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	<title>Zine Acesso - Cinema, Quadrinhos, Séries de TV, Games e Música &#187; Cris Urbinatti</title>
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	<description>Toda a diversão começa aqui!</description>
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		<title>Resenha: Lua Nova (New Moon) &#8211; a Saga continua</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 11:20:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Urbinatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Stephenie Meyer conseguiu com sua saga Crepúsculo um feito bastante semelhante ao de J. K. Rowling, autora da coletânea Harry Potter, as duas se transformaram em escritoras Best Sellers. Se formos levar em consideração a literatura propriamente dita, Rowling é bem mais sagaz e sua escrita é bem mais elaborada que a de Meyer. Não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/luanova.jpg"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/luanova-150x205.jpg" alt="Lua Nova (New Moon)" title="Lua Nova (New Moon)" width="150" height="205" class="alignleft size-thumbnail wp-image-3648" style="margin: 5px" /></a><strong>Stephenie Meyer</strong> conseguiu com sua saga <strong>Crepúsculo</strong> um feito bastante semelhante ao de <strong>J. K. Rowling</strong>, autora da coletânea <strong>Harry Potter</strong>, as duas se transformaram em escritoras Best Sellers. Se formos levar em consideração a literatura propriamente dita, Rowling é bem mais sagaz e sua escrita é bem mais elaborada que a de Meyer. Não sei dizer se a literatura de Stephenie Meyer não é bastante rebuscada ou se a tradução deixa um pouco a desejar, o fato é que mesmo assim eu também me tornei uma fã da saga, por adorar este tema que está em alta novamente. Vampiros são muito interessantes e suas histórias são sempre intrigantes, vimos excelentes filmes outros nem tanto, mas todos com estes misteriosos e charmosos personagens. <span id="more-3645"></span></p>
<p>Em Lua Nova a história da garota <strong>Bella Swan</strong> apaixonada por <strong>Edward Cullen</strong> continua, e mesmo não sendo o melhor livro, ele é fundamental para o que vem nos dois seguintes. Não é o preferido entre as fãs, pois o vampiro tira seu time de campo e aparece bem menos nesta história do que nas outras. Em Lua Nova vemos o personagem <strong>Jacob Black</strong> ganhar espaço e se apresentar como um dos personagens chave para a saga. No filme a ausência de Edward foi menos respeitada do que no livro, pois vemos sua imagem aparecendo em delírios de Bella. Não sei se isso foi feito para ganhar as fãs que sentem sua falta no livro ou se decidiram isso por ser outra linguagem artística e assim deixar mais interessante. Eu prefiro como nos livros, acho que o fato de Lua Nova ser dedicado especialmente ao desenvolvimento do Jacob deixa o que vem a seguir com mais força e interesse. No livro ela não vê a imagem de Edward, apenas ouve sua voz.</p>
<p>O filme acelera algumas passagens agonizantes da protagonista e mesmo assim consegue se manter fiel ao livro. Isso eu respeito demais em Crepúsculo e Lua nova, ambos os diretores e roteiristas conseguiram o que é quase impossível e raro de ser ver em adaptações. Inovações nos mitos são outro ponto a favor, é o primeiro filme do tipo onde não vemos os dentes aparecendo, os vampiros saem durante o dia e não viram tostada à luz do Sol. Acho interessante quando autores recriam mitos, surpreendendo o previsível.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/crepusculo-lua-nova-500x375.jpg" alt="crepusculo-lua-nova" title="crepusculo-lua-nova" width="500" height="375" class="aligncenter size-large wp-image-3650" /></div>
<p>Sendo fã absoluta do tema vampiresco, seria quase óbvio que minha preferência se estabeleceria em relação ao vampiro Cullen, no entanto, o filme só confirmou ainda mais a minha simpatia pelo lobo Jake. A história de amor entre Bella e Edward se tornou um fenômeno entre adolescentes e principalmente mulheres, por ser um amor praticamente incondicional ele é quase mito entre nós seres humanos, mas mesmo assim muito desejado. Não fosse isso, esse desejo irrefreável pelo inatingível, eu acredito que todos que entram em contato com o livro prefeririam Jacob Black. Se tratarmos apenas da literatura, este personagem é muito mais interessante em sua trajetória que qualquer outro apresentado pela saga. É o único entre todos que se apresenta diferente em cada um dos livros, vemos nele um desenvolvimento, um amadurecimento e uma evolução que chega a ser surpreendente no quarto capítulo da série, Amanhecer. Edward Cullen termina saga praticamente como começou em Crepúsculo e Bella Swan ganha nova trajetória apenas no último livro.</p>
<p>Alguns fenômenos são inacreditáveis quando acontecem e assim como em Harry Potter, os atores atraíram todos os olhares. <strong>Kristen Stewart</strong>, <strong>Robert Pattinson</strong> e <strong>Taylor Lautner</strong> são alvos de todos os paparazzi, estampas de capas de revistas, fofocas da internet.</p>
<p>Essa febre é avassaladora e Pattinson se tornou um dos homens mais desejados dos últimos tempos. Isso acontece por que seu Edward Cullen é espetacular? Eu acredito que alguns atores fazem o personagem e em outros casos os personagens é que fazem o ator. Se pensarmos no Coringa do <strong>Heath Ledger</strong>, apesar de o personagem ser ícone dos quadrinhos, o talento do ator o elevou à potência máxima. Quando Nolan mencionou o nome de Ledger para o personagem, milhares de fãs questionaram sua decisão, mas o ator mostrou sua competência e seu talento numa das criações mais fascinantes do cinema. Na saga Crepúsculo, eu acredito que é o personagem que faz o ator. Robert Pattinson não tem uma interpretação magnífica, mas é impossível que as meninas não caiam de amores por ele com suas lentes de contato, sua pele brilhante, seu penteado sedoso e a câmera lenta que aparece toda vez que ele precisa ser visto como um ser estonteante. Um pouco mais de sex appeal não pegaria nada mal para o Edward Cullen, mas o personagem que já era a preferência entre as fãs do livro fizeram de Pattinson o cara do momento. Por isso, eu sou do Team Jacob (ouvi falar dessa onda de Team pelas capas de revistas e entrevistas na internet). Ainda mais depois que fiquei sabendo da dedicação do ator para manter-se no personagem e pelo que já mencionei acima em relação à trajetória do personagem.</p>
<p>Mas mais do que Team Jacob, sou fascinada pelos <strong>Volturi</strong>. É uma pena que eles apareçam tão pouco neste filme. Além de serem interessantíssimos, o elenco que foi escolhido para este clã é nota mil: <strong>Michael Sheen</strong> sempre dando um show; <strong>Dakota Fanning</strong> que cada vez mais dispensa comentários; <strong>Cameron Bright</strong> que apesar de aparecer quase nada em Lua Nova é uma escolha perfeita para Alec; e adorei ver <strong>Christopher Heyerdahl</strong> entre os Volturi, pra quem acompanha Supernatural, ele fez um Alastair maravilhoso na 4ª temporada da série. Acho uma pena a atriz <strong>Rachelle Lefevre</strong> ser substituída por <strong>Bryce Dallas Howard</strong>. Bryce é uma ótima atriz, mas Rachelle desempenhou muito bem Victoria.</p>
<p>Por fim, o filme tem uma trilha sonora bem bacana e vale a pena ser conferido pelos fãs da saga.</p>
<p>Pra quem curte vampiros e lobos, aí vai uma lista de alguns filmes e séries para todos os gostos, do trash ao cult:</p>
<ul>
<li>Drácula de Bram Stocker</li>
<li>Entrevista com Vampiro</li>
<li>Anjos da Noite 1, 2 e 3</li>
<li>Blade 1, 2 e 3</li>
<li>Van Helsing</li>
<li>Deixe ela entrar</li>
<li>Vampiros no deserto</li>
<li>Cursed</li>
<li>Blood and Chocolate</li>
<li>A sombra de um vampiro </li>
<li>Wolf</li>
<li>Nosferatu</li>
<li>Um lobisomen americano em Londres</li>
<li>Vampiros e Lobisomens</li>
<li>O Coronel e o Lobisomen (nacional)</li>
<li>True Blood </li>
<li>Vampire Diaries</li>
<li>Moonlight</li>
<li>Buffy</li>
<li>Dark Angel</li>
</ul>
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		<title>FlashForward &#8211; David S. Goyer</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:44:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Urbinatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Não bastasse as já muitas séries nas quais sou viciada, encontrei mais uma para minha coleção alucinante: FlashForward. Baseada no livro de Robert J. Sawyer, FlashForward mostra um estranho acontecimento que faz com que todas as pessoas do planeta apaguem por 2 minutos e 17 segundos e durante esse tempo elas conseguem ver o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/11/flashforward-150x200.jpg" alt="flashforward" title="flashforward" width="150" height="200" class="alignleft size-thumbnail wp-image-2711" style="margin: 5px" />Não bastasse as já muitas séries nas quais sou viciada, encontrei mais uma para minha coleção alucinante: <strong>FlashForward</strong>. Baseada no livro de <strong>Robert J. Sawyer</strong>, FlashForward mostra um estranho acontecimento que faz com que todas as pessoas do planeta apaguem por 2 minutos e 17 segundos e durante esse tempo elas conseguem ver o que acontecerá a elas num futuro bem próximo. <span id="more-2710"></span></p>
<p>Após as séries <strong>Lost</strong> e <strong>Fringe</strong> de <strong>J.J. Abrams</strong> provocarem a curiosidade do público para suas criações cheias de suspense é a vez de David S. Goyer assinar a produção, os roteiros dos primeiros episódios e a produção. Semelhanças entre Lost e Flash Forward são mencionadas o tempo todo, principalmente em suas campanhas virais de promoção, no entanto, eu realmente espero um melhor desenvolvimento em FlashForward do que tenho visto em Lost. Esta já vai para sua última temporada e o que vimos foram mais complicações na história e quase nada de respostas como foi prometido pelos criadores. Tenho receio de termos um fim para Lost sem sentido algum como aconteceu na última temporada de <strong>Felicity</strong>.</p>
<p>Já em FlashForward eu prefiro acreditar que terá um rumo interessante, já que conta com David S. Goyer em seu comando. E não preciso dizer que ele conquistou meu respeito após <strong>Batman Begins</strong> e <strong>The Dark Knight</strong>. Se ter seu nome significar a mesma qualidade que vi nestes dois filmes, então com certeza será uma excelente diversão. Ao lado dele na produção executiva está <strong>Brannon Braga</strong>, de <strong>24 Horas</strong> e <strong>Star Trek: Enterprise</strong>.</p>
<p>As semelhanças com Lost contam ainda com a presença de <strong>Dominic Monaghan</strong> e <strong>Sonya Walger</strong> no elenco, além de <strong>Joseph Fiennes</strong> no papel principal, <strong>John Cho</strong>, <strong>Zachary Knighton</strong>, <strong>Christine Woods</strong>, <strong>Peyton List</strong>, <strong>Bryan O´Byrne</strong>, <strong>Courtney B. Vance</strong>.</p>
<p>Após o acontecimento mencionado é descoberto que todas as pessoas tiveram a visão do mesmo dia, 29 de abril de 2010, inicia-se então uma investigação chamada The Mosaic, por causa da visão do personagem Mark Benford, uma caça alucinante por vestígios e pistas que indiquem o que provocou isso e o porquê.</p>
<p>Além do suspense criado para a descoberta do motivo do Apagão Mundial, vemos como todos reagem às suas visões e como elas modificam suas histórias. Ninguém mais consegue viver seu presente, anseios, medos e revoltas surgem e atitudes desesperadas são tomadas.</p>
<p>Por mais que se queira descobrir o futuro, será que estamos preparados para isto? Será que temos estrutura para enfrentarmos as respostas se descobrirmos que não estaremos exatamente onde gostaríamos de estar ou se estaremos em algum lugar de fato? É possível viver o intervalo entre o dia da visão até seu acontecimento com calma e tranqüilidade? Essas emoções, experiências e sensações nos são mostradas em personagens impactantes que revelam aos poucos pedaços de um grande quebra-cabeça. Tomam atitudes baseadas em 2 minutos e 17 segundos, sem saber se o que disseram neste intervalo ou o que viveram não são trechos de algo completamente diferente do que compreendem ser todo o cenário. Personagens que tomam atitudes limítrofes sem saber se aquele frame que se passou em suas visões correspondem com a realidade futura ou são apenas pressuposições e interpretações equivocadas de uma frase, de uma palavra ou de uma imagem sem saber o que levou a esse instante. Ou acreditamos tanto no controle de nossas certezas que conduzimos uma história para que ela se torne uma verdade absoluta? Fazemos nossas mentes acreditarem na visão e conduzimos um dia após o outro construindo essa visão?</p>
<p>Adoro histórias que me levam além de onde pretendem me levar, que me façam questionar posicionamentos e Flash Forward a princípio parece que consegue provocar tudo isso. </p>
<blockquote><p><em>HOMENS ADORAM BRINCAR DE DEUSES E PERDER O CONTROLE SOBRE TUDO OS LEVA AO CAOS.</em></p></blockquote>
<p>Com apenas 13 episódios programados para essa primeira temporada, FlashForward já garantiu sua renovação para a segunda temporada. É transmitida pela <strong>ABC</strong>, todas as quintas às 20:00h, antes de Grey´s Anatomy.</p>
<p>No Brasil, a série será exibida pela <strong>AXN</strong> apenas em 2010 que ainda não divulgou a data de estréia de seu lançamento.</p>
<p>Pra quem se diverte com campanhas virais:</p>
<p><a href="http://truthhack.com/">http://truthhack.com/</a><br />
<a href="http://abc.go.com/shows/flash-forward/mosaiccollective#">http://abc.go.com/shows/flash-forward/mosaiccollective#</a><br />
<a href="http://www.flashforwardexperience.com/">http://www.flashforwardexperience.com/</a></p>
<p>Bom entretenimento a todos.</p>
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		<title>Supernatural on the road</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 10:39:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Urbinatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de uma longa ausência, aqui estou eu para falar sobre minha série preferida, Supernatural. Acabei de fazer uma maratona completa de todas as temporadas antes de iniciar a 5ª e isso fez com que me apaixonasse ainda mais pela série. Eu já escrevi sobre ela algumas vezes e sobre os atores Jared Padalecki e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/11/Supernatural5season-280x210.jpg" alt="Supernatural5season" title="Supernatural5season" width="280" height="210" class="alignleft size-medium wp-image-2691" style=<br />
"margin: 5px" />Depois de uma longa ausência, aqui estou eu para falar sobre minha série preferida, <strong>Supernatural</strong>. Acabei de fazer uma maratona completa de todas as temporadas antes de iniciar a 5ª e isso fez com que me apaixonasse ainda mais pela série. Eu já escrevi sobre ela algumas vezes e sobre os atores Jared Padalecki e Jensen Ackles, enfim, o fato é que quanto mais assisto a Supernatural mais vejo qualidades em todo o seu processo de criação e mais ela se torna uma das melhores da atualidade. Concordem ou não comigo, esta é minha singela opinião. <span id="more-2690"></span></p>
<p>Revendo desde a primeira temporada pude retomar algumas frases e promessas dos Winchesters e de outros personagens que se concretizaram após duas ou três temporadas.</p>
<p>Por mais que tenham fãs ou espíritos de porco que vulgarizem a qualidade da série ou que consigam tirar erros e gafes de qualquer detalhe, eu tenho segurança absoluta em dizer que é um dos shows televisivos mais coesos que a TV já teve. Óbvio que manter uma história em quatro anos não é tarefa fácil e bastante possível que deslizes aconteçam, porém se levarmos em conta que durante esses 4 anos, com 89 episódios exibidos até agora, é fato que os criadores e toda a equipe envolvida na série têm um talento inegável. </p>
<p>Se pensarmos na série como um filme com uma duração de mais ou menos 70 horas, manter a coesão em sua narrativa, a química entre os atores, uma escolha perfeita do elenco de apoio, uma atenção ao roteiro, uma direção inteligente, uma produção eficaz, trilha sonora de bom gosto, uma história que interesse e ainda balancear o humor e o drama, vocês concordam que é tarefa árdua e que Supernatural consegue tudo isso com maestria e perspicácia. Têm filmes com duração de uma hora e meia ou duas que não são capazes disso.</p>
<p>Vendo entrevistas com Kim Manners (saudoso Kim), Erik Kripke e outros diretores e produtores deste show me tornei fã de todos, pois é nítido que a intenção da série era falar sobre lendas urbanas, mas rapidamente eles entenderam que o forte da história era o elo destes irmãos e o que permeia suas vidas. Erik Kripke é esperto por estar ligado o tempo todo no que os fãs da série discutem a respeito e sempre nos dá respostas quando temos dúvidas de onde querem chegar (claro que essas respostas não agradam a todos).</p>
<p>Estamos indo para o 8º episódio da quinta temporada e não têm sido excepcional como alguns episódios de temporadas anteriores, alguns fãs questionam se estão perdendo a mão, outros acreditam que esta será a última e derradeira, pois não tem mais pra onde levar esta história, dizem que é melhor acabar no auge do que ficar arrastando por anos só para dizer que ela ainda está no ar. Concordo com este ponto de vista, mas particularmente detesto pensar no fato de que seja a última temporada, por motivos como: vou sentir falta de ver Jared e Jensen trabalhando juntos (eles funcionam perfeitamente em cena), vou sentir falta de Jim Beaver e seu Bobby sarcástico (ator que aprendi a adorar), sentir falta do tema abordado pela série e que dificilmente vemos estreiar na TV, vou sentir falta do Erik Kripke fazendo o que sabe fazer de melhor, do prazer que tenho quando assisto Supernatural, dos dramas e das risadas que ela nos proporciona.</p>
<p>Acho que os três últimos episódios desta quinta temporada não foram de tirar o fôlego, mas acredito na sabedoria dos criadores e acredito que Erik Kripke e toda sua equipe têm talento suficiente para perpetuar Supernatural como uma das melhores que a TV já exibiu e que eles ainda têm muito o que nos mostrar nesta temporada.</p>
<p>Uma pena imensa que a CW não faça nada para promover melhor suas séries e em particular Supernatural. É fato que ela tem um público cativo, é uma das séries mais baixadas na internet, mesmo assim a emissora que transmite a série está sempre num dos últimos lugares do ranking semanal de audiência nos EUA. Até o SBT (estamos falando de uma emissora brasileira famosa pelo descaso em sua programação e falta de comprometimento com horários de exibição), até o SBT percebeu que Supernatural é um filão, a série tem sido uma das melhores audiências do canal e eles estão investindo em promoção para a série. Quem é de São Paulo já deve ter visto a propaganda na TV exibida nos metrôs da capital. O que isso importa? Infelizmente importa, pois eles levam em consideração a audiência americana, o que eu acho ser uma grande estupidez já que é um produto exportado para todo o mundo. Então, para eles não interessa se existem fãs que amam a série por aqui, não interessa se tem uma qualidade fantástica, eles querem os números de audiência, enfim&#8230; esta é a CW.</p>
<p>Mas o que acontece nesta nova temporada?</p>
<p>Se não quiser saber não prossiga: SPOILERS!!!</p>
<p>Nesta nova temporada os irmãos Winchester finalmente se confrontam e se distanciam, principalmente quando descobrem que cada um deles têm uma missão em caminhos opostos. Um está predestinado a servir Lúcifer e o outro a servir o arcanjo Miguel, mesmo que isto esteja contra a vontade de ambos. Dean e Sam não conseguem se entender e se afastam, no entanto toda a história os persegue e não importa o que façam, lá estão eles. Tudo fica mais sombrio na relação entre os irmãos, não conseguem mais confiar um no outro, por mais que tentem fazer com que as coisas voltem a ser como era antes, eles não tem mais força para lutar contra os fatos. Nos três últimos episódios eles se envolvem em casos bizarros e conhecem um garotinho que pode ser a chave de todo o caos, todos o disputam, anjos e demônios. Para onde isto caminha, sabe-se lá Deus&#8230; Se é que ele realmente existe! Parece que ele abandonou o barco de vez.</p>
<blockquote><p>Exibição nos EUA (CW): Quinta-feira às 21:00h<br />
Exibição na Warner (TV paga): Quinta-feira às 22:00h<br />
Exibição no SBT: Segunda-feira às 21:15h</p></blockquote>
<p>Aproveitem esta nova temporada e deixem suas impressões por aqui.</p>
<p>Sempre um prazer estar por aqui no Zine Acesso!</p>
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		<title>Herói de Papel não Envelhece &#8211; Exposição Sesc Pompéia</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 13:26:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Urbinatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Acontece de 27 de Agosto a 04 de Outubro de 2009 a exposição Herói de Papel não Envelhece no Sesc Pompéia, em São Paulo. Pra quem curte os Quadrinhos é uma opção entre as milhares de coisas que acontecem nesta grande metrópole. A exposição não é grandiosa, mas é um espaço dedicado a história destes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/09/BatmanSesc-280x214.jpg" alt="BatmanSesc" title="BatmanSesc" width="280" height="214" class="alignleft size-medium wp-image-2442" />Acontece de 27 de Agosto a 04 de Outubro de 2009 a exposição <strong>Herói de Papel não Envelhece</strong> no <strong>Sesc Pompéia</strong>, em São Paulo. Pra quem curte os Quadrinhos é uma opção entre as milhares de coisas que acontecem nesta grande metrópole.</p>
<p>A exposição não é grandiosa, mas é um espaço dedicado a história destes nossos heróis que nos acompanham há décadas. <span id="more-2441"></span> Foi montada na biblioteca e revistaria da unidade do Sesc Pompéia e possui algumas visitas monitoradas com um vídeo contando o surgimento dos personagens e das HQ´s e alguns exemplares dos heróis estão expostos para que os visitantes possam ver e ler. No espaço foram ampliados alguns dos famosos desenhos e poderia ter tido mais destaque, mesmo assim tem itens interessantes, como as caricaturas dos heróis já velhinhos e sem todo o glamour dos tempos áureos feitas por cartunistas brasileiros.</p>
<p>Paralelamente à exposição acontecerão alguns eventos:</p>
<ul>
<li>Curso de Quadrinhos para Novos Artistas</li>
<li>A Linguagem dos Quadrinhos analisada a partir de sua história, nas artes e comunicação</li>
<li>Análise do histórico dos grandes desenhistas de quadrinhos</li>
<li>Criação e evolução de roteiro</li>
</ul>
<p>Para ver datas de inscrição e de realização destes eventos entrar no site do SESC: www.sescsp.org.br</p>
<p>O Sesc Pompéia fica na Rua Clélia, 93.</p>
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		<title>Resenha: Inimigos Públicos</title>
		<link>http://www.zineacesso.com/2009/07/29/resenha-inimigos-publicos/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 13:52:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Urbinatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta última sexta-feira fui ver a estréia de Inimigos Públicos aqui em São Paulo e apesar de não ser uma apaixonada por filmes de gângster, fiquei bem satisfeita com o que vi. O que havia me chamado primeiramente ao cinema foram os nomes envolvidos no elenco principal e saí da sala surpreendida com o excelente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/07/inimigos_publicos01-280x149.jpg" alt="inimigos_publicos01" title="inimigos_publicos01" width="280" height="149" class="alignleft size-medium wp-image-2270" style="margin: 5px" />Nesta última sexta-feira fui ver a estréia de <strong>Inimigos Públicos</strong> aqui em São Paulo e apesar de não ser uma apaixonada por filmes de gângster, fiquei bem satisfeita com o que vi. O que havia me chamado primeiramente ao cinema foram os nomes envolvidos no elenco principal e saí da sala surpreendida com o excelente filme.</p>
<p>Concordo quando leio em algumas críticas cinematográficas que denominam <strong>Michael Mann</strong> como um diretor autoral. Ele sem dúvida nenhuma sabe como narrar uma história bem elaborada e bem editada. Já havia sentido isso quando assisti Colateral e em Inimigos Públicos essa impressão é ainda mais ressaltada. <span id="more-2268"></span></p>
<p>No filme vemos a ascensão de um dos maiores assaltantes a bancos da história, <strong>John Dillinger</strong> e também o início do FBI. John Dillinger tinha a simpatia da população e não era difícil para ele se esconder e encontrar aliados entre os cidadãos americanos. No entanto, quando <strong>J. Edgar Hoover</strong>, com o intuito de provar a importância dos serviços da corporação FBI, nomeia <strong>Melvin Purvis</strong>, como o agente de campo para perseguir os passos de Dillinger, tudo começa a mudar. Outro fator relevante para a mudança em sua trajetória é o romance que ele estabelece com <strong>Billie Frechette</strong>.</p>
<div align="center" style="margin: 10px">
<img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/07/inimigos_publicos02-500x332.jpg" alt="inimigos_publicos02" title="inimigos_publicos02" width="500" height="332" class="aligncenter size-large wp-image-2271" />
</div>
<p>Uma escolha de elenco primorosa nos apresenta um <strong>Johnny Depp</strong> impecável como nunca em sua versatilidade, sem as caras e bocas ainda mantém um tom sarcástico para Dillinger que o deixam carismático diante da platéia. <strong>Christian Bale</strong>, que a crítica sempre adora dizer que foi ofuscado por seus parceiros de cena, cumpre mais uma vez com integridade seu papel e nos apresenta um Melvin Purvis obstinado pela justiça; a cena entre os dois na cadeia é uma delícia de se ver. Dois dos atores que eu considero os melhores desta geração, apesar de terem estilos completamente diferentes na forma de abordar e criar personagens, juntos eles solidificam a história para entendermos estes homens fiéis as suas crenças. Completando o trio, <strong>Marion Cotillard</strong>, prova por A mais B o quanto foi merecedora do Oscar que ganhou por <em>Piaf</em>. Ela possui graça irresistível e talento suficiente para fazer de Billie Frechette uma mulher forte e apaixonada e uma das melhores cenas do filme se deve a sua incrível participação. Fora o elenco principal vemos participações pequenas de nomes como Billy Crudup, Giovanni Ribisi, Stephen Dorf, James Russo, Rory Cochrane, Shawn Hatosy, Lily Taylor, Emily de Ravin e Leelee Sobieski, figurinhas tarimbadas em alguns filmes e séries de TV.</p>
<p>Outra coisa que achei demais em Inimigos Públicos foi a luz do filme. Uma das cenas é quase que totalmente iluminada pelos fogos que rasgam das metralhadoras e armas dos personagens. É uma cena lindíssima de se ver e uma das melhores do filme, toda essa sequência da perseguição!</p>
<div align="center" style="margin: 10px">
<img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/07/inimigos_publicos03-500x281.jpg" alt="inimigos_publicos03" title="inimigos_publicos03" width="500" height="281" class="aligncenter size-large wp-image-2273" /></div>
<p>Inimigos Públicos mantém um ritmo crescente que nos conduz durante suas 2 horas e meia de filme por um universo nada maniqueísta e isso é o mais intrigante na narrativa de Michael Mann. Algo difícil de acontecer, principalmente em filmes americanos, onde é quase inevitável vermos uma moral da história aos finais de filmes. </p>
<p>Por diversas vezes no decorrer do filme é possível dizer que todos tiveram seus motivos para fazer o que fizeram, mostrando que não há mocinhos ou bandidos e sim escolhas que podem nos levar para a estrada correta ou não. Entre os ladrões, há aqueles que como John Dillinger não acreditava na chacina como assinatura de suas contravenções, diferente de Baby Face Nelson que se divertia com suas armas e o poder que isso lhe implicava. Entre a polícia, há aqueles que para atingir o objetivo principal se utilizam da manipulação, da política e da violência como instrumentos de correção como J. Edgar Hoover e o agente Harold Heinecke. Já há outros que acreditam na correção pela justiça feita com obstinação, honestidade e bom senso, como Melvin Purvis. Não importa qual o meio de atuação, é possível agir da maneira correta, o que nos leva por esse caminho de sensatez, é única e exclusivamente nossas escolhas. São elas que determinam o percurso de nossas vidas, foram elas que determinaram as histórias destes personagens até o último momento.</p>
<p>Faço aqui um paralelo com o filme <em>3:10 to Yuma</em>, pois em ambos os filmes a história termina mostrando o respeito que existe entre homens de palavras, um respeito pela crença uns dos outros naquilo que é louvável. Em 3:10 Yuma, Ben Wade (personagem de Russel Crowe) cumpre o dever de Dan Evans (Christian Bale), pois vê que Evans age fiel ao que acredita sem romper com sua dignidade. Um acordo de cavalheiros é mais importante do que o lado ao qual pertencem. Em Inimigos Públicos, quando o agente vai visitar Billie Frechette levando as últimas palavras de John Dillinger, este mesmo acordo é cumprido. Não acredito que hoje em dia esse tipo de atitude ainda exista, enfim.</p>
<p>Inimigos Públicos é recomendado!</p>
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		<title>Resenha &#8211;  Terminator: Salvation</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 16:49:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Urbinatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[christan bale]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
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		<description><![CDATA[Fui à estréia de T4 esta semana e não sai decepcionada do cinema, pelo contrário, o filme nos mergulha em muita ação e adrenalina na tentativa caótica dos humanos de destruir Skynet. O filme é aguardado há meses desde que foi anunciada sua existência e desde então apostas foram feitas, uns dizendo que seria a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/06/terminator_salvation1-280x178.jpg" alt="terminator_salvation1" title="terminator_salvation1" width="280" height="178" class="alignleft size-medium wp-image-2106" />Fui à estréia de <strong>T4</strong> esta semana e não sai decepcionada do cinema, pelo contrário, o filme nos mergulha em muita ação e adrenalina na tentativa caótica dos humanos de destruir <strong>Skynet</strong>. O filme é aguardado há meses desde que foi anunciada sua existência e desde então apostas foram feitas, uns dizendo que seria a grande promessa de 2009 ao lado de <strong>Star Trek</strong> de <strong>J.J. Abrams</strong> e outros metendo a boca no filme, duvidando que <strong>McG</strong> daria conta do recado. Suspense gerado em cima da possível participação de <strong>Arnold Schwarzenegger</strong>, de como seriam feitas as explicações para mais uma história da famosa saga que virou um marco no cinema e que projetou o então Connan ao estrelato e o fez cair nas graças do público, o atual governador dos Estados Unidos, que foi de vilão em T1 a Salvador em T2. Depois caiu na rede e foi exaustivamente comentado e reprisado o “piti” de <strong>Christian Bale</strong> no set de filmagem, gerando mais polêmica e mais apostas sobre o que seria o seu John Connor. <span id="more-2105"></span></p>
<p>Desde os pré-lançamentos mundiais tenho lido críticas diversas sobre o filme e as mais comuns são de que <strong>Sam Warthington</strong> com seu Marcus Wright ofusca Christian Bale; ou que Bale faz um John Connor frio; ou que ele usa a voz do Batman em seu Connor; ou que ele fez exigências para aparecer mais que Warthington; que se tem mais vontade de torcer pelo vilão simpático de Marcus do que para o líder da resistência John e outras desse tipo.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/06/term-salv-06-500x332.jpg" alt="term-salv-06" title="term-salv-06" width="500" height="332" class="alignnone size-large wp-image-2109" /></div>
<p>O que eu vi foi um filme bem produzido e bem executado, com um elenco excelente. Sou fã desde sempre de Christian Bale e pra quem acompanha algumas das minhas resenhas no Zine Acesso sabe disso perfeitamente, mas jamais defenderia uma interpretação que deixasse a desejar e sinceramente não acredito que isso acontece com o seu John Connor. Quando ele fez exigências ao McG foi para que deixassem o roteiro mais a serviço dos atores do que das máquinas e não para ter mais destaque, mesmo porque neste filme existem vários protagonistas e não um único. Christian Bale é um dos melhores atores da atualidade e não acho que sua criação seja fria e apagada como alguns estão dizendo. Ele está inteiramente mergulhado no universo criado para o filme, com uma intensidade brutal e é delicioso vê-lo em cena porque faz todas elas com envolvimento e dedicação. Não, seu John Connor não lembra em nada o Batman. Quem disse que um ator precisa fazer uma voz diferente a cada novo personagem? Aqui em cada cena que faz sua respiração, seu olhar, seu comportamento são compatíveis a um líder da resistência que está em guerra com máquinas a um longo tempo, tem a frieza quando ela tem que existir, mas também tem a dúvida e o medo de ser derrotado.</p>
<p>Sam Warthington está ótimo e parece ser a nova aposta de Hollywood. O ator australiano traz humanidade ao Marcus Wright, e cria um personagem plausível e carismático. Torcemos por ele, não por se sobressair ao John Connor ou por ser um vilão simpático, mesmo porque coloco em questão se ele de fato é o vilão do filme, torcemos por ele pela compreensão que teve em relação a este universo futurista e ao Marcus Wright. A primeira cena dele com <strong>Helena Bohan Carter</strong> é inacreditavelmente boa e na medida certa, em uma pequena cena, os dois criam um clima para todo o filme que se repete mais pra frente quando Marcus a confronta novamente. Helena Bohan Carter como sempre ótima, mesmo aparecendo tão pouco.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/06/termfactory-500x331.jpg" alt="Terminator Salvation: The Future Begins" title="Terminator Salvation: The Future Begins" width="500" height="331" class="alignnone size-large wp-image-2110" /></div>
<p><strong>Moon Bloodgood</strong> tem uma presença marcante e forte. <strong>Bryce Dallas</strong> não se destaca no todo, mas é uma atriz que está sempre a serviço da história. <strong>Michael Ironside</strong> tem uma participação repetindo a parceria de <strong>The Maquinist</strong> onde contracena com Bale. O primeiro filme que assisti dele foi <strong>Scanners</strong> e que me impressionou bastante, toda vez que o vejo é impossível não remeter ao filme, por isso tive uma sensação saudosista quando chamam uma das máquinas de Scanners. Adoro o fato de <strong>Kyle Reese</strong> ser interpretado por <strong>Anton Yeltchin</strong> (presente também em Star Trek). Yeltchin é um dos atores com menos de 25 anos mais requisitados em Hollywood e ganha cada vez mais respeito de público e crítica, desde pequeno faz excelentes papéis e após sua participação em <strong>Alpha Dog</strong> começou a ser reconhecido por seu trabalho. Ve-lo não mais num papel infantil e criando personagens ícones do cinema é um prazer. Eu acredito que terá uma carreira de primeira na grande indústria. Kyle Reese sim, acredito ser o protagonista desta história se tivermos que nomear um. Está sempre acompanhado da garotinha <strong>Star</strong> que é ótima em todas as cenas e formam uma dupla e tanto no filme.</p>
<p>Imagens de tirar o fôlego, trilha de arrebatar, tecnicamente impressionante. Terminator pode ser visto levando-se em conta as histórias anteriores, mas vai além, é um Terminator do século XXI e garante uma boa dose de entretenimento nos cinemas.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/06/hydrobotbigger-500x332.jpg" alt="hydrobotbigger" title="hydrobotbigger" width="500" height="332" class="alignnone size-large wp-image-2112" /></div>
<p><strong>SPOILERS</strong> &#8211; Não me incomoda a falta de explicação sobre a viagem no tempo (o que acho que renderá uma continuação a esse se as bilheterias cooperarem) o que me chama atenção neste roteiro é o fato de John Connor ter conhecido o Arnold “<strong>T-800</strong>” Schwarzenegger quando garoto e aqui ficar cara-a-cara com robô e agir como se não soubesse quem é. Parece que os fãs requisitaram a presença de Schwarzenegger e então foi criada uma participação para o ator/governador e acharam que seria interessante um embate entre os dois, foi muito mais um ato saudosista do que funcional para a história. Ou a estranheza de John Connor quando se depara com Marcus Wright. Por que estranhar se já havia encontrado outro quando era garoto? Isso não é surpresa pra ele. Então, acredito que não deveria ser divulgado como baseado nos dois primeiros filmes da série e sim uma releitura deste que já se tornou um clássico dos cinemas.</p>
<p>Que venha o próximo! Quem sabe&#8230;</p>
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		<title>As Centenárias &#8211; Teatro genuinamente primoroso</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 17:23:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Urbinatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[as centenárias]]></category>
		<category><![CDATA[teatro]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste último final de semana tive o imenso prazer de ver a peça As Centenárias, em cartaz em São Paulo no FeCom. Já havia escutado intermináveis elogios à peça e à excelente interpretação de Andréia Beltrão que divide a cena com Marieta Severo e Sávio Moll. Todos os elogios não foram exageros, são de fato [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/06/centenarias1.jpg"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/06/centenarias1-279x348.jpg" alt="centenarias1" title="centenarias1" width="279" height="348" class="alignleft size-medium wp-image-2097" style="margin: 10px" /></a>Neste último final de semana tive o imenso prazer de ver a peça <strong>As Centenárias</strong>, em cartaz em São Paulo no <strong>FeCom</strong>. Já havia escutado intermináveis elogios à peça e à excelente interpretação de <strong>Andréia Beltrão</strong> que divide a cena com <strong>Marieta Severo</strong> e <strong>Sávio Moll</strong>. Todos os elogios não foram exageros, são de fato mais do que merecidos. <span id="more-2096"></span></p>
<p>Tirando a desorganização na bilheteria do teatro, o que presenciei foi uma experiência cada vez mais rara nos palcos teatrais. Dentre aquelas obras pretensiosas e outras de péssima qualidade, surge algo como <strong>As Centenárias</strong>.</p>
<p>Ao entrar no teatro, cortinas já abertas, um picadeiro delimita o espaço cênico com cadeiras e um caixão ao centro, no fundo uma parede de bonecos onde tudo nos deixa confortáveis pela graça e pela brincadeira. Após o terceiro sinal, início da peça e a apresentação deliciosa de duas atrizes que vêm construindo uma trajetória de parceria com sucesso e beleza. Duas atrizes que poderiam estar acomodadas ao status que a TV proporciona (atualmente as duas fazem parte do elenco de <strong>A Grande Família</strong>, na Rede Globo de televisão) descobriram juntas uma forma de revigorar suas carreiras, com criatividade e simplicidade. Andréia Beltrão que está sempre excelente em qualquer um de seus trabalhos, aqui se supera pela disponibilidade corporal com a qual constrói seus personagens, pela forma como se comporta no palco, pela cumplicidade que estabelece com seus parceiros de cena. Assim como Marieta Severo, outra excelente atriz que nos dá o prazer de sua criação e Savio Moll, que se mantém conectado as duas o tempo todo e suas manipulações vivas e divertidas. É prazeroso ver as atrizes se divertindo no palco, ligadas uma a outra pelo carinho e admiração, é delicioso ver a confiança que possuem uns com os outros em cena, inteiros e cúmplices.</p>
<p>A direção precisa de <strong>Aderbal Freire-Filho</strong>, dá espaço ao ator para que ele conte a história sem grandes pirotecnias e que aqui é uma opção acertada pelo elenco, cenografia e dramaturgia. O texto é de <strong>Newton Moreno</strong>, por quem tenho profunda admiração desde que entrei em contato com sua dramaturgia ao acompanhar os trabalhos do grupo paulistano Os Fofos Encenam, onde também atua e dirige. Newton sempre consegue colocar de forma divertida e sensível personagens vivos e palpáveis, sou fã deste que considero um dos melhores dramaturgos do nosso teatro.</p>
<p>Desejo vida longa as Centenárias, sucesso ao <strong>Teatro Poeira</strong> e a essa parceria entre Andréia Beltrão e Marieta Severo, ao Newton que nos proporcione mais teatro como esse e bons diretores que saibam dar espaço aos seus atores, como Aderbal neste espetáculo e ao Savio Moll.</p>
<p>Eles me fizeram resgatar algo que aprendi quando iniciei na escola de teatro e que de vez em quando preciso retomar para não perder o foco:</p>
<blockquote><p><em>“Na seriedade não existe brincadeira, mas na brincadeira existe seriedade”</em> (Homo Ludens, coleção Debates)</p></blockquote>
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		<title>Resenha: O Zoológico de Vidro (Teatro)</title>
		<link>http://www.zineacesso.com/2009/02/25/resenha-o-zoologico-de-vidro-teatro/</link>
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		<pubDate>Thu, 26 Feb 2009 00:31:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Urbinatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<description><![CDATA[É uma pena que montagens teatrais sejam efêmeras. Essa é a magia e a tristeza de uma arte orgânica e viva como o teatro. Lamento ter perdido oportunidades de ver A Máquina, de João Falcão, que apresentou interpretações inesquecíveis de Lázaro Ramos, Wagner Moura, Vladimir Brichta e Gustavo Falcão; ou Romeu e Julieta, com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/02/zoologico_de_vidro1.jpg" alt="Zoológico de Vidro" title="Zoológico de Vidro" width="281" height="174" class="alignleft size-full wp-image-1776" style="margin: 5px" />É uma pena que montagens teatrais sejam efêmeras. Essa é a magia e a tristeza de uma arte orgânica e viva como o teatro. Lamento ter perdido oportunidades de ver <strong>A Máquina</strong>, de <strong>João Falcão</strong>, que apresentou interpretações inesquecíveis de <strong>Lázaro Ramos</strong>, <strong>Wagner Moura</strong>, <strong>Vladimir Brichta</strong> e <strong>Gustavo Falcão</strong>; ou <strong>Romeu e Julieta</strong>, com o <strong>Grupo Galpão</strong>, de MG, assim como algumas outras. Mas agradeço ter presenciado obras como <strong>Os Sete Afluentes do Rio Ota</strong>, <strong>Alice Através do Espelho</strong> (<strong>Grupo Armazém</strong>, do RJ), <strong>Paraíso Perdido</strong>, <strong>Livro de Jó</strong> e <strong>Apocalipse</strong> (essas 3 últimas do <strong>Grupo Vertigem</strong>), <strong>Perdoa-me por me traíres</strong> e <strong>Cruzada das Crianças</strong> (ambas do C<strong>íriculo dos Comediantes</strong>), ou ainda <strong>Crepúsculo</strong>, com direção de <strong>Maurício Marques</strong>. <span id="more-1773"></span></p>
<p>Essas obras que citei são algumas das peças que mais me permitiram vivenciar e ter uma experiência única com a arte que sobrevive há séculos, mesmo num tempo em que altas tecnologias se sobrepõe ao trabalho quase manufaturado que nós atores adoramos criar. Mesmo que quiséssemos manter a memória destas obras, uma peça filmada nunca possui a qualidade necessária para perpetuar sua história, pois é uma magia que acontece ao vivo entre platéia e artistas. Raramente quando é filmada continua mantendo fidelidade ao que é de fato.</p>
<p>Nesta sexta-feira última, pude ter mais uma dessas experiências ao decidir ver <strong>O Zoológico de Vidro</strong> no teatro do Sesc Anchieta, em São Paulo. O texto é de <strong>Tenessee Williams</strong>, um dramaturgo americano que escreveu quase 80 peças ao longo de sua carreira e que, depois de Shakespeare, foi o dramaturgo que mais teve seus textos adaptados para o cinema. Em O Zoológico de Vidro, conta a história de uma mãe, <strong>Amanda Wingfield</strong>, que convive com seus dois filhos, <strong>Laura</strong> uma garota tímida e “aleijada” que não consegue fazer nada na vida por vergonha do mundo e seu irmão, <strong>Tom</strong>, que trabalha numa fábrica de sapatos, mas sonha criar asas para um mundo bem distante e diferente no qual vive e se sente aprisionado. O que Amanda mais deseja é casar sua filha e insiste para que Tom ajude a encontrar um pretendente para a garota. Todos querem asas para voar mais e mais alto, mas todos estão presos neste zoológico frágil e belo que são as emoções com as quais têm que conviver. A esperança está na chegada de <strong>Jim O´Connor</strong> para um jantar, mas ele apenas faz com que essas angústias venham à tona. Tennessee Williams escreve isso numa época em que as pessoas passaram por uma guerra mundial. Na obra, delicada e intensa, essa família tenta sobreviver as suas angústias e necessidades, o que as leva o tempo todo a embates familiares desconcertantes. O que não é dito, as entrelinhas são sua riqueza.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/02/zoologico_de_vidro2.jpg" alt="Zoologico de Vidro" title="Zoologico de Vidro" width="570" height="364" class="alignnone size-full wp-image-1777" /></div>
<p>A direção de <strong>Ulysses Cruz</strong> capta essa essência com maestria, tudo nesta montagem é de uma primazia deliciosa. Direção sensível, sonoplastia criativa e completamente envolvida com o universo dos personagens e das situações. As interpretações dos quatro atores uma obra de arte. <strong>Kássia Kiss</strong> há anos nos presenteia com suas criações na TV e no cinema, mas a vi pela primeira vez nos palcos com esta montagem e é de fato uma das melhores atrizes que nós temos; Ki<strong>ko Mascarenhas</strong>, que fez diversos trabalhos na TV, surpreende com uma interpretação bem humorada e também profunda de Tom Wingfield. <strong>Karen Coelho</strong> é linda em cena, acompanhamos sua trajetória e sua interpretação de Laura Wingfield e é adorável vê-la no palco; conduz sua personagem com um cuidado delicado e precioso, o que me fez acreditar a todo instante que Laura seja uma das peças de seu zoológico de vidro. Por fim <strong>Erom Cordeiro</strong>, que tem um papel difícil na peça, pois entra depois de uma hora quando todos já estão aquecidos e mesmo assim, interage com os outros harmoniosamente. Mérito dos atores e mérito da direção de Ulysses Cruz.</p>
<p>A movimentação dos atores é praticamente uma dança, todos os movimentos e ações são fluídos e de uma leveza inacreditáveis. Eles parecem flutuar no palco, com uma disponibilidade corporal cada vez mais difícil de encontrar nos atores. Fico agradecida quando vejo uma obra como esta, cada vez mais rara, num mundo onde as celebridades protagonizam o cenário artístico e transformam este título uma prioridade. Bom ver que ainda existem aqueles que compreendem o ser artista e fazem juz ao verdadeiro sentido desta profissão, onde somos um meio de transformação, aqueles que se sentam com a morte no <strong>Sétimo Selo</strong> (<strong>Ingmar Bergman</strong>).</p>
<p>Para quem ama a arte, esta peça é mais do que recomendada, obrigatória!</p>
<p>Boa diversão&#8230;</p>
<p><small>* Imagens tiradas do site O Globo e divulgação do Sesc.</small></p>
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		<title>And the Oscar 2009 goes to&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 21:26:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Urbinatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem foram apresentados os vencedores do Oscar de 2009 com a promessa da Academia de surpresas no formato da entrega do prêmio que está em seu 81º ano. De fato foi uma festa como não vemos há muitos anos. O mestre de cerimônias foi Hugh Jackman que divertiu e fez um show a parte cantando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/02/oscars2009posterrsp.jpg" alt="Oscars 2009 Poster" title="Oscars 2009 Poster" width="280" class="alignleft size-full wp-image-1770" style="margin: 5px" />Ontem foram apresentados os vencedores do Oscar de 2009 com a promessa da Academia de surpresas no formato da entrega do prêmio que está em seu <strong>81º</strong> ano. De fato foi uma festa como não vemos há muitos anos. <span id="more-1767"></span></p>
<p>O mestre de cerimônias foi <strong>Hugh Jackman</strong> que divertiu e fez um show a parte cantando e dançando em números especiais. Os anos anteriores foram apresentados por atores comediantes, que na maioria das vezes faziam piadas que só mesmo eles entendiam. Hugh Jackman deu novo frescor, com simpatia, carisma, elegância e talento. No início, ele fez um número apresentando os indicados nas categorias dizendo que é possível fazer um show sem muitos recursos de cenários grandiosos e alta tecnologia e contou com a ajuda de <strong>Anne Hathaway</strong> na performance. É claro que os cenários grandiosos e a pompa do Oscar foram aparecendo durante a festa.</p>
<p>Este ano houveram algumas novidades, como seguir o processo de criação passo a passo para a ordem de prêmios apresentada. Nas categorias de atores e atrizes, 5 ganhadores de nos anteriores apresentarem cada um dos 5 concorrentes atuais, dissertando um pouco sobre cada um deles. Os gêneros foram homenageados em telões e o auge foi o número dirigido por <strong>Baz Lurhman</strong> para o gênero musicais, apresentados por <strong>Jackman</strong>, <strong>Beyoncè</strong>, <strong>Vanessa Hudgens</strong>, <strong>Zac Efron</strong> e <strong>Amanda Seyfried</strong>. <strong>Queen Latifah</strong> cantou enquanto o telão exibia In Memorian.</p>
<p>Lógico que é a Academia e nada foge da criação correta e conservadora, mas foi bom ver a premiação ser apresentada como um show, pois é isto que esta noite significa para a maioria dos fãs e artistas.</p>
<p>Os momentos especiais da premiação foram o show de apresentação dos musicais, o agradecimento interessante e emocionado do roteirista <strong>Dustin Lance</strong> de <em>Milk</em>, a entrega do prêmio de melhor ator coadjuvante para a família de <strong>Heath Ledger</strong> (acabando de vez com a dúvida de quem o receberia), <strong>A. R. Rahman</strong> cantando <em>Jay Ho</em> e a entrega do <strong>Jean Hersholt Award</strong> para <strong>Jerry Lewis</strong>. Aos 82 anos de idade o ator/comediante subiu aos palcos para receber um prêmio por sua benevolência e colaboração ao Teleton e não por seu trabalho como ator. Lembro de crescer vendo seus filmes, sou fã dele desde sempre e seria bom vê-lo receber mérito pelo comediante que foi.</p>
<p><strong>Slumdog Milionaire</strong> caiu no gosto de público e crítica e foi o grande vencedor da noite levando 8 estatuetas. Foi bom ver a alegria e vibração de todos com a vitória, principalmente <strong>Danny Boyle</strong> (Transpotting e 28 Days Later). Mais um ano em que um filme que chegou de vagarinho, abocanhou as grandes produções, como aconteceu com <strong>Crash</strong> anteriormente.</p>
<p>Elejo aqui também o <strong>casal Pitt e Jolie</strong> como os mais elegantes e bonitos da noite. Como combinam esses dois, eu torço sempre pelo casal, sou fã! E <strong>Natalie Portman</strong> foi uma das mais bonitas e bem vestidas da noite.</p>
<p>Depois deste comentário ´chiques e famosos´ deixo vocês com a lista de vencedores. Clique no link abaixo para conferir.</p>
<h1><a href="http://www.zineacesso.com/2009/02/23/confira-a-lista-dos-vencedores-do-oscar-2009/">Vencedores do Oscar 2009</a></h1>
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		<title>Resenha: O Curioso Caso de Benjamin Button</title>
		<link>http://www.zineacesso.com/2009/01/26/resenha-o-curioso-caso-de-benjamin-button/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 15:43:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Urbinatti</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/01/benjamim_button-300x125.jpg" alt="benjamim_button" title="benjamim_button" width="280" class="alignleft size-medium wp-image-1610" style="margin: 5px" />Estreou nos cinemas este mês o novo filme estrelado por <strong>Brad Pitt</strong> e <strong>Cate Blanchett</strong> e que concorre a 13 indicações no Oscar 2009. Uma adaptação da obra de <strong>F. Scott Fitzgerald</strong>, o filme conta a história do personagem título que nasce velho e morre criança, abandonado num asilo é criado por uma mulher que cuida dos moradores do asilo. Lá ele conhece Daisy, neta de uma das moradoras.  Nesta adaptação a história se passa em New Orleans de 1920 até a passagem do furacão Katrina, que devastou a cidade em 2005. <span id="more-1609"></span></p>
<p>Dirigido por David Fincher que já havia dirigido Pitt em <strong>Se7ven</strong>, O Curioso Caso de Benjamin Button apresenta uma direção cuidadosa, uma fotografia lindíssima, maquiagem impecável e interpretações sensíveis. O filme nos diverte com um humor sutil em sua narrativa, como o morador que conta como foi vítima de raios sete vezes em sua vida, ou com a interpretação deliciosa de <strong>Taraji P. Hanson</strong> (a atriz concorre ao Oscar de melhor atriz coadjuvante e é um dos destaques do filme), que interpreta a mãe adotiva de Benjamin Button.</p>
<p>Cate Blanchett é Cate Blanchett, sempre maravilhosa, mesmo com um sotaque carregado ela constrói sua personagem com uma leveza incrível.</p>
<p>Brad Pitt é um daqueles atores que admiro por terem conseguido sobreviver à ostentação de Hollywood por rostos bonitos e acrescenta mais este filme em seu currículo de excelentes personagens. O ator conseguiu estabelecer sua imagem nesta indústria caótica e fascinante com escolhas de perfis bizarros e intrigantes, sem decepcionar como ator. Pra quem insiste em dizer que ele é só um galã, deveria assisti-lo em <strong>12 Macacos</strong>, <strong>Clube da Luta</strong>, <strong>Se7ven</strong>, <strong>Sleepers</strong>, <strong>Snatch</strong> etc.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/01/benjamim_button1.jpg" alt="O Curioso Caso de Benjamim Button" title="O Curioso Caso de Benjamim Button" width="550" class="alignnone size-full wp-image-1613" /></div>
<p>Um romance recheado de fantasia e metáforas rege quase 3 horas de filme e nele somos espectadores desta saga fantástica. Sou fã dessas histórias surrealistas que por sua beleza e por seu texto delicado nos fazem mergulhar em reflexões sobre o que somos e como nos comportamos diante da vida e quais as escolhas que fazemos em caminhos que transpomos a cada segundo do nosso dia-a-dia.</p>
<p>Acredito que todos aqueles que nascem sem ter muito a perder acabam desfrutando com mais intensidade as ofertas e oportunidades e são elas que no fim descobrem o mundo de possibilidades a que somos expostos diariamente. Elas arriscam mais, encaram os acontecimentos com voracidade e pureza, pois tudo é novo, tudo é possível e se der errado, têm coragem de buscar um novo caminho. Os que têm algo a perder ou que acreditam nisso, ficam parados no tempo sendo guiados pelo medo e pelos “e ses&#8230;” que atormentam a imaginação de qualquer ser humano. Eu quero ter menos a perder e mais a conquistar, acho que é neste caminho que devo ir sempre.</p>
<p>Na vida real, os ponteiros dos relógios não nos levam de volta ao começo e se nos levassem não quer dizer que a vida seria mais justa ou mais fácil, teríamos que encarar diferentes desafios e diferentes perdas, devemos seguir adiante com integridade e respeito aos nossos anseios.</p>
<p><strong>O Curioso Caso de Benjamin Button</strong> é um filme que emociona e diverte. Seria fantástico se todos saíssem das salas de cinema um pouco mais próximos de si mesmos, após ver este filme.</p>
<p>Boa diversão!</p>
<p>Site: <a href="http://www.benjaminbutton.com/">http://www.benjaminbutton.com/</a></p>
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