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	<title>Zine Acesso - Cinema, Quadrinhos, Séries de TV, Games e Música &#187; Willian Correa</title>
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	<description>Toda a diversão começa aqui!</description>
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		<title>A História dos Videogames &#8211; Parte 18</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 13:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Correa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Nintendo e seus portáteis E aí, recuperaram o fôlego após a enormidade de informações das últimas quatro partes? Só para lembrar, já deixamos para trás também a geração dos consoles de 128 bits (SEGA Dreamcast, Sony PlayStation 2, Microsoft Xbox e Nintendo GameCube), e estamos rumando ao final, para falarmos dos videogames da atual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/05/GameBoyAdvance-logo-280x52.jpg" alt="GameBoyAdvance-logo" title="GameBoyAdvance-logo" width="280" height="52" class="alignleft size-medium wp-image-3805" style="margin: 5px" /></p>
<p><strong>A Nintendo e seus portáteis</strong></p>
<p>E aí, recuperaram o fôlego após a enormidade de informações das últimas quatro partes? Só para lembrar, já deixamos para trás também a geração dos consoles de 128 bits (SEGA Dreamcast, Sony PlayStation 2, Microsoft Xbox e Nintendo GameCube), e estamos rumando ao final, para falarmos dos videogames da atual geração. Mas antes disso, ainda há tempo para uma pequena parada onde iremos tratar novamente dos consoles portáteis; recordam-se há muitos posts atrás, <a href="http://www.zineacesso.com/2008/01/07/a-historia-dos-videogames-parte-8/">em nossa 8ª parte</a>, quando comentamos do Game Boy? Pois então, houve descendentes daquele pequeno aparelho, e é deles que falaremos agora! Preparados? Então vamos lá!  <span id="more-3804"></span></p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/05/nintendo-game-boy-advance-500x375.jpg" alt="nintendo-game-boy-advance" title="nintendo-game-boy-advance" width="500" height="375" class="alignnone size-large wp-image-3806" /></div>
<p>Estamos agora em 2001, e enquanto a guerra dos “grandões” esquenta cada vez mais, um protótipo denominado <em>Projeto Atlantis</em> corria paralelo a esta briga, em pleno desenvolvimento pela Nintendo. E no dia 21 de março do mesmo ano, os japoneses eram então apresentados ao sucessor do Game Boy Color, o <strong>Game Boy Advance</strong>! Não tardou muito e os norte-americanos, bem como o restante do mundo, conheceram-no também.</p>
<p>E foi inegável que a Nintendo fora esperta com este novo portátil. A empresa julgou que quem era fã do Game Boy, não o era porque procurava jogos cada vez mais avançados e deslumbrantes graficamente, para isso este gamer compraria um console de mesa. Não, quem era fã do Game Boy gostava dele essencialmente pela finalidade para a qual ele fora desenvolvido anos atrás: a possibilidade de jogar e se divertir em qualquer lugar, por mais simples que fosse o jogo. Sendo assim, o novo portátil foi criado para ter total compatibilidade com os jogos das versões anteriores. Com isso, poder-se-ia desfrutar de toda uma coleção de jogos já existentes em uma máquina mais moderna, ao mesmo tempo em que surgiriam os novos títulos.</p>
<p>É claro que por apresentar esta retrocompatibilidade o novo portátil teve que ter incorporado a si diversos aspectos já ultrapassados em seu hardware, o que o encareceu e o limitou basicamente a apresentar jogos em 2-D, mas isso não incomodou nem um pouco os usuários.</p>
<p>Provando que os jogos em duas dimensões ainda tinham seu espaço e uma enorme legião de fãs, os títulos desenvolvidos para o sistema foram, em geral, ótimos, e aumentavam cada vez mais as vendas do simpático Game Boy Advance: a Konami, com sua franquia <em>Castlevania</em>, lançou vários jogos aproveitando a dinâmica de exploração contínua utilizada em <em>Symphony of the Night</em>, como <em>Aria of Sorrow</em>, <em>Circle of the Moon</em> e <em>Harmony of Dissonance</em>. O mesmo fez a Capcom com a franquia <em>Megaman</em>, com <em>Battle Network</em> e <em>Megaman Zero</em>. E isso só para citar algumas desenvolvedoras, incluindo como sempre a própria Nintendo, que também tinha seus títulos como <em>The Legend of Zelda – The Minish Cap</em>, <em>Metroid Fusion</em>, <em>Metroid Zero Mission</em> e, é claro, <em>Pokémon</em>, com suas <em>Ruby Version</em>, <em>Yellow Version</em>, etc.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/05/Pokémon-Ruby-500x330.jpg" alt="Pokémon-Ruby" title="Pokémon-Ruby" width="500" height="330" class="alignnone size-large wp-image-3807" /></div>
<p>Seus acessórios também eram interessantes, e dentre os mais famosos destacaram-se o já citado <strong>Game Boy Player</strong>, que permitia interface com o GameCube, além do <strong>GBA Link</strong> e <strong>GBA Wireless Adapter</strong>, que conectavam mais de um Game Boy Advance entre si para jogatina <em>multiplayer</em>.</p>
<p>E conforme o tempo passou, dando ouvidos a alguns aprimoramentos que os usuários apontavam como necessidade, a Nintendo aprimorou seu portátil, lançando no final de 2003 o <strong>Game Boy Advance SP</strong>. Com aproximadamente metade do tamanho do Game Boy Advance original, a versão SP contava com luz interna frontal para se jogar no escuro, uma bateria recarregável e frente dobrável. Isso agradou muitíssimo aos fãs, mas a empresa julgou que ainda podia mais, e em 2005 atualizou novamente seu portátil com o lançamento do <strong>Game Boy Micro</strong>, que apesar de retornar ao sentido horizontal para se jogar, tornou o console ainda menor e mais leve. Infelizmente este último não apresentava retrocompatibilidade com o Game Boy original.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/05/gbaSP-500x302.jpg" alt="gbaSP" title="gbaSP" width="500" height="302" class="alignnone size-large wp-image-3808" /><br />Game Boy Advnce SP</div>
<p>Aqui no Brasil o novo portátil chegou a ser lançado pela Gradiente também, mas com o fim do contrato entre a empresa brasileira e a Nintendo em 2003, mais uma vez só se pôde adquirir produtos originais via importação, cuja distribuição oficial ficou a cargo da Latamel, que possui os direitos para a realização deste serviço em toda a América Latina.</p>
<p><em>Na próxima parte, os portáteis mostram que podem brigar como gente grande: mais uma vez alguém vai querer disputar este mercado com a Nintendo, e não é uma qualquer, é a poderosa Sony e sua Família PlayStation! Até lá então!</em></p>
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		<title>A História dos Videogames – Parte 17: A resposta da Nintendo</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 20:57:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[game cube]]></category>
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		<description><![CDATA[Olá, amigos! Novamente reunimo-nos aqui para tratar da história do entretenimento eletrônico caseiro, ou seja, nossos queridos videogames! E a bola da vez agora é o console lançado pela “Big N” para concorrer com o PS2 e o Xbox, o Nintendo GameCube! Nossa história nos remete mais uma vez a 1999 (viram só como esse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/02/Game-Cube.jpg" alt="Game Cube" title="Game Cube" width="288" height="228" class="aligncenter size-full wp-image-3727" />Olá, amigos! Novamente reunimo-nos aqui para tratar da história do entretenimento eletrônico caseiro, ou seja, nossos queridos videogames! E a bola da vez agora é o console lançado pela “Big N” para concorrer com o PS2 e o Xbox, o <strong>Nintendo GameCube</strong>!<br />
<span id="more-3726"></span><br />
Nossa história nos remete mais uma vez a 1999 (viram só como esse ano foi importante?), quando na E3 (Electronic Entertainment Expo) em Los Angeles, a Nintendo anunciou que lançaria um sucessor para o Nintendo 64, e que até aquele instante esse protótipo tinha o nome de “Dolphin”. O console, porém, só fez sua primeira aparição pública no ano seguinte, na feira japonesa de games Nintendo Space World, onde também foram mostrados alguns de seus jogos iniciais, controles, acessórios e o novo nome, agora alterado para Nintendo GameCube.</p>
<p>No entanto, ainda demoraria mais de um ano após este evento para que ocorresse seu lançamento oficial no Japão, em 14 de setembro de 2001. Com um lançamento relativamente morno, o novo console apresentou inicialmente três jogos: “Luigi´s Mansion”, “Super Monkey Ball” e “Wave Race – Blue Storm”, sendo o primeiro a chamar um pouco mais de atenção por se tratar da clássica franquia de “Super Mario Bros.”; esta relativa apatia do público deixou a experiente Nintendo de certo modo temerária, pois os novatos concorrentes atraíam muito mais os holofotes do que ela. Estaria chegando ao fim a “Era da Nintendo”? A SEGA já tinha encontrado seu fim com o Dreamcast&#8230;</p>
<p>De qualquer maneira, o GameCube enfim chegara. Em 18 de novembro do mesmo ano ele aportou na Terra do Tio Sam, e lá fez o sucesso que era esperado originalmente no Japão, fazendo os executivos da empresa observarem pela primeira vez este fato: uma espera, paixão e receptividade dos norte-americanos para com um novo console da Nintendo maior do que o demonstrado pelos próprios japoneses (especula-se muito que a desanimada recepção inicial japonesa ao GameCube provavelmente fora devida ao fato de ter ocorrido apenas três dias após o atentado terrorista de 11 de setembro nos EUA, ou seja, o mundo todo naquele período se encontrava em relativa “ressaca moral” e pesar)! E em 2002 o console chegou oficialmente à Europa, Oceania e América Latina (inclusive ao Brasil), alastrando-se, então, ao mundo todo.</p>
<p>E o que dizer do GameCube? Cumpriu com o prometido? Bem, pode-se dizer que sim, pelo menos com relação à satisfação dos fãs. O novo console já demonstrou de início um avanço da Nintendo ao escolher sua nova mídia dos jogos, o mini DVD, em que finalmente a empresa abandonou de vez os pesados e obsoletos cartuchos, que há muito ninguém mais usava.</p>
<p>Talvez vocês se perguntem: E porque não o DVD convencional, que o PS2 e o Xbox utilizavam? Bem, a empresa afirmara na época que optara pelo mini DVD para combater a pirataria, pois seria uma mídia um pouco mais difícil de copiar, além de diminuir os tempos de leitura e carregamento, poupando um pouco mais os canhões de leitura. Porém isso também tinha seu preço, pois o mini DVD tem capacidade de armazenamento de apenas 1,5 GB, ao contrário dos 4,7 GB do DVD comum, ou seja, jogos em multi-plataforma com mais de 1,5 GB requereriam mais de uma mídia no caso do GameCube.</p>
<p>Mesmo assim, pode-se dizer que o console emplacou. Teve ótimos títulos, como os da franquia “Metroid”, “The Legend of Zelda” e “Super Mario Bros.”, inclusive com o famoso “Super Mario Sunshine”.</p>
<p>Além disso, teve outros lançamentos notórios, como na franquia “Resident Evil”, onde além de ter sido lançado “Resident Evil 4”, teve-se também “Resident Evil Ø”, que narra os acontecimentos da Equipe Bravo dos S.T.A.R.S. na Floresta de Racoon City e na mansão da Umbrella antes do ocorrido com a Equipe Alfa no primeiro jogo do PSone. E outros títulos que chamaram muito a atenção foi “Super Smash Bros. Melee”, o engraçado jogo de luta entre os personagens clássicos da Nintendo e os do “Sonic”, da ex-rival SEGA, que quem diria, corria supersonicamente agora em um console da Nintendo.</p>
<p>Seus acessórios também não ficaram devendo: seu controle é tido até hoje como o mais confortável e perfeito em termos de jogabilidade, chegando até a possuir uma versão sem fios, o Wavebird, bem antes de seus sucessores da geração seguinte apresentarem algo semelhante. Para se ter uma idéia da eficiência de seu controle, a Nintendo prometera lançar uma versão na cor branca do mesmo para se utilizar no Wii, haja vista o novo console ser totalmente compatível com seu antecessor.</p>
<p>Além disso, foram lançados memory cards em várias versões (com 59, 251 e 1019 blocos), dependendo da necessidade do jogador, incluindo até um USB, permitindo uma interface com os PCs também; a união com o Game Boy foi também interessante: foi lançado um cabo que poderia conectar o Game Boy Advance ao GameCube para que ambos pudessem “trocar informações”, como armaduras da Samus em Metroid, por exemplo, e o Game Boy Player, que permitia-se executar os jogos de todas as versões do portátil utilizando o controle ou o próprio conectado por meio do cabo.</p>
<p>O festival de cores diferentes observados no Game Boy Color e no Nintendo 64 novamente se fez presente, e o console se apresentava nas cores azul, preto e prata, bem como seus controles, nas cores azul, azul claro, laranja, platinum e preto. E isto tudo só para citar algumas das características e funcionalidades de seus acessórios mais famosos&#8230;</p>
<p>Mas novamente todas essas maravilhas não foram capazes de recuperar o primeiro lugar para a Nintendo: nos EUA o GameCube ficou com a amarga 3ª posição em vendas, mas conseguiu ser o segundo nos mercados japonês (lembrem-se que a terra do sol nascente não gostou muito do Xbox) e europeu. E realmente não havia mais mesmo o que fazer: o Playstation 2 reinou absoluto nesta geração, sendo um caso à parte; tanto que é considerado o console dos anos 2000, não havendo quem lhe ameaçasse em vendas em momento algum.</p>
<p>Por fim, como o Brasil teve a representação oficial da Nintendo por meio da Gradiente neste período, o GameCube foi lançado por aqui em setembro de 2002, custando por volta de salgados R$ 1.199,00 em seu lançamento. E como houve rompimento entre Nintendo e Gradiente em 2003, o console pôde ser adquirido somente via importação a partir de então, mas nem isso acabou impedindo seu relativo sucesso, terminando também com o segundo lugar no mercado brasileiro, perdendo, novamente, para o todo-poderoso PS2&#8230;</p>
<p><em>No próximo post, não percam: os portáteis não foram esquecidos! Até lá!</em></p>
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		<title>Gamemaníacos, preparem-se para Megaman 10!</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 12:53:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Correa</dc:creator>
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		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[megaman 10]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta é para os gamers das antigas comemorarem de novo. Depois da ótima receptividade que Megaman 9 teve ao voltar às raízes e apresentar gráficos aos moldes do NES 8 bits, a Capcom brinda a todos com mais um título para a série, Megaman 10! Novamente com gráficos e som antigos, a 11ª aventura (sim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/megaman10-280x90.jpg" alt="megaman10" title="megaman10" width="280" height="90" class="alignnone size-medium wp-image-3699" />Esta é para os gamers das antigas comemorarem de novo. Depois da ótima receptividade que Megaman 9 teve ao voltar às raízes e apresentar gráficos aos moldes do NES 8 bits, a Capcom brinda a todos com mais um título para a série, <strong>Megaman 10</strong>!<br />
<span id="more-3697"></span><br />
Novamente com gráficos e som antigos, a 11ª aventura (sim, porque entre Megaman 8 e Megaman 9 houve o título Megaman &#038; Bass) do robozinho mais famoso dos games foi confirmada pela Capcom na última edição da revista japonesa Famitsu, que já disponibilizou algumas imagens que vocês conferem abaixo.</p>
<div align=center><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/GetAttachment.jpg" alt="GetAttachment" title="GetAttachment" width="548" height="480" class="aligncenter size-full wp-image-3700" /></div>
<p>Com o título de “<strong>Rockman 10 – Uchuu Kara No Kyoui</strong>” (ou em livre tradução, algo como “Megaman 10 – A Ameaça de Outro Planeta”), o jogo desta vez permitirá controlar, além de Megaman, Protoman e outro personagem ainda não revelado. Pelo título, as apostas têm recaído mais sobre Duo, o robô alienígena de Megaman 8.</p>
<p>O título sairá em multi-plataformas, para <strong>X Box 360 e PlayStation 3</strong>, via <strong>download</strong>, e está prometido para <strong>março de 2010</strong>.<br />
É isso aí, gamemaníacos e mega-fãs, preparem os dedos porque em breve <strong>Megaman</strong> vai estar de volta!</p>
<p><em>Fonte: www.kombo.com</em></p>
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		<title>A História dos Videogames &#8211; Parte 16</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 17:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>

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		<description><![CDATA[A “Caixa X” coloca os EUA de volta ao mapa Continuando nossa viagem através do tempo, vamos continuar mais um pouquinho no ano de 1999. Lembram-se de que no último post comentamos que este ano foi crucial para delinear o mercado como o conhecemos hoje? Pois é, agora trataremos de mais uma parte deste capítulo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/xbox_logo-280x278.jpg" alt="xbox_logo" title="xbox_logo" width="280" height="278" class="alignleft size-medium wp-image-3687" style="margin:5px" /><strong>A “Caixa X” coloca os EUA de volta ao mapa</strong></p>
<p>Continuando nossa viagem através do tempo, vamos continuar mais um pouquinho no ano de 1999. Lembram-se de que no <a href="http://www.zineacesso.com/2009/04/07/a-historia-dos-videogames-parte-15/">último post</a> comentamos que este ano foi crucial para delinear o mercado como o conhecemos hoje? Pois é, agora trataremos de mais uma parte deste capítulo, o surgimento do X Box. <span id="more-3686"></span></p>
<p>Em 1999 a boataria de que a gigante <strong>Microsoft</strong> desenvolvia um console de videogame caseiro corria solta, enquanto o próprio <strong>Bill Gates</strong> não desmentia o fato. Mas foi só no ano seguinte, em março de 2000, durante seu discurso de abertura da Game Developers Expo, que Gates enfim anunciou que a Microsoft lançaria sim um console. Isso bastou para pôr os gamemaníacos e a concorrência em polvorosa, afinal, se dentre os computadores a Microsoft reinava absoluta, o que esperar então de um videogame dela?</p>
<p>E essa expectativa se manteve até novembro de 2001, quando então o jovem <strong>XBox</strong> fez sua estréia no mercado norte-americano. Com uma configuração lembrando em muito um PC (processador Intel Pentium III de 733 MHz, placa de vídeo NVidia, HD de 8 GB e suporte à Internet banda larga), o console causou até uma certa estranheza em seu visual, com aquele enorme “X” estampado sobre si.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/xbox1.JPG" alt="xbox1" title="xbox1" width="500" height="500" class="alignnone size-full wp-image-3689" /></div>
<p>Mas essa estranha primeira impressão a respeito de sua aparência não desencorajou os jogadores, que fizeram com que o videogame se esgotasse rapidamente das prateleiras também. Isso animou muito a Microsoft, pois desde a <em>Atari</em> e a <em>3DO Company</em> que uma empresa norte-americana não tinha sucesso no mercado de entretenimento eletrônico, dominado exclusivamente pelos japoneses desde o surgimento do <em>Famicom</em> nos anos 80.</p>
<p>Só ano seguinte, em fevereiro de 2002, é que o XBox chegou ao mercado nipônico, porém, não agradando tanto os jogadores como em sua terra natal. Um mês depois foi a vez dos europeus também terem seu lançamento oficial do console da Microsoft, que a exemplo do que ocorreu no Japão, não emplacou como o esperado.</p>
<p>Com sua imagem ainda muito ligada aos PC’s, a Microsoft tentava de tudo para desvincular o XBox de um computador, desestimulando os desenvolvedores de jogos a querer periféricos como mouses e teclados (lembrem-se que o Dreamcast tinha tudo isso, por exemplo) e para alavancar as vendas, ofereceu promoções e quedas de preços (na Europa chegou a haver uma redução de 40 % no preço e a ser dado um “brinde” àqueles que tinham comprado com o preço antigo: dois jogos e mais um controle).</p>
<p>Com relação a seus jogos, o console também não decepcionava: desde seu lançamento já houve seus destaques, como “<strong>Halo</strong>”. Além deste, outros famosos foram “<strong>Dead or Alive 3</strong>”, “<strong>Ghost Recon</strong>”, “<strong>Ninja Gaiden</strong>” (que matou a saudade de muitos, já que não havia um título novo da franquia desde o NES) e “<strong>Star Wars – Knights of the Old Republic</strong>”. Isso sem contar que começaram a surgir os títulos multi-plataformas como “<strong>Grand Theft Auto III</strong>” e “<strong>Grand Theft Auto – Vice City</strong>” e os exclusivíssimos “<strong>Doom 3</strong>” e “<strong>Half-Life 2</strong>”.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/halo_1-500x342.jpg" alt="halo_1" title="halo_1" width="500" height="342" class="alignnone size-large wp-image-3691" /><br />Halo &#8211; Combat Evolved</div>
<p>O auge dentre seus jogos com certeza foi alcançado em 2004 com “<strong>Halo 2</strong>”, que chegou a render US$ 100 milhões em apenas um dia. Outro ponto alto do console foi sua rede de jogos online: para quem a utiliza, a <strong>XBox Live</strong> é tida como a melhor existente, sendo muito estruturada, estável e divertida, permitindo facilmente baixar conteúdos para jogos, conversar em tempo real, promover torneios, etc.</p>
<p>Mas mesmo tudo isso não foi suficiente para que o XBox se tornasse líder: como pudemos ver acima, seus jogos em especial agradavam muitíssimo o gosto norte-americano, porém não o japonês e o europeu. Por isso, apesar de nos Estados Unidos ele ter arrebentado como novidade, no restante do mundo isso não ocorreu, dando-lhe no máximo um segundo lugar no mercado mundial; para a Microsoft, no entanto, isso não foi motivo de desânimo, muito pelo contrário: foi um ótimo resultado para um console estreante, tanto que a animou para a próxima geração de videogames, com o XBox 360, mas esta parte fica para um capítulo futuro de nossa história&#8230;</p>
<p>Quanto à situação do mercado brasileiro do console, a exemplo do que ocorreu com o <em>PS2</em>, nós brasileiros novamente ficamos fadados a “chupar o dedo”, pois o XBox nunca fora lançado oficialmente por aqui. Só chegou via importação e destravamento por modchips, o que permitia ao console rodar jogos piratas, situação que só mudaria com o lançamento do XBox 360, que a Microsoft do Brasil se dispôs a comercializar oficialmente por aqui também. Porém, a briga com a importação e destravamento ainda é grande, haja vista a enorme diferença de preços entre o console nacional e o importado.</p>
<p><em>Na próxima parte de nossa matéria, a nova resposta da Big N, afinal, ela não ficaria só assistindo aos “novatos” abocanharem tudo&#8230;</em></p>
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		<title>Uma Nova DC</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 17:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Correa</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E aí, acha-se muito novo neste universo de super-heróis que datam de mais de setenta anos? Acha tudo muito complicado, cheio de aventuras das quais nunca ouviu falar, e que se começasse a ler agora iria ficar completamente perdido? E se por acaso os super-heróis da DC começassem suas carreiras exatamente agora? Se ainda fossem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/batman_earth_one-280x302.jpg" alt="batman_earth_one" title="batman_earth_one" width="280" height="302" class="alignleft size-medium wp-image-3670" style="margin: 5px" />E aí, acha-se muito novo neste universo de super-heróis que datam de mais de setenta anos? Acha tudo muito complicado, cheio de aventuras das quais nunca ouviu falar, e que se começasse a ler agora iria ficar completamente perdido?</p>
<p>E se por acaso os super-heróis da DC começassem suas carreiras exatamente agora? Se ainda fossem conhecer amigos e vilões juntamente com você? O que acharia de um mundo totalmente novo, em que os maiores super-heróis do mundo estivessem surgindo neste exato instante? <span id="more-3663"></span></p>
<p>Pois é essa a nova proposta da DC Comics para o ano que vem: <strong>Superman – Earth One</strong> e <strong>Batman – Earth One</strong> (ainda sem título no Brasil, mas se seguirmos a tradução literal, teríamos Superman – Terra Um e Batman – Terra Um). Partindo da premissa de um universo totalmente novo, sem ligação ou qualquer amarra com o universo tradicional da DC (alguém aí farejou algo parecido com o <em>Universo Ultimate</em> da Marvel?), estes dois projetos prometem bastante, já que serão encabeçados por <strong>Geoff Johns</strong> e <strong>Gary Frank</strong> (em Batman) e <strong>J. M. Straczynski</strong> e <strong>Shane Davis</strong> (em Superman) e serão lançados no clássico formato de graphic novels, como uma medida do interesse e aceitação do público.</p>
<p>Vamos torcer para que isso dê certo e acabe por criar um novo Universo DC mais coeso, mais simples, sem tantos personagens e crises intermináveis. Este já era um pedido antigo dos fãs, e ao que parece, vai se concretizar. Vale lembrar que este não será o único projeto experimental da editora: o Universo de <strong>First Wave</strong> também abordará uma nova ascensão de super-heróis, só que em uma realidade onde não há super-poderes, ou seja, esqueçam Superman, Mulher-Maravilha, Capitão Marvel &#038; Cia superpoderosos, em First Wave só existirão Batman, Spirit, Doc Savage, etc. Este outro universo experimental terá roteiros de <em>Brian Azzarello</em> e arte de <em>Rags Morales</em>.</p>
<p>Enquanto este material não chega ao Brasil, confiram alguns previews disponibilizados pela editora em seu blog oficial, o <a href="http://dcu.blog.dccomics.com/">The Source</a>:</p>

<a href='http://www.zineacesso.com/2009/12/08/uma-nova-dc/dc-first-wave/' title='DC-First Wave'><img width="150" height="221" src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/DC-First-Wave-150x221.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="DC-First Wave" title="DC-First Wave" /></a>
<a href='http://www.zineacesso.com/2009/12/08/uma-nova-dc/alfred-earth-one/' title='Alfred (Earth One)'><img width="150" height="205" src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/Alfred-Earth-One-150x205.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Alfred (Earth One)" title="Alfred (Earth One)" /></a>
<a href='http://www.zineacesso.com/2009/12/08/uma-nova-dc/batman-earth-one/' title='Batman (Earth One)'><img width="150" height="205" src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/Batman-Earth-One-150x205.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Batman (Earth One)" title="Batman (Earth One)" /></a>
<a href='http://www.zineacesso.com/2009/12/08/uma-nova-dc/batman-first-wave/' title='Batman (First Wave)'><img width="150" height="230" src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/Batman-First-Wave-150x230.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Batman (First Wave)" title="Batman (First Wave)" /></a>
<a href='http://www.zineacesso.com/2009/12/08/uma-nova-dc/superman-earth-one/' title='Superman (Earth One)'><img width="150" height="229" src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/12/Superman-Earth-One-150x229.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Superman (Earth One)" title="Superman (Earth One)" /></a>

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		<title>Tartarugas até dizer chega</title>
		<link>http://www.zineacesso.com/2009/09/28/tartarugas-ate-dizer-chega/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 12:53:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>

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		<description><![CDATA[Santa tartaruga, caro leitor! Isso é que é notícia para os fãs dos cascudos verdes mais legais de todos os tempos! Tudo bem que a 4Kids já anunciou isso há algum tempinho, mas sempre é tempo de dar boas notícias: em comemoração aos 25 anos das Tartarugas Ninjas, elas ganharão um novo longa-metragem em animação. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/09/Turtles-Forever.jpg"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/09/Turtles-Forever-150x224.jpg" alt="Turtles Forever" title="Turtles Forever" width="150" height="224" class="alignleft size-thumbnail wp-image-2544" style="margin: 5px" /></a>Santa tartaruga, caro leitor! Isso é que é notícia para os fãs dos cascudos verdes mais legais de todos os tempos!</p>
<p>Tudo bem que a <strong>4Kids</strong> já anunciou isso há algum tempinho, mas sempre é tempo de dar boas notícias: em comemoração aos 25 anos das <strong>Tartarugas Ninjas</strong>, elas ganharão um novo longa-metragem em animação. Com o sugestivo título de “<em>Turtles Forever</em>”, o filme chama a atenção porque mostrará um crossover fenomenal, em que as Tartarugas dos anos 2000 (do novo desenho animado) se encontrarão com suas versões dos anos 80, da clássica animação que alçou Leonardo, Donatello, Michaelangelo e Raphael ao estrelato, e levou a uma verdadeira febre que se estendeu desde brinquedos e roupas a games de Arcade, NES 8 bits e SNES. <span id="more-2543"></span></p>
<p>Tudo o que posso dizer é que mal posso esperar, pois sou fã das tartarugas do primeiro e do segundo desenhos. Só para constar, as Tartarugas Ninjas (Teenage Mutant Ninja Turtles, no original) foram criadas por Kevin Eastman e Peter Laird em 1984, para as histórias em quadrinhos, sendo publicadas pela Mirage Comics; nesta versão, todas as tartarugas trajavam vermelho e as aventuras eram bem mais sérias e violentas, com uma homenagem a um certo “homem sem medo” da Marvel em sua origem: o mesmo composto radioativo que teria cegado Matt Murdock, o Demolidor, em sua infância e ampliou seus outros sentidos, ao cair pelo bueiro e atingiu as quatro tartaruguinhas de aquário e um ratinho que estavam no esgoto, transformando-os em animais mutantes.</p>
<p>Ao serem transpostas para a TV, tiveram sua origem levemente alterada (inclusive com o fato do Mestre Splinter ser originalmente humano) e a série foi bem mais atenuada, para alcançar o público infantil a quem ela se destinava. Mas muitos marmanjões tornaram-se fãs imediatamente também, pois o desenho era muito legal.</p>
<p>Nesta nova animação de 2003, o tom sombrio dos quadrinhos foi um pouco mais adotado novamente, com bons resultados também.</p>
<p>Confiram logo abaixo o pôster do filme, e que ele venha logo! Cowabunga!</p>
<p><small>Fontes: <a href="http://www.interney.net/blogs/melhoresdomundo/2009/09/02/as_vezes_quatro_tartarugas_nao_bastam/">Melhores do Mundo</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tartarugas_ninja">Wikipédia</a></small></p>
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		<title>Ryan Reynolds será o Lanterna Verde no cinema</title>
		<link>http://www.zineacesso.com/2009/07/14/ryan-reynolds-sera-o-lanterna-verde/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jul 2009 18:24:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cine]]></category>
		<category><![CDATA[lanterna verde]]></category>
		<category><![CDATA[ryan reynolds]]></category>

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		<description><![CDATA[Finalmente saiu a decisão mais esperada pelos fãs de filmes dos heróis da DC: Ryan Reynolds interpretará Hal Jordan, o Lanterna Verde, na adaptação cinematográfica dos quadrinhos do herói escolhido pelos Guardiões do Universo para defender o setor 2814. Constantemente cogitado para o papel de Wally West em um filme do Flash que nunca sai, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/07/ryan-reynolds.jpg"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/07/ryan-reynolds-150x225.jpg" alt="ryan-reynolds" title="ryan-reynolds" width="150" height="225" class="alignleft size-thumbnail wp-image-2217" style="margin: 5px" /></a>Finalmente saiu a decisão mais esperada pelos fãs de filmes dos heróis da DC: <strong>Ryan Reynolds</strong> interpretará <strong>Hal Jordan</strong>, o Lanterna Verde, na adaptação cinematográfica dos quadrinhos do herói escolhido pelos Guardiões do Universo para defender o setor 2814.</p>
<p>Constantemente cogitado para o papel de <strong>Wally West</strong> em um filme do <strong>Flash</strong> que nunca sai, uma decisão enfim foi tomada a seu respeito na semana passada, em um consenso entre produtores, estúdio e <strong>Martin Campbell</strong>, o diretor do filme, dentre todos os atores que fizeram teste para o papel. <span id="more-2216"></span></p>
<p>Não será a primeira produção baseada em quadrinhos que o ator participará, pois ele já interpretou <strong>Deadpool</strong> em <em>X-Men Origens: Wolverine</em> e fez uma participação em <em>Blade: Trinity</em>. Porém, agora será sua primeira atuação como protagonista da obra.</p>
<p>Como já tínhamos <a href="http://www.zineacesso.com/2008/09/18/novidades-e-script-do-filme-do-lanterna-verde/">comentado anteriormente</a> no <strong>Zine Acesso</strong>, a respeito do provável roteiro do filme, Reynolds tem boas chances de fazer um grande Hal Jordan, já que a trama foca no fato de um jovem se descobrir Lanterna Verde, e ainda ter que aprender o que é ser um herói e a responsabilidade de fazer parte da Tropa.</p>
<p>É isso aí! Particularmente, também gostei da escolha: jeitão de Hal Jordan Ryan Reynolds até que tem, bem como carisma para criar identidade do personagem com ele, assim como fizeram Christian Bale e seu Batman, Hugh Jackman e seu Wolverine e, é claro, Christopher Reeve e seu Superman. Amanhecer esmeralda para ele!</p>
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		<title>E Que Venha a Crise Final</title>
		<link>http://www.zineacesso.com/2009/07/08/e-que-venha-a-crise-final/</link>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 12:09:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[crise final]]></category>
		<category><![CDATA[dc comics]]></category>
		<category><![CDATA[hqs]]></category>

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		<description><![CDATA[Demorou, mas enfim está chegando! Os decenautas brasileiros finalmente poderão ler e ter, em mãos, o evento DC do ano, a Crise Final! O próprio redator que vos escreve neste momento deixou para lê-la apenas agora. Sim, é claro, fiz uma resenha da primeira edição norte-americana há algum tempo atrás, mas decidi parar por lá; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/07/dc_universe01.jpg"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/07/dc_universe01-150x225.jpg" alt="dc_universe01" title="dc_universe01" width="150" height="225" class="alignleft size-thumbnail wp-image-2170" style="margin: 5px" /></a>Demorou, mas enfim está chegando! Os decenautas brasileiros finalmente poderão ler e ter, em mãos, o evento DC do ano, a <strong>Crise Final</strong>!</p>
<p>O próprio redator que vos escreve neste momento deixou para lê-la apenas agora. Sim, é claro, fiz uma resenha da primeira edição norte-americana há algum tempo atrás, mas decidi parar por lá; decidi que seria melhor acompanhar como o Universo DC caminharia até a chegada da crise derradeira aqui pelo Brasil mesmo, pelos meios convencionais. <span id="more-2169"></span></p>
<p>Tudo bem que até a chegada desta nova crise houve alguns tropeções da editora, como sua tentativa de “enfiar goela abaixo” spin-offs a torto e a direito, como as duvidosas “<em>Contagem Regressiva Para a Crise Final</em>” e “<em>Prelúdio Para a Crise Final</em>”, mas enfim, são águas passadas.</p>
<p>Aos críticos mais céticos, que adoram apontar defeitos, também não faltaram alfinetadas a esta nova saga, especialmente pelo controverso destino do Batman, diferente daquele mostrado no arco “<em>Descanse em Paz</em>”, que, aliás, começará também neste mês no Brasil. Porém, escorregadas à parte, o negócio é começar a curtir: <strong>Universo DC Especial – Começa a Crise Final</strong>, já está nas bancas, e está trazendo uma prévia do que está por vir.</p>
<p>Vale lembrar que <strong>Crise Final</strong>, desde o início badaladíssima pelo fato de seu autor ser o escocês <strong>Grant Morrison</strong> (responsável por sucessos como “<em>Grandes Astros: Superman</em>” e a nova série “<em>Batman &#038; Robin</em>”), mesmo com as críticas recebidas, ainda figura entre os encadernados mais pedidos nos EUA, sendo assim, dá-nos uma certa esperança de que virá coisa boa por aí.</p>
<p>Enfim, vamos esperar, ler com calma e tecer nossas opiniões depois, sejam elas boas ou ruins&#8230;</p>
<blockquote><p>Universo DC Especial – Começa a Crise Final (Panini Comics: 36 páginas, R$ 4,50)</p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		<title>Os Quadrinhos Através dos Tempos &#8211; 3ª Parte</title>
		<link>http://www.zineacesso.com/2009/06/10/os-quadrinhos-atraves-dos-tempos-3%c2%aa-parte/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 13:45:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[era de ouro]]></category>
		<category><![CDATA[era de prata]]></category>
		<category><![CDATA[história]]></category>
		<category><![CDATA[hqs]]></category>

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		<description><![CDATA[Os quadrinhos de super-heróis não foram sempre os mesmos. Conforme devem se lembrar pela rica explanação de nosso redator Fábio nos dois posts anteriores, por fazerem parte do contexto histórico que os rodeia, é praticamente impossível ficarem isolados de fatores importantes da época. Cada período traz consigo características marcantes e peculiares, que naquele dado momento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/06/gwen-stacy-dead-280x280.jpg" alt="gwen-stacy-dead" title="gwen-stacy-dead" width="280"  class="alignleft size-medium wp-image-2133" style="margin: 5px" />Os quadrinhos de super-heróis não foram sempre os mesmos. Conforme devem se lembrar pela rica explanação de nosso redator Fábio nos dois <a href="http://www.zineacesso.com/2007/03/30/os-quadrinhos-atraves-dos-tempos-1%c2%aa-parte/">posts anteriores</a>, por fazerem parte do contexto histórico que os rodeia, é praticamente impossível ficarem isolados de fatores importantes da época. Cada período traz consigo características marcantes e peculiares, que naquele dado momento são quase imperceptíveis. Só após a passagem do tempo, ao olharmos para trás, é que percebemos as atitudes e hábitos de uma época passada. <span id="more-2130"></span></p>
<p>Isso fica bem claro quando lemos uma aventura de um período anterior ao atual, em que podemos perceber as mudanças de paradigmas. Por isso mesmo até que os quadrinhos norte-americanos de aventuras de super-heróis foram divididos em eras, pois cada uma dela traz consigo características em comum que as permitem serem agrupadas.</p>
<p>Ao ler aventuras de eras distintas, podemos claramente discerni-las, porém até hoje é muito complicado precisar quais edições ou estórias determinam o fim de uma era e o início de outra. Isso ainda é motivo de calorosas discussões entre estudiosos e fãs. Há vários consensos, como o surgimento de alguns heróis ou a publicação de determinadas revistas, e é este ponto que esta série de posts se propôs a tratar.</p>
<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/06/cca-150x182.jpg" alt="cca" title="cca" width="150" height="182" class="alignright size-thumbnail wp-image-2136" style="float: right" />Apenas para relembrar, tratamos da <strong>Era de Ouro</strong>, cujo pontapé inicial fora a publicação de <em>Action Comics #1</em>, em 1938, que trouxe a primeira aparição do <strong>Superman</strong>. A novidade dera tão certo que personagens como <strong>Batman</strong>, <strong>Mulher-Maravilha</strong>, <strong>Capitão América</strong>, <strong>Flash</strong>, <strong>Lanterna Verde</strong> e <strong>Tocha Humana</strong> eram recebidos com grande interesse e avidez pelos leitores. Porém, com o fim da <em>2a Guerra Mundial</em> o interesse por super-heróis caiu, e quando aventuras de terror, faroeste, suspense e romance começaram a cair no gosto do público, o livro &#8220;<em>Sedução do Inocente</em>&#8220;, do psiquiatra <strong>Frederic Wertham</strong>, tornou-se símbolo do combate aos quadrinhos em nome da moral e dos bons costumes, culminando com a criação da <strong>Comics Code Authority (CCA)</strong>, que impunha severa censura aos gibis. Para muitos, esse é o marco do fim da <em>Era de Ouro</em>.</p>
<p>Já a <strong>Era de Prata</strong>, que perdurou nos anos 50 e 60, foi a época do fantástico baseado na ficção científica. A corrida espacial e armamentista entre EUA e URSS serviu de grande inspiração para prodigiosos autores, como <strong>Julius Schwartz</strong> e <strong>Stan Lee</strong>. A <strong>DC Comics</strong> reformulara muitos de seus ícones, como <strong>Lanterna Verde</strong>, <strong>Flash</strong> (dando a estes novos uniformes, origens e identidades) e <strong>Sociedade da Justiça</strong>, (agora se tornando <strong>Liga da Justiça</strong>), enquanto a <strong>Marvel</strong> inovava com um novo panteão de heróis, mais humanos e sujeitos a erros, com uma cronologia coesa e interligada. Por isso mesmo há a discussão sobre qual seria o ponto que demarcaria o início da Era de Prata: seria o surgimento do <strong>Caçador de Marte</strong> em <em>Detective Comics #255</em> de 1955, do <strong>Flash Barry Allen</strong> em <em>Showcase #4</em> de 1956, ou do <strong>Quarteto Fantástico</strong> em <em>Fantastic Four #1</em> em 1961? Seja qual for a resposta, estas três edições explicitam bem o sentimento de uma nação naquele específico momento da história, e trazem as marcas desta era que se aparentemente mostrava-se ingênua, na verdade explicitava todo o poderio imaginativo dos autores que tinham que criar amarrados pela CCA.</p>
<p>Bem, com todo este recordatório, estamos prontos para a era seguinte, vamos lá?</p>
<h1>A Era de Bronze</h1>
<p>Se <strong>Julius Schwartz</strong> e <strong>Stan Lee</strong> foram os responsáveis pelo renascer dos super-heróis nos quadrinhos na <strong>Era de Prata</strong>, foram também os arquitetos do seu fim, fundando as bases para a era seguinte, a <strong>Era de Bronze</strong>, no final dos anos 60 e começo dos 70.</p>
<p>Enquanto na <strong>DC</strong>, <strong>Schwartz</strong> unira-se ao roteirista <strong>Denny O’Neil</strong> e ao desenhista <strong>Neal Adams</strong> para devolver o teor sério das estórias do <strong>Batman</strong>, na <strong>Marvel</strong>, <strong>Lee</strong> e o desenhista <strong>Jack Kirby</strong> conseguiram que o <strong>Capitão América</strong>, o <strong>Homem de Ferro</strong> e o <strong>Surfista Prateado</strong> ganhassem suas revistas próprias pela alta popularidade que alcançavam.</p>
<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/06/green-lantern-green-arrow-bh1-280x421.jpg" alt="ricardito_usando_drogas" title="ricardito_usando_drogas" width="200" class="alignleft size-medium wp-image-2142" />Temas controversos como o uso de drogas, passaram a surgir, como nas aventuras do <strong>Homem-Aranha</strong>, em que <strong>Harry Osborn</strong> se mostra viciado, ao mesmo tempo em que isso ocorria na viagem pelo país de <strong>Hal Jordan</strong> e <strong>Oliver Queen</strong>, em que descobrem o mesmo problema com <strong>Ricardito</strong>.</p>
<p>Mas e o marco inicial da <strong>Era de Bronze</strong>, qual seria? Isso também é motivo de discussão. Com o afrouxamento da CCA, como vimos nos temas complicados citados acima, a liberdade para criar ressurgiu, o que é marca registrada desta era. Sendo assim, para a maioria o início oficial da <strong>Era de Bronze</strong> seria em <em>The Amazing Spider-Man #121</em>, que traz a morte de <strong>Gwen Stacy</strong> pelas mãos do <strong>Duende Verde</strong>, haja vista a enorme reviravolta na vida do herói, que traz marcas até hoje. Até aquele momento, apenas personagens irrelevantes morriam, e não alguém famosa como Gwen, muito querida dos leitores. Os quadrinhos começavam a se aproximar mais da realidade nua e crua&#8230;</p>
<p>A dureza da vida e o poder adolescente também crescia, e isto se refletia nas aventuras dos novos <strong>X-Men</strong> de <strong>Chris Claremont</strong> e <strong>John Byrne</strong> e dos <strong>Novos Titãs</strong> de <em>Marv Wolfman</em> e <strong>George Pérez</strong>. <strong>Luke Cage</strong> ganhava destaque ao representar o movimento negro, enquanto <strong>Mestre do Kung Fu</strong> e <strong>Punho de Ferro</strong> aproveitavam a nova onda das séries televisivas de artes marciais; até a <strong>Mulher-Maravilha</strong> entrara nessa moda e abandonara o uniforme estrelado por um quimono.</p>
<p>E assim as coisas caminharam até os anos 80, em que edições especiais começavam a surgir cada vez mais nas recém-inauguradas <em>comic-shops</em>: <strong>Ronin</strong>, <strong>Camelot 3000</strong> e <strong>Monstro do Pântano</strong> fizeram sucesso imediato e venderam horrores, o que chamara bastante atenção dos empresários das editoras. Assim, iniciar-se-ia o período das grandes sagas, como <strong>Guerras Secretas</strong> da Marvel e <strong>Crise nas Infinitas Terras</strong> da DC. Esta última aliás, tinha uma grande missão: reestruturar o universo ficcional da editora e adequá-lo mais aos novos tempos, assim como ocorria na Marvel.</p>
<p>E após <strong>Crise</strong>, os quadrinhos nunca mais foram os mesmos: outras obras também surgiram, como <strong>O Cavaleiro das Trevas</strong> de <strong>Frank Miller</strong>, e <strong>Watchmen</strong> de <strong>Alan Moore</strong>, ambas desconstruindo o mito do super-herói. Estas três são para muitos a representação do fim da <strong>Era de Bronze</strong>, pois após elas parecia que gibi de herói interessante era aquele que mostrava que a realidade era triste e cruel, e que crossovers (grandes eventos que reuniam vários heróis de títulos diferentes) eram certeza de boas vendas. Estas, aliás, serão grandes características da próxima era que iremos abordar, nos “<em>temíveis anos 90</em>”. Até lá!</p>
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		<title>A História dos Videogames &#8211; Parte 15</title>
		<link>http://www.zineacesso.com/2009/04/07/a-historia-dos-videogames-parte-15/</link>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 13:56:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[A_Historia_dos_Videogames]]></category>

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		<description><![CDATA[O PS2 recebe o bastão do PSOne Olá a todos! Mais uma vez reencontramo-nos para falar da história dos videogames. Estavam com saudade? Pois vamos corrigir isso agora mesmo! Agora aportaremos em 1999, ano muito importante para nossa viagem, pois foi neste período que o mercado começou a se delinear da maneira que o conhecemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/04/playstation-2.jpg"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/04/playstation-2-300x225.jpg" alt="playstation-2" title="playstation-2" width="280" class="alignleft size-medium wp-image-1960" style="margin: 5px" /></a><strong>O PS2 recebe o bastão do PSOne</strong></p>
<p>Olá a todos! Mais uma vez reencontramo-nos para falar da história dos videogames. Estavam com saudade? Pois vamos corrigir isso agora mesmo!</p>
<p>Agora aportaremos em 1999, ano muito importante para nossa viagem, pois foi neste período que o mercado começou a se delinear da maneira que o conhecemos hoje: o <strong>Dreamcast</strong> da <strong>SEGA</strong> ainda estava na luta, mas já mostrava falta de fôlego; a <strong>Nintendo</strong>, desesperada para recuperar a supremacia, anunciou que se unira à <strong>IBM</strong> para a criação de um novo console, até então pré-batizado de <strong>Dolphin</strong>, além de um novo portátil, o <strong>Game Boy Advance</strong>, totalmente compatível com seu antecessor, o <strong>Game Boy Color</strong>. E por fim, a toda-poderosa <strong>Microsoft</strong>, não contente em dominar o mercado de softwares, soltou os primeiros rumores de seu futuro <strong>XBox</strong>. <span id="more-1958"></span></p>
<p>Com todas estas notícias fazendo o mundo dos games fervilhar, a <strong>Sony</strong> não poderia ficar parada, e não ficou mesmo: no ano seguinte, no dia 4 de março, o <strong>PlayStation 2</strong> foi lançado no Japão, fazendo milhares de japoneses pernoitarem em frente às lojas para que no dia do lançamento pudessem adquirir a nova máquina da marca PlayStation. E o público se surpreendeu com a novidade, afinal o videogame não apenas rodava jogos em DVD, mas permitia-se assistir a filmes neste formato também, permitia acoplamento de um HD, e apresentava entradas USB, modem e conexão Ethernet, além de rodar toda a biblioteca de jogos do <strong>PSOne</strong>. Era um sonho tornado realidade!</p>
<p>E o que era esperado, aconteceu: o novo console desapareceu rapidamente das prateleiras, criando uma demanda enorme, fazendo com que a Sony prometesse rapidamente repor os estoques. Porém, “nem tudo foram flores” para o PS2&#8230;</p>
<p>Os dez jogos iniciais lançados foram uma decepção só, e olhe que dentre eles havia “<em>Street Fighter EX3</em>”. Além disso, outro revés rapidamente detectado foi o defeito apresentado em muitos de seus Memory Cards, em que não se permitia salvar os jogos. E para piorar a situação do jovem PS2, o próprio Bill Gates anunciou em alto e bom som que a Microsoft iria sim lançar um console de videogame de nome XBox.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><div id="attachment_1963" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/04/mgs_ps2.jpg"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/04/mgs_ps2-500x375.jpg" alt="Metal Gear Solid" title="mgs_ps2" width="500" height="375" class="size-large wp-image-1963" /></a><p class="wp-caption-text">Metal Gear Solid</p></div></div>
<p>A Sony, reconhecendo que provavelmente lançara o PlayStation 2 prematuramente por causa da concorrência, viu que não poderia ficar parada, ou seria rapidamente derrubada do seu posto de líder. Sendo assim, correu para corrigir os problemas iniciais apresentados, e em maio durante a E3, a maior feira de videogames do mundo, mostrou um vídeo de Solid Snake, o herói da franquia “<em>Metal Gear Solid</em>” que literalmente calou a feira; após a apresentação do vídeo a platéia delirou, tendo sido demonstrado, enfim, todo o poderio do PS2!</p>
<p>Em outubro de 2000 o console foi lançado nos EUA, também fazendo o sucesso esperado. Tamanho carisma dentre os fãs deu ao console um recorde inédito até então, o de videogame que mais rápido atingiu a marca de 100 milhões de unidades vendidas, em cinco anos e nove meses (o SNES demorou nove anos e meio para chegar a esta mesma marca).</p>
<p>E assim, com uma biblioteca de jogos que supera a marca de 1,5 mil títulos, e mesmo com a disputa acirrada com seus concorrentes XBox e GameCube, o PS2 conseguiu reforçar a supremacia da Sony, vencendo também o round desta geração. Em 2004, a exemplo do que ocorreu com seu antecessor, o console ficou mais “enxuto”, tendo seu nome alterado para <strong>PlaySation 2 Slim</strong>, que hoje em dia não se apresenta mais apenas na cor preta, mas também em prata, branco, vermelho e até rosa. Para os fãs do console, fica a promessa da empresa de fabricá-lo e produzir seus jogos até 2010, combinado mantido até agora.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><div id="attachment_1965" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><a href="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/04/ps2_slim.jpg"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2009/04/ps2_slim-500x468.jpg" alt="PlayStation 2 Slim" title="ps2_slim" width="500" height="468" class="size-large wp-image-1965" /></a><p class="wp-caption-text">PlayStation 2 Slim</p></div></div>
<p>Mas e nós, brasileiros? Por aqui, o PlayStation 2 não chegou a ser lançado oficialmente, sendo massivamente importado e “destravado” com a instalação de modchips para a reprodução de jogos piratas, haja vista o alto valor dos produtos originais, todos importados. Esta situação, porém, pode vir a mudar: a Sony do Brasil prometeu fabricá-lo na Zona Franca de Manaus a partir do segundo semestre deste ano, bem como a seus jogos. Confirmando-se esta notícia, ponto para nós, finalmente! Poderemos comprá-lo em condições mais “suaves”, bem como a seus jogos, tudo contando com garantia e assistência técnica.</p>
<p><em>Na próxima parte, o anúncio de Bill Gates se torna realidade. Encontramo-nos lá!!!</em></p>
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