faz todas elas com envolvimento e dedicação. Não, seu John Connor não lembra em nada o Batman. Quem disse que um ator precisa fazer uma voz diferente a cada novo personagem? Aqui em cada cena que faz sua respiração, seu olhar, seu comportamento são compatíveis a um líder da resistência que está em guerra com máquinas a um longo tempo, tem a frieza quando ela tem que existir, mas também tem a dúvida e o medo de ser derrotado.

Sam Warthington está ótimo e parece ser a nova aposta de Hollywood. O ator australiano traz humanidade ao Marcus Wright, e cria um personagem plausível e carismático. Torcemos por ele, não por se sobressair ao John Connor ou por ser um vilão simpático, mesmo porque coloco em questão se ele de fato é o vilão do filme, torcemos por ele pela compreensão que teve em relação a este universo futurista e ao Marcus Wright. A primeira cena dele com Helena Bohan Carter é inacreditavelmente boa e na medida certa, em uma pequena cena, os dois criam um clima para todo o filme que se repete mais pra frente quando Marcus a confronta novamente. Helena Bohan Carter como sempre ótima, mesmo aparecendo tão pouco.

Terminator Salvation: The Future Begins

Moon Bloodgood tem uma presença marcante e forte. Bryce Dallas não se destaca no todo, mas é uma atriz que está sempre a serviço da história. Michael Ironside tem uma participação repetindo a parceria de The Maquinist onde contracena com Bale. O primeiro filme que assisti dele foi Scanners e que me impressionou bastante, toda vez que o vejo é impossível não remeter ao filme, por isso tive uma sensação saudosista quando chamam uma das máquinas de Scanners. Adoro o fato de Kyle Reese ser interpretado por Anton Yeltchin (presente também em Star Trek). Yeltchin é um dos atores com menos de 25 anos mais requisitados em Hollywood e ganha cada vez mais respeito de público e crítica, desde pequeno faz excelentes papéis e após sua participação em Alpha Dog começou a ser reconhecido por seu trabalho. Ve-lo não mais num papel infantil e criando personagens ícones do cinema é um prazer. Eu acredito que terá uma carreira de primeira na grande indústria. Kyle Reese sim, acredito ser o protagonista desta história se tivermos que nomear um. Está sempre acompanhado da garotinha Star que é ótima em todas as cenas e formam uma dupla e tanto no filme.

Imagens de tirar o fôlego, trilha de arrebatar, tecnicamente impressionante. Terminator pode ser visto levando-se em conta as histórias anteriores, mas vai além, é um Terminator do século XXI e garante uma boa dose de entretenimento nos cinemas.

hydrobotbigger

SPOILERS – Não me incomoda a falta de explicação sobre a viagem no tempo (o que acho que renderá uma continuação a esse se as bilheterias cooperarem) o que me chama atenção neste roteiro é o fato de John Connor ter conhecido o Arnold “T-800” Schwarzenegger quando garoto e aqui ficar cara-a-cara com robô e agir como se não soubesse quem é. Parece que os fãs requisitaram a presença de Schwarzenegger e então foi criada uma participação para o ator/governador e acharam que seria interessante um embate entre os dois, foi muito mais um ato saudosista do que funcional para a história. Ou a estranheza de John Connor quando se depara com Marcus Wright. Por que estranhar se já havia encontrado outro quando era garoto? Isso não é surpresa pra ele. Então, acredito que não deveria ser divulgado como baseado nos dois primeiros filmes da série e sim uma releitura deste que já se tornou um clássico dos cinemas.

Que venha o próximo! Quem sabe…

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Comentários

13 Comentários para “Resenha – Terminator: Salvation”

  1. Hiroshi em 7 junho, 2009 22:26

    Cris, como eu disse lá no blog, eu até que gostei, mas esperava mais…. bem mais… tem algumas coisas que não encaixam… Tem uma cena, que o Connor fala a Marcus que ele já havia tentado matar sua mãe e havia matado seu pai… como se o Marcus fosse um T-800, mas ele não lembra dos T-800? E quando encontra com o Schwarzenneger? Ele não lembra que já viu aquele robo antes quando menor?

  2. Willian Corrêa em 8 junho, 2009 12:37

    Muito legal! Eu era mais um daqueles que estava meio com medo deste filme pela possibilidade dele estragar os dois primeiros, parece que meu receio foi em vão. Ainda bem!

  3. Cris Urbinatti em 8 junho, 2009 14:56

    Oi Willian, as opiniões estão bem diferentes entre todos os comentaristas. Depois que assistir voce vai ter o seu parecer. Não acho que estraga mesmo como alguns estão fazendo acreditar, mas é diferente do que James Cameron colocou nas telas e por vezes Mr. Shwarzenegger faz falta pelo fato de ter se tornado o símbolo de todos os filmes antecessores. Mas é diversão sim! Tem cenas de ação incríveis…

    Beijokas

  4. Juliana em 8 junho, 2009 16:30

    Bom,acho que você falou tudo,amiga hehe
    Eu só não entendi uma coisa,nesse filme,e olha que sou superfã da série e vi todos os 4 filmes.
    Como que o Marcus e o exterminador interpretado pelo Arnold é a mesma pessoa,que tentou matar a mãe do John,em 1984?????
    Como eu disse antes,eu vi todos os 4 filmes e não me lembro,onde foi dito que o nome verdadeiro do T-800 é Marcus.
    Ou eu sou burra mesmo ou eu não prestei atenção nesse detalhe rsrs
    Agora eu achei estranho mesmo,como vc disse,o fato do John ter olhado pra ele como se não o conhecesse.
    E o fato daquele ferro ter traspassado o corpo do John e ele ter sobrevivido tanto tempo,sendo que se fosse na realidade,ele só duraria uns poucos segundos.
    Isso eu achei meio forçado,mas…dou um crédito porque se trata de um filme!
    E pq se o John morresse seria o fim,afinal ele é o principal né? hehe
    Mas fora esses detalhes,o filme é incrível!!
    Beijos

  5. Rafael em 8 junho, 2009 17:31

    Acho que vc é muito fã mesmo do Bale pra defendê-lo tanto. não que eu tenha achado ele apagado, mas o personagem Marcus teve que ser desenvolvido, ate pq o Connor já era bem conhecido, e o que eles precisaram mostrar foi a questão da liderança dele em meio a descrenças de alguns.. Já comentei no orkut e outros locais, o filme peca muito em relação ao suspense, que é inexistente. Se não fosse terminator poderia ser um filme de pura ação, mas não me entra na cabeça os fãs cegos do filme acharem que isso é normal. As pessoas tem que parar de babar o ovo só por ser Terminator, e analisar o filme com olhos mais críticos. Tem um punhado de erros crassos no roteiro.. pq as máquinas não mataram kyle quando tinham ele em mãos? Além disso, um cara dentro do submarino disse que kyle era prioridade número 1 de assassinato. Qdo o T-800 encara Connor aparece a legenda “alvo principal localizado”! São coisas tão pequenas, mas que passaram despercebidas pelo fraco McG! E concordo que o Anton roubou a cena, mais que o proprio Sam.

  6. Fabio Camatari em 9 junho, 2009 8:13

    Cris, ótima resenha!

    Gostaria de acrescentar minha opinião “apocalíptica” também, hehe.
    Existe um vácuo entre o futuro negro profetizado em T1, T2 e iniciado em T3, e Terminator: Salvation. Acredito que o fato de algumas pontas serem deixadas soltas e sem explicação no decorrer da história são base para novas sequências (sistema muito usado em Lost, por exemplo). Certas explicações não precisam cair no clichê de serem mostradas logo num reinício de série.
    Não vou discutir atuações, para não inflamar a ira dos fãs de Bruce Connor (afinal John Wayne já existe!).
    Só discordo um pouco da interpretação do encontro de Connor com T-800… não achei que ele foi surpreendido ao vê-lo. Fiquei com a sensação de “ah, então é agora que você surgiu…” pois já haviam encontrado modelos T-600. Quanto a falta de familiaridade com o modelo de Marcus, não havia sido mostrado um modelo tão hibrido quanto quanto ele, com tanta verdade no olhar.
    Agora, ótimas as referências a trilogia anterior. John Connor com seu ” I’ll be back”, o rádio tocando You Could Be Mine – Guns N’ Roses na armadilha na estrada, o uso de metal incandescente, além é claro do confronto clássico mano-a-mano com o T-800. Só faltou um “Hasta la vista, baby”…
    Ultimo pitaco: Transformers mudou a forma de se desenhar robôs no cinema.

    Ótimo filme, recomendo também. Que venha o próximo!

  7. Cris Urbinatti em 9 junho, 2009 13:51

    Mr. Camatari,

    não quis comprar briga comigo ou “inflamar minha ira de fã de Bruce Connor”?! Rsrsrsrsrs. Tudo bem queridão, eu aguento a bronca, afinal de contas que graça tem a unanimidade, hahahaha. Quanto as questões que eu coloquei sobre o filme, e a forma como colocou o seu ponto de vista não teriam o menor problema se tivesse sido qualquer um dos outros humanos, mas ele John Connor se deparou com as criaturas quando era adolescente e não haver nenhuma reação num novo encontro? Ele presenciar o momento exato da criação da máquina que ele conheceu jovem, seria no mínimo necessário um momento de reconhecimento e… detalhe: quando o pequeno John Connor conhece o T-800 Arnold, este o ajuda na fuga e não tenta mata-lo, então é bem estranho o tiroteio voraz na cena. Como eu colocaria se fosse roteirista ou diretora do filme? No momento em que T-800 Arnold aparece em cena diante de John Connor este o reconhece, na cena somente o som do T-800 Arnold Digital e a trilha de fundo em segundo plano; John Connor o encarando e presenciando o momento exato do surgimento da criatura que o encontra no passado. T-800 ainda programado para exterminar John Connor avança em direção ao líder da resistência e AI SIM, este atira para se defender… milésimos de segundos que fariam uma diferençazinha…
    Mas isso não impede a diversão e acho que tem falhas, a maioria dos roteiros tem, até o mestre dos mestres Steven Spielberg comete os seus e são bem feios (visto Guerra dos Mundos e o último Indiana Jones), mas não acho que McG seja uma catástrofe não. Acho que ele tem mostrado melhoras em seus trabalhos. Pode não ser genial (como Christopher Nolan), mas tem o seu mérito.
    RETIFICAÇÂO: eu mencionei o fato de Michael Ironside e Scarface, mas não foi ele quem fez Scarface e sim Al Pacino. O filme que quis mencionar com Ironside foi Scanners, é desse que me lembro toda vez que o vejo. Então, sim, foi pira da minha cabeça a possível associação acima na resenha.
    ATENÇÃO: todas as palavras escritas na resenha e neste comentário são opiniões não obrigatórias de serem acatadas.

    Beijokas a todos e Mr. Camatari (parceiro de equipe) adoro sua presença nos comentários.

  8. Cris Urbinatti em 9 junho, 2009 14:05

    Ah Rafael,

    “Acho que vc é muito fã mesmo do Bale pra defendê-lo tanto. Não que eu tenha achado ele apagado, mas o personagem Marcus teve que ser desenvolvido, ate pq o Connor já era bem conhecido, e o que eles precisaram mostrar foi a questão da liderança dele em meio a descrenças de alguns.”

    Quando li a primeira frase achei que ia detonar o fato de eu acreditar no trabalho de Bale, mas voce preciso nesta colocação e não discordo de voce. John Connor é um personagem conhecido e está no imaginário dos fãs e como fãs temos nossas próprias idéias de como ele seria. Já Marcus é personagem novo, fresco e que pode vir recheado de novas idéias e interpretações que não faremos comparações nem criticaremos sua criação. Mas eu aposto que se outros atores fizerem marcus daqui há 3 filmes, com certeza ele será criticado, pois nossas mentes já imaginaram seu percurso. E é ótimo quando vemos John Connor se dando conta de que eles estão começando a agir exatamente como as máquinas e aí vemos uma máquina, como Marcus Wright tendo reações humanas, acho que isso é uma inversão de valores bem legal no filme. O quanto ficamos endurecidos por batalhar nossas causas? O quanto devemos resgatar de nós mesmos para ainda agirmos como seres humanos que não se acham deuses soberanos e invencíveis?

    Mas continuo defendendo que não achei o John Connor de Bale insensível, frio e calculista, mesmo que o mundo discorde disso. Hahahahahahaha!

    Beijokas

  9. Fabio em 9 junho, 2009 17:26

    Isso aqui deixou de ser resenha faz tempo! rsrsrs Tá mais pra tese de doutorado!

    Eu tenho um certo problema em separar ator de personagem quando a caracterização fica boa e a identificação total. Bale é um exemplo. Em qualquer ocasião que ouví-lo, Batman vem em mente. Assim como Hugh Jackman sendo Wolverine Valadão, ou como Downey Jr cravou sendo Tony Stark. Acho que ao assistí-lo como Sherlock, vou sentir falta dos raios repulsores…

    Tomara que a bilheteria seja suficiente para garantir outro longa. Aos mais críticos com enredos de filmes, pensem em como a visão de uma história pode ser subjetiva… O “ruim” pode ser facilmente confundido “propositadamente incompleto”.

    abs!

  10. rafael em 9 junho, 2009 20:41

    “Como que o Marcus e o exterminador interpretado pelo Arnold é a mesma pessoa,que tentou matar a mãe do John,em 1984?????”

    Cara, eu mereço.

  11. rafael em 9 junho, 2009 20:48

    Cris Urbinatti,

    A gente tá no Brasil hehehehe, aqui todos são técnicos de futebol, corredores de fórmula 1, músicos excepcionais rsrsrs..

    Brincadeiras à parte, a gente (isso inclui eu rsrs) sempre vai encontrar falhas, até onde ñ tem! Assisti agora de tarde o T1, e vi várias falhas nele. Mas eh assim msm, ainda mais uma continuação/prelúdio ao mesmo tempo, cmo é o T4!

    Bale é ótimo, quem ñ viu ainda, assista o Operário! É um filme fodão e o bale deve estar com uns 30kg kkkkkkkkkkkk

  12. Draven em 24 junho, 2009 10:05

    Rafael…creio que a maior parte,senão toda sua crítica foi por falta de “entendimento” sobre o filme,assista a quadrilogia e preste atenção,ou melhor
    apenas assista Terminator: Salvation uma vez mais.
    Vou colar e dividir suas dúvidas aqui e comentar.

    ■Rafael em 8 junho, 2009 17:31
    Acho que vc é muito fã mesmo do Bale pra defendê-lo tanto. não que eu tenha achado ele apagado, mas o personagem Marcus teve que ser desenvolvido, ate pq o Connor já era bem conhecido, e o que eles precisaram mostrar foi a questão da liderança dele em meio a descrenças de alguns.. Já comentei no orkut e outros locais, o filme peca muito em relação ao suspense, que é inexistente.

    *[Até aqui tudo bem,concordo plenamente.]

    1)Se não fosse terminator poderia ser um filme de pura ação, mas não me entra na cabeça os fãs cegos do filme acharem que isso é normal. As pessoas tem que parar de babar o ovo só por ser Terminator, e analisar o filme com olhos mais críticos. Tem um punhado de erros crassos no roteiro.. pq as máquinas não mataram kyle quando tinham ele em mãos?

    2)Além disso, um cara dentro do submarino disse que kyle era prioridade número 1 de assassinato. Qdo o T-800 encara Connor aparece a legenda “alvo principal localizado”! São coisas tão pequenas, mas que passaram despercebidas pelo fraco McG!

    1 e 2 *[Aí é que está o ponto! Kyle não era prioridade de assassinato,e sim uma isca para Connors,a lista "negra" foi forjada pela Skynet inclusive o suposto "sinal"
    que destruía as máquinas também,tudo não passou de um plano das máquinas para atrair Connors para a base e eliminá-lo,já que o mesmo era muito ardiloso e sempre saía vitorioso das emboscadas,logo após a Skynet reestruturar Marcus,ela mesmo conta toda a farsa para o mesmo,inacreditável que tu não tenha notado isto e encontre falhas onde não tenha! Bom,de qualquer forma,seria bom que revisse o filme. ^^]

    E concordo que o Anton roubou a cena, mais que o proprio Sam.

    *[Para mim Sam teve um destaque muito maior,sendo peça chave em todos os momentos,sem excessão]

    *[Com relação a dúvida de alguns sobre quando Connors diz a Marcus sobre ele ter tentado matar sua mãe várias vezes,creio que ele não se refere a pessoa de Marcus,mas sim no geral,como "você,exterminador" ou "você,máquina" ou "você,skynet"...é tudo questão de má interpretação galera....]

    Bem,é isso,espero não ter aporrinhado muito! hauhauhua
    Abraços!

  13. Draven em 24 junho, 2009 11:41

    Me parece que a crítica de muitos foi pelas mesmas questões,ja que ainda hoje visitando alguns sites de críticas vi comentários semelhantes,por exemplo o Cine Players que sob o parecer de Silvio Pilau deu-se a mesma questão. E o Diretor McG taxado de “fraco” por causa de seus filmes antecessores,ao meu parecer só pecou por superestimar a capacidade de compreensão da maioria.

    Já que os espectadores foram induzidos a acreditar desde o ínico do longa,que a Resistência tinha a “chave” para a destruição das máquinas,e quando a Skynet revela que suas informações foram “propositalmente” vasadas para que eles pudessem manipular seu plano contra a Resistência foram explicadas rapidamente,sem que o público geral pudesse processar os acontecimentos até então.

    O que faz,inclusive um crítico como Silvio Pilau e nosso amigo Rafael acreditarem que foi um “insulto” o fato das máquinas terem Reese em mãos e não o exterminar,dando tempo apenas para John agir,e não perceber que o alvo inicial sempre foi Connors.

    Espero ter sido objetivo =).

    Abraços

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