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	<title>Zine Acesso - Cinema, Quadrinhos, Séries de TV, Games e Música &#187; Luke Molotov</title>
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	<description>Toda a diversão começa aqui!</description>
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		<title>CQC no Congresso Já!</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 13:45:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luke Molotov</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[O Zine Acesso convoca todos os internautas a unirem forças e apoiar o abaixo assinado do excelente programa “Custe o Que Custar” que vai ao ar toda segunda-feira às 22:00h, com reprise aos Sábados às 20:15h pela Rede Bandeirantes de TV. Sob a regência do ilustre “maestro” Marcelo Tas e seus auxiliares de bancada Rafinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2008/06/cqc.jpg" alt="" title="CQC no Congresso Já!" width="281" height="223" class="alignleft size-medium wp-image-644" style="margin: 5px" />O <strong>Zine Acesso</strong> convoca todos os internautas a unirem forças e apoiar o abaixo assinado do excelente programa “<strong>Custe o Que Custar</strong>” que vai ao ar toda segunda-feira às 22:00h, com reprise aos Sábados às 20:15h pela Rede Bandeirantes de TV.<span id="more-643"></span></p>
<p>Sob a regência do ilustre “maestro” <strong>Marcelo Tas</strong> e seus auxiliares de bancada <strong>Rafinha Bastos</strong> e <strong>Marco Luque</strong>, o programa consegue abordar questões políticas e do dia-a-dia sempre com muito bom humor.</p>
<p><strong>Danilo Gentili</strong>, <strong>Rafael Cortez</strong>, <strong>Oscar Filho</strong> e <strong>Felipe Andreoli</strong> completam o time dos homens de preto, correndo atrás da notícia, fazendo perguntas inteligentes e incomuns, porém, sempre respeitando os limites éticos exigidos pelos padrões da imprensa nacional.</p>
<p>Depois de serem proibidos pela Câmara/Senado de entrarem nas dependências do congresso para realizar suas tarefas jornalísticas, o “CQC” lança um abaixo assinado para que não apenas à audiência do programa, mas a todos aqueles que prezam a manutenção do Estado de Direito e a liberdade de expressão, que manifestem seu apoio ao direito dos repórteres do CQC de circularem pelas áreas permitidas da Câmara/Senado sem qualquer constrangimento.</p>
<p>Vida longa ao “CQC”!!!</p>
<div align="center">
<h1><a href="http://www.cqcnocongresso.com.br">www.cqcnocongresso.com.br</a></h1>
</div>
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		<title>The Fratellis &#8211; Here We Stand</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 13:35:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luke Molotov</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos anos a Escócia vem se mostrando um excelente celeiro musical, depois de Nazareth, Travis, Belle &#038; Sebastian, Franz Ferdinand e outros, chegou a vez da banda The Fratellis. Formada em Glasgow no início de 2005, a banda é composta por Jon Fratelli (voz, guitarra), Barry Fratelli (baixo) e Mince Fratelli (bateria), porém, entre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2008/06/fratellis1.jpg" alt="" title="The Fratellis - Here We Stand" width="280" height="280" class="alignleft size-full wp-image-642" style="margin: 5px" />Nos últimos anos a Escócia vem se mostrando um excelente celeiro musical, depois de <strong>Nazareth</strong>, Travis, <strong>Belle &#038; Sebastian</strong>, <strong>Franz Ferdinand</strong> e outros, chegou a vez da banda <strong>The Fratellis</strong>.<span id="more-641"></span></p>
<p>Formada em Glasgow no início de 2005, a banda é composta por <strong>Jon Fratelli</strong> (voz, guitarra), <strong>Barry Fratelli</strong> (baixo) e <strong>Mince Fratelli</strong> (bateria), porém, entre os “irmãos” Fratelli, somente Barry carrega realmente o sobrenome.</p>
<p>Em 2006 lançaram um “EP” intitulado “<strong>The Fratellis</strong>”, em setembro do mesmo ano lançaram seu primeiro álbum, o excelente “<strong>Costello Music</strong>”, que rendeu a banda o prêmio de revelação no Brit Awards em 2007 e mais de 1 milhão de cópias vendidas.</p>
<p>Agora em 2008 um novo álbum acaba de ser lançado. “<strong>Here We Stand</strong>” chega ao mercado com a árdua missão de manter o nível do primeiro disco, e ao que me parece, estão seguindo pelo caminho certo. As novas canções continuam divertidas e com riffs contagiantes. Destaque para a bela “Acid Jazz Singer” e a candidata a Hit “Mistress Mabel”.</p>
<p>O vocalista Jon Fratelli, já anunciou que está planejando um trabalho solo, ao final da turnê do segundo álbum da banda. Nada ambicioso como o próprio Jon disse: “It’s not a big deal, just something to keep me busy.”</p>
<p>The Fratellis – Here We Stand, vale a pena conferir! Eu recomendo!!!</p>
<blockquote><p>THE FRATELLIS – HERE WE STAND (2008)</p>
<p>1. My Friend John 3:02<br />
2. A Heady Tale 4:52<br />
3. Shameless 3:56<br />
4. Look Out Sunshine! 3:53<br />
5. Stragglers Moon 4:31<br />
6. Mistress Mabel 4:27<br />
7. Jesus Stole My Baby 4:23<br />
8. Babydoll 4:42<br />
9. Tell Me A Lie 3:58<br />
10. Acid Jazz Singer 4:21<br />
11. Lupe Brown 5:26<br />
12. Milk And Money 4:43</p></blockquote>
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		<title>Amy x Ivete</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 13:24:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luke Molotov</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Nós do Zine Acesso não temos o costume de republicar matérias de outros sites e sempre prezamos muito o conteúdo original. Porém, existem exceções e esta é uma delas. O texto a seguir escrito pelo excelente Marcelo Rubens Paiva e publicado no jornal “O Estado de São Paulo” no dia 07/06/08 vale a pena ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2008/06/amy-vs-ivete.jpg" alt="Amy x Ivete" /></div>
<blockquote><p>Nós do Zine Acesso não temos o costume de republicar matérias de outros sites e sempre prezamos muito o conteúdo original. Porém, existem exceções e esta é uma delas. O texto a seguir escrito pelo excelente Marcelo Rubens Paiva e publicado no jornal “O Estado de São Paulo” no dia 07/06/08 vale a pena ser lido, e é por isso que queremos compartilhá-lo com vocês.</p></blockquote>
<p><span id="more-638"></span></p>
<p>“Matéria de encerramento do Fantástico do último domingo (dia 01), sobre o Rock in Rio Lisboa. Sônia Bridi mostra o ritual nos camarins de Ivete Sangalo, a reza, a banda, a entrada no palco e trechos do show. Ela canta Sorte Grande (Poeira) e a lambada Chorando Se Foi com uma roupa que lembra a Mulher Gato. Será que ela cantou Macarena.</p>
<p> “Ivete nocauteou o público português, que mostrou sua paixão”, conta Sônia. Close num cartaz “Ivete casa comigo”.</p>
<p>Em seguida, a estrela da noite, Amy Winehouse, linda, doida, puro rock and roll Que “decepcionou” segundo o Fantástico, pois apareceu rouca, cambaleante e com um copo na mão. O show começou com meia hora de atraso. Ela veio de Londres num jato fretado, não deu entrevista e usava um broche com o nome do namorado que tem problemas com a Justiça, informou Sônia, desapontada, que concluiu: “A fila anda.”</p>
<p>Ela sugere que Ivete irá substituir Amy? Xenofobia no rock? Aliás, Ivete anunciar cerveja pode? E aonde foi parar o rock and roll? Por muito menos o movimento punk nasceu.</p>
<p>Roberto Medina, vice-presidente da organização, diz que o Rock in Rio pode voltar ao Brasil no ano da copa do mundo. Pedem para ele trazer o rock. E a Amy.</p>
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		<title>Alanis Morissette &#8211; Flavors Of Entanglement</title>
		<link>http://www.zineacesso.com/2008/05/27/alanis-morissette-flavors-of-entanglement/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 May 2008 18:22:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luke Molotov</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[alanis]]></category>
		<category><![CDATA[cd]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[musicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A voz continua a mesma, mas, ah! Quanta falta sinto de “Jagged Litle Pill”. Alanis lança seu novo disco, porém muito longe daquele clima jovem e agressivo que a lançou para o mundo em 1995 quando estourou na MTV com hit’s como “You Oughta Know”, “You Learn” e “Ironic”. Neste novo trabalho fica claro que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2008/05/alanis2008.jpg" alt="Alanis Morissette - Flavors Of Entanglement" title="Alanis Morissette - Flavors Of Entanglement" width="280" height="280" class="alignnone size-full wp-image-612" style="margin: 5px" />A voz continua a mesma, mas, ah! Quanta falta sinto de “<strong>Jagged Litle Pill</strong>”. Alanis lança seu novo disco, porém muito longe daquele clima jovem e agressivo que a lançou para o mundo em 1995 quando estourou na MTV com hit’s como “<strong>You Oughta Know</strong>”, “<strong>You Learn</strong>” e “<strong>Ironic</strong>”.<span id="more-611"></span></p>
<p>Neste novo trabalho fica claro que a cantora canadense está cada dia mais “zen”, tornou-se uma linda voz com canções pop, e techno, nada mais! (Acho que a paródia de “<strong>My Humps</strong>” onde Alanis imita <strong>Fergie</strong> do <strong>Black Eyed Peas</strong>, não fez bem a moça).</p>
<p>O novo disco é produzido por <strong>Guy Sigsworth</strong>, que no passado já trabalhou com <strong>Björk</strong> e <strong>Madonna</strong>. Canções cheias de batidas eletrônicas como “<strong>Straitjacket</strong>” e “<strong>Moratorium</strong>”, mostram a cantora com uma identidade totalmente diferente da que conhecemos, porém, existem boas canções como “<strong>Citizen Of The Planet</strong>” e “<strong>In Praise Of The Vulnerable Man</strong>”, mas num contexto geral percebe-se claramente que com o passar dos anos Alanis perdeu a força e a rebeldia do começo da carreira.</p>
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		<title>Icky Thump, o novo álbum do White Stripes</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Aug 2007 13:53:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luke Molotov</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[O ano era 2001 quando Jack e Meg White estouraram e apareceram para o mundo com seu White Blood Cells, agora em 2007 eles lançam seu sexto álbum, conseguindo surpreender novamente o cenário musical. Icky Thump, pode não confortar os ouvidos logo de cara, mas não precisará muito para os ouvintes perceberem que estão diante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ano era 2001 quando <strong>Jack e Meg White</strong> estouraram e apareceram para o mundo com seu <strong>White Blood Cells</strong>, agora em 2007 eles lançam seu sexto álbum, conseguindo surpreender novamente o cenário musical. <strong>Icky Thump</strong>, pode não confortar os ouvidos logo de cara, mas não precisará muito para os ouvintes perceberem que estão diante de um dos discos mais criativos dos <strong>Stripes</strong>.</p>
<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2007/08/ickythump_cover.jpg" alt="Icky Thump" style="float: left; margin: 5px" />O álbum começa com o faixa título <strong>&#8220;Icky Thump&#8221;</strong>, uma canção onde Jack incluí um teclado desafinado, mas com muita genialidade, inclusive fazendo uma rara referência política, criticando seu governo e solidarizando-se com os imigrantes; <strong>&#8220;You Don’t Know What Love Is?&#8221;</strong> talvez seja a música que mais agrade os ouvintes numa primeira audição; em <strong>&#8220;300 M.P.H. Torrencial Outpour Blues&#8221;</strong> chega-se a confundir o vocal de Jack com o de Robert Plant, mostrando como os Stripes são fortemente influenciados por <strong>Led Zepellin</strong>; <strong>&#8220;Conquest&#8221;</strong>, uma canção dos anos 50, de Patti Page, chega com um ritmo latino contagiante; em <strong>&#8220;Pricky Thorn, But Sweetly Worn&#8221;</strong>, Jack e Meg viajam pelas canções country de Nashville, onde, diga-se de passagem, o álbum <strong>Icky Thump</strong> foi gravado. Mas o melhor ainda está por vir, pode acreditar <strong>&#8220;Little Cream Soda&#8221;</strong> e <strong>&#8220;Rag &#038; Bone&#8221;</strong>, são suas porradas sujas, pesadas e muito boas de serem ouvidas e mostra Jack tocando sua guitarra de um modo bastante virtuoso e agressivo. O disco ainda passa por mais três canções bem interessantes, uma delas, <strong>&#8220;Catch Hell Blues&#8221;</strong>, a faixa mais blues do disco, onde Jack abusa dos slides, efeito amplamente usado pelos gênios do Blues, e só então se chega à faixa que finaliza o álbum, <strong>&#8220;Effect &#038; Cause&#8221;</strong>, faz uma despedida bem pop.</p>
<p>Entre gaitas de fole escocesas, trompetes de mariachis mexicanos, ritmos indianos e muita excentricidade Jack prova mais uma vez que ainda tem muito a oferecer ao mundo do Rock e que os concorrentes terão que suar a camisa se quiserem alcançar o patamar que os <strong>White Stripes</strong> alcançaram, pois, sem nenhuma dúvida estamos diante de uma obra-prima do Rock.</p>
<p>Confira abaixo o vídeo de Icky Thump <img src='http://www.zineacesso.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<div>
<object width="425" height="350"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/1OjTspCqvk8"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/1OjTspCqvk8" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="350"></embed></object>
</div>
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		<title>Messiah Complex, a nova saga mutante</title>
		<link>http://www.zineacesso.com/2007/07/01/messiah-complex-a-nova-saga-mutante/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Jul 2007 15:27:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luke Molotov</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[A Marvel anunciou semana passada uma nova saga que irá mexer com o universo mutante a partir de outubro. &#8220;Messiah Complex&#8221; (&#8220;Complexo de Messias&#8221;) é o nome do evento que terá ligação direta com o fim da saga Dinastia M, e também com “Endangered Species” (&#8220;Espécies em Extinção&#8221;), pequena saga que teve início semana passada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2007/07/messiah01.jpg" alt="Messiah Complex" style="float: right; margin: 5px"/>A <strong>Marvel</strong> anunciou semana passada uma nova saga que irá mexer com o universo mutante a partir de outubro.</p>
<p><strong>&#8220;Messiah Complex&#8221;</strong> (&#8220;Complexo de Messias&#8221;) é o nome do evento que terá ligação direta com o fim da saga <strong>Dinastia M</strong>, e também com <strong>“Endangered Species”</strong> (&#8220;Espécies em Extinção&#8221;), pequena saga que teve início semana passada e que se estenderá por 16 capítulos nas edições de julho a outubro de Uncanny X-Men, New X-Men e X-Factor.</p>
<p>A saga começará com uma edição especial de mesmo nome escrita por <strong>Ed Brubaker</strong> e ilustrada por <strong>Marc Silvestri</strong>, no fim de outubro e se estenderá até Janeiro, passando por mais quatro títulos mutantes: X-Men, Uncanny X-Men, X-Factor e New X-Men e será uma saga bem mais tradicional sem minisséries adicionais ou edições especiais com exceção da revista inicial.</p>
<p>A Marvel, claro, não divulgou quem será o Messias ao qual se refere o título, mas sabe-se que <strong>Scott Summers</strong>, o Ciclope, terá um papel fundamental na história e que ele assumirá a condição de líder da raça mutante, de um modo jamais visto antes.</p>
<p>A saga será finalizada com uma grande batalha entre heróis e vilões, bem ao estilo eventos dos anos 80 e 90 como <strong>“Programa de Extermínio”</strong> ou <strong>“Canção do Carrasco”</strong>. Então é esperar pra ver!</p>
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		<title>Battle Royale, um dos mangás mais polêmicos da atualidade</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2007 14:08:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luke Molotov</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Até onde você iria para salvar sua própria vida? Até que ponto você estaria disposto a morrer para salvar um amigo de infância? Está é a proposta de Battle Royale, um mangás escrito por Kuoshun Takami e magistralmente ilustrado por Masayuri Tagushi. A trama se passa na fictícia Grande República do Leste Asiático, que outrora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Até onde você iria para salvar sua própria vida? Até que ponto você estaria disposto a morrer para salvar um amigo de infância? Está é a proposta de <strong>Battle Royale</strong>, um mangás escrito por <strong>Kuoshun Takami</strong> e magistralmente ilustrado por <strong>Masayuri Tagushi</strong>. A trama se passa na fictícia Grande República do Leste Asiático, que outrora fora o Japão, um país fascista e autoritário, onde ouvir Rock n’ Roll é considerado um ato criminoso podendo ser severamente punido.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2007/05/battleroyale01.jpg" alt="Battle Royale"/></div>
<p>Inserido neste país encontra-se Shuya Nanahara, um estudante colegial que juntamente com toda sua classe acaba sendo recrutado para participar de um experimento do governo realizado de tempos em tempos conhecido como “O programa”, um jogo mortal televisionado para o país inteiro, onde o objetivo principal é matar ou morrer até restar apenas um aluno sobrevivente. Cada aluno recebe um kit aleatório contendo uma arma podendo ser um simples canivete ou uma sofisticada metralhadora, tudo isso para que os cientistas governamentais possam conhecer e estudar as diversas reações humanas diante de situações extremas, como a guerra.</p>
<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2007/05/battleroyale02.jpg" alt="Battle Royale" align="right"/>Inspirado no livro <strong>Batoru Rowaiaru</strong> de autoria do mesmo <strong>Kuoshun Takami</strong>, <strong>Battle Royale</strong> é considerado um dos mangás mais polêmicos e violentos da atualidade, tendo sido inclusive comentado por, nada mais, nada menos que o diretor <strong>Quentin Tarantino</strong>, famoso por filmes sanguinários como <strong>PULP FICTION</strong> e <strong>KILL BILL</strong> <em>“- É a história mais violenta que já vi.”</em> &#8211; Disse Tarantino.</p>
<p>Battle Royale é mensalmente publicado pela editora CONRAD e a coleção completa contará com 15 volumes de 224 páginas pelo valor de R$ 12,90 cada. No Japão, o livro depois de ter virado mangá, também ganhou sua versão nas telonas e deve ganhar uma versão americana muito em breve.<br />
E para quem pensa que mangá ou quadrinho é coisa de criança, Battle Royale é considerado impróprio para menores de 18 anos.</p>
<p>Enfim, Battle Royale é uma história intensa, viciante e muito interessante, mas para quem tem estômago forte, pois o sangue jorra como água, mas vale a pena conferir.</p>
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		<title>Sanctuary, um thriller de tirar o fôlego</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Apr 2007 23:30:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luke Molotov</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>

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		<description><![CDATA[Sanctuary é um mangá escrito por Sho Fumimura, famoso por Hokuto No Ken (O punho da estrela do norte), mangá que inspirou a série Mad Max, e ilustrado por Ryoichi Ikegami, o mesmo de Crying Freeman e Mai, A Garota Sensitiva, bastante conhecido do público brasileiro. Na história, Akira Hojo e Chiaki Asami são amigos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2007/04/sanctuary.gif" title="Mangá Sanctuary" alt="Sanctuary" align="right" style="margin: 5px"/>Sanctuary é um mangá escrito por <strong>Sho Fumimura</strong>, famoso por Hokuto No Ken (O punho da estrela do norte), mangá que inspirou a série Mad Max, e ilustrado por <strong>Ryoichi Ikegami</strong>, o mesmo de Crying Freeman e Mai, A Garota Sensitiva, bastante conhecido do público brasileiro.</p>
<p>Na história, Akira Hojo e Chiaki Asami são amigos, que após sobreviverem à guerra do Camboja, retornam ao Japão e encontram um país dominado por velhos que há anos estão no poder e pessoas acomodadas e que não se preocupam com o futuro. Diante deste cenário eles resolvem unir forças e mudar o país, a fim de transformá-lo num santuário particular. Para isso eles seguem caminhos diferentes Hojo se une à Yakuza e Azami entra para a política.</p>
<p>A maneira como Sho Fumimura narra a história, juntamente com o traço marcante de Ryoichi Ikegami, enchem a trama de intensidade criando um misto de história policial e thriller político.</p>
<p>Sanctuary conta com 12 volumes, é publicado mensalmente pela <strong>Editora Conrad</strong> – 216 páginas – formato 13,4 x 20,2 cm.</p>
]]></content:encoded>
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