DC anuncia seu MMORPG
1 julho, 2008 por Andre Miranda · 2 Comentários
Em 2007 a Marvel Comics anunciou o projeto de um MMORPG (Massive Multiplayer Online RPG) baseado em seu universo de super-heróis mas acabou frustrando os fãs quando cancelou o mesmo no início deste ano. Aproveitando-se disso, a Distinta Concorrência (também conhecida como DC Comics) não perdeu tempo e divulgou na semana passada que lançará de seu próprio MMORPG, batizado de DC Universe Online. Leia mais
GTA 4: PS3, Xbox e …Nintendo 8 bits???
9 maio, 2008 por F. Camatari · 6 Comentários
Fãs de GTA que estão aguardando ansiosamente há vários meses o novo game da série, saibam que as críticas são extremamente positivas, que o apontam como o game que mostra de verdade o potencial da nova geração de consoles.
Grand Theft Auto IV deve quebrar vários recordes de vendas da indústria, sendo há boatos de que possivelmente, 2 milhões de unidades teriam sido vendidas (somando pré-vendas), em apenas 24 horas, isso apenas para o Xbox 360! Os valores foram baseados no volume de configurações de contas do game na rede Xbox Live - na qual, claro, o título foi o mais jogado da semana.
A Rockstar Games não entrega os números totais de vendas, mas certamente será um dos maiores sucessos dos games já vistos. Leia mais
Guitar Hero - Genéricos
7 maio, 2008 por Leandertal · 3 Comentários
No ultimo feriado ganhei algumas doses gratis de Guitar Hero 3, o que resultou no inevitável. Tomado pelo vício procurei na net mais informações sobre o game e descobri que existem variações genéricas do game, um deles é o Guitar Rage.
Este que já possui uma comunidade bastante ativa com fóruns e comunidades no Orkut, é open source e conta com ferramentas para que qualquer pessoa possa inserir novas músicas e compartilha-las. Leia mais
Veja o trailer do filme The Legend of Zelda
2 abril, 2008 por Andre Miranda · 8 Comentários
Ontem publicamos aqui algumas manchetes fictícias para o Dia da Mentira, mas teve gente que se superou.
O site IGM levou a sério a brincadeira do 1º de Abril e lançou um trailer completo de uma adaptação para o cinema do game The Legend Of Zelda.
O trailer é muito bem produzido, contando até mesmo com efeitos especiais e maquiagem convincentes, além de apresentar diversos elementos presentes no game, como o castelo de Hyrule, emblema nas costas da mão de Link, a princesa Zelda e o vilão Ganondorf.
Mario e Homer Simpson em versões humanas
24 março, 2008 por Andre Miranda · 6 Comentários
Visitando o Omelete hoje me deparei com essa notícia um tanto grotesca mas também, muito interessante.
O pessoal do blog Pixello resolveu usar a computação gráfica para criar versões humanizadadas de dois personagens clássicos, um dos games e outro dos desenhos animados. O resultado, podemos dizer, é de dar medo!
Usando texturas humanas e feições realistas, e sem mudar as proporções caricatas dos personagens, eles criação versões humanas de Mario e de Homer Simpson. Deus me livre se um dia eu desse de cara com algum desses andando pela rua! Confira abaixo:


GTA - Tropa de Elite
22 fevereiro, 2008 por Andre Miranda · 58 Comentários
O jogo “Grand Theft Auto: San Andreas” que é mania entre a garotada aqui no Brasil ganhou uma versão nacional, baseada no filme “GTA - Tropa de Elite”.

O game é um é “MOD”, termo usado para designar um jogo feito a partir do original, com algumas modificações. Novos elementos foram adicionados para simular o ambiente do filme de José Padilha. Segundo os criadores, são mais de 50 personagens que incluem desde alguns super-heróis até torcedores de times brasileiros, como Corinthians e Flamengo.
GTA Tropa de Elite pode ser encontrado em camelôs de diversas cidades do país e o preço sai por volta de R$ 10,00. Mas se você quiser baixar GTA Tropa de Elite terá que esperar mais um pouco, já que o game ainda não se encontra disponível para download.
A História dos Videogames - Parte 10
22 fevereiro, 2008 por Andre Miranda · Deixe seu comentário
por Willian Corrêa
williancorrea@zineacesso.com
Super Nintendo, o ápice da guerra “SEGA X Nintendo”
Bem, demorou mas chegou! A “História dos Videogames” pode ter tido um breve hiato nestas últimas semanas, mas aqui está, firme e forte novamente, conforme prometido! Agora, só para refrescar a memória, na 9ª parte conhecemos o Neo Geo, ótimo console, porém caríssimo, o que o fez ser um videogame apenas para uns poucos abastados da época; a Nintendo lançara o Game Boy, praticamente dominando o mercado de portáteis e o Mega Drive reinava absoluto como console de 16 bits, sem nenhum concorrente à altura.
Mas em 1990 esta história estava para mudar: a Nintendo, vendo que seu NES já não tinha mais fôlego para lutar contra os outros, finalmente lançou no mercado seu console da nova geração, o Super Famicom.

Super Famicom
O novo videogame era tudo o que os gamemaníacos desejavam: inovador, apresentando um joystick de oito botões (A, B, X, Y, R e L, além dos clássicos Select e Start), e poderoso, com gráficos e sons avançados, 256 cores simultâneas na tela e a capacidade de apresentar efeitos de rotação e “zoom” que o Mega Drive nem sequer sonhava. Ele só possuía um defeito, um processador muito lento, que rodava a 3,57 Mhz, enquanto o console da SEGA rodava a 7,67 Mhz; essa foi a “fraqueza” do console de 16 bits da Nintendo, mas serviu para equilibrar as coisas na disputa de mercado.
Um ano depois, em 1991, o Super Famicom aportou nas terras do Tio Sam, redesenhado e rebatizado como Super Nintendo Entertainment System (SNES), e aí sim a guerra pegou fogo! Novamente a Nintendo firmara contrato com produtoras para desenvolverem jogos fenomenais para a nova plataforma, e títulos como Chrono Trigger, Gradius III, Mega Man VII e Mega Man X, Super Castlevania IV, Super Contra III, Teenage Mutant Ninja Turtles IV e Top Gear foram sucessos instantâneos. Isso sem contar os jogos desenvolvidos pela própria empresa, como F-Zero, Super Mario World, Super Mario Kart, Super Metroid e The Legend of Zelda: a Link to the Past, ou então os criados por parceria entre a Nintendo e outras produtoras, como Donkey Kong Country, da Rare, e Super Mario RPG, da Square.

Super Nintendo Entertainment System (SNES)
Mas agora aquela cláusula contratual que a Nintendo impusera anos antes às softhouses não existia mais, e então elas estavam livres para desenvolverem jogos tanto para ela quanto para a SEGA, e esse foi um período áureo para os jogadores: jogos eram lançados em multiplataformas, ou seja, detentores de consoles diferentes poderiam aproveitar os mesmos jogos em muitos casos, tendência que é seguida até hoje.

Street Fighter - Turbo Hyper Fighting
Além disso, naquela época os jogos de luta estavam em alta, e títulos como Street Fighter II eram objeto de desejo entre os gamemaníacos; sendo assim, a Nintendo não titubeou e lançou o título, sendo suplantada depois pela SEGA que lançou a versão “Champion Edition”, que permitia que se escolhesse os chefes. A resposta da Nintendo veio então com o lançamento da versão “Turbo Hyper Fighting”, que além de se poder escolher os chefes, permitia-se turbinar o jogo.
Mas este foi apenas um dos vários exemplos. Outro famoso foi Mortal Kombat: lançado para os dois consoles, os jogadores acabaram por preferir a versão do Mega Drive, já que esta tinha sangue e a do SNES não. Os jogos de luta de rua também seguiam esta tendência: enquanto o Mega Drive tinha Streets of Rage, o SNES tinha Final Fight, e por aí vai…

Mortal Kombat dos SNES - Sem sangue

Starfox
Em 1993, como o Mega Drive ainda liderava as vendas, a Nintendo tentou compensar a deficiência de seu processador e lançou títulos com um chip para dar uma “turbinada” em seus jogos, o Super FX, e dessa maneira puderam ser criados jogos com gráficos poligonais, como Starfox, uma revolução para a época, assim como Virtua Racing, lançado um ano antes para o Mega Drive, que como tinha um processador mais rápido, não precisava de “upgrade” algum.
Mas só a partir deste período a balança começou a pender para o lado do SNES, e a Nintendo lançou títulos para ele até a exaustão, bem como periféricos como a Super Scope, uma bazuca para jogos de tiro. Nesta história toda um periférico chama a atenção, o adaptador que seria conectado ao SNES e permitiria a ele rodar jogos em CD-ROM, assim como o SEGA-CD e o 32-X faziam pelo Mega Drive: criado por meio de uma parceria com a Sony, a Nintendo abrupta e inesperadamente rompeu o contrato e deixou a ex-parceira com o protótipo já pronto. O nome do protótipo? Play Station!

Super Scope
Isso mesmo! O resto da história todos nós conhecemos: a Sony decidiu lançar por meios próprios seu console, uniu as duas palavras e assim nasceu o PlayStation, o videogame que pôs fim à guerra entre as duas grandes, já que as atropelou por completo…
Aqui no Brasil não foi muito diferente: como a Nintendo estava representada oficialmente pela Playtronic e a SEGA pela Tec Toy, os lançamentos e tudo o mais puderam ser usufruídos pelos brasileiros também. Ou seja, foi o melhor período para os jogadores no Brasil, pois além de poderem se deleitar com sua paixão, os jogos de videogame, podiam também contar com assistência técnica e garantia, coisa inimaginável anos antes (e infelizmente inimaginável atualmente também).
Não percam, na 11ª parte: os jogos em CD-ROM tornam-se o padrão a ser seguido! Até lá!





