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	<title>Zine Acesso - Cinema, Quadrinhos, Séries de TV, Games e Música</title>
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	<description>Toda a diversão começa aqui!</description>
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		<title>A História dos Videogames – Parte 19</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 12:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Os portáteis da nova geração Olá, pessoal! Ansiosos por mais um capítulo da nossa matéria? Pois bem, não precisam esperar mais, ei-la aqui! Conforme vimos nos posts anteriores, a Nintendo sempre tivera um carinho especial por seus consoles portáteis, e por mais que tenha tido concorrentes de peso desde o primeiro Game Boy, sempre esteve [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/09/nintendo-DS-logo-280x210.jpg" alt="" title="nintendo-DS-logo" width="280" height="210" class="alignleft size-medium wp-image-3858" style="margin: 5px" /><br />
<strong>Os portáteis da nova geração</strong></p>
<p>Olá, pessoal! Ansiosos por mais um capítulo da nossa matéria? Pois bem, não precisam esperar mais, ei-la aqui!</p>
<p>Conforme vimos nos posts anteriores, a Nintendo sempre tivera um carinho especial por seus consoles portáteis, e por mais que tenha tido concorrentes de peso desde o primeiro Game Boy, sempre esteve na vanguarda nesta área e criou escola. <span id="more-3857"></span></p>
<p>E é lógico também que ela constantemente desejava manter este status, por isso, seus desenvolvedores nunca descansavam, e idéias novas sempre surgiam. Sendo assim, mesmo com a nova guerra dos consoles de mesa se aproximando, ela reservou um tempinho da capacidade imaginativa de seus criadores para o nicho dos portáteis, e eles não a desapontaram: em 2004 o mundo foi apresentado ao <strong>Nintendo DS</strong> (que durante seu desenvolvimento teve seu protótipo batizado de <em>Project Nitro</em>).</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/09/nintendo_ds-500x355.jpg" alt="" title="nintendo_ds" width="500" height="355" class="alignnone size-large wp-image-3859" /></div>
<p>Com a sigla DS significando tanto <em>Dual Screen</em> (tela dupla) quanto <em>Developers’ System</em> (sistema dos desenvolvedores), o novo console já de cara chamava a atenção por seu aspecto único, a apresentação em duas telas de 3 polegadas, com a inferior sensível ao toque, permitindo que o usuário interagisse com determinados jogos mais diretamente, por meio da pressão dos dedos ou pela caneta <em>Stylus</em>.</p>
<p>A jogabilidade tradicional também estava garantida por meio do direcional em cruz e dos botões A, B, Y, X, L e R, lembrando bastante a disposição do joystick do SNES.</p>
<p>Em termos de diversão o novo portátil também não ficou devendo: apresentando retrocompatibilidade com o Game Boy Advance, o console permitiria ao jogador horas intermináveis de jogatina, e para tanto apresentava um slot inferior para os cartuchos do GBA e um slot superior para seus próprios jogos, que agora usavam como mídia cartões de até 2 GB de memória (que lembram muito os cartões SD, usados comumente em câmeras fotográficas digitais).</p>
<p>Além disso, jogos e conteúdo poderiam ser baixados da internet por meio de conexão Wi-Fi usando a <em>Nintendo Wi-Fi Connection</em>. E com jogos famosos como <em>Mario Kart DS</em>, <em>Metroid Prime: Hunters</em>,<em> New Super Mario Bros.</em>, <em>Nintendogs</em>, <em>Pokémon Dash</em>, <em>Super Mario 64 DS</em> e <em>The Legend of Zelda: Phantom Hourglass</em>, o pequenino console conquistou de imediato os fãs da Big N, em especial os que já eram seguidores assíduos da família Game Boy.</p>
<p>Mas nem tudo seria fácil assim para a empresa de Mario &#038; Cia., pois em breve ela iria conhecer um rival à altura, algo que não ocorria há muito tempo, desde os anos 90 com o <strong>Game Gear</strong> da SEGA, único que disputara um pouco mais o mercado de portáteis com o Game Boy original.</p>
<p>E assim, em 2005, a <em>Sony</em> colocou no mercado o <strong>PlayStation Portable</strong>, ou <strong>PSP</strong>, sua sigla famosa. Já dominando as vendas dos consoles tradicionais desde o PSone, a gigante japonesa aproveitou as já consolidadas tradição e confiança do público à marca <em>PlayStation</em> em um aparelho portátil e revolucionário, em termos de beleza e tecnologia.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/09/sony-psp-500x342.jpg" alt="" title="sony-psp" width="500" height="342" class="alignnone size-large wp-image-3860" /></div>
<p>Sim, pois em termos de gráficos e processamento de dados, o PSP era muito superior ao Nintendo DS: com uma tela widescreen de alta luminosidade e definição, e gráficos acima da média para um console portátil, o pequenino da Sony era praticamente um <strong>PS2</strong> em miniatura, pronto para ser levado a qualquer lugar por seus proprietários.</p>
<p>Além disso, também possuía capacidade de se conectar à internet por via Wi-Fi, além de reproduzir aplicações em Flash, MP3, WMA e imagens JPEG; sua interface ao iniciar, com menus e ícones deslizantes na tela também foi tão chamativa que a Sony a adotaria no vindouro <strong>PS3</strong>. E não seriam essas as únicas características que o PSP teria em comum com seu futuro irmão: ele também permitiria atualizações de firmware, com novos recursos a serem instalados a cada uma que saísse, e que são disponibilizadas até hoje.</p>
<p>Sua mídia de jogos escolhida também foi diferenciada: usando o <em>UMB (Universal Media Disc)</em>, com capacidade de até 1,8 GB, seus títulos não deviam em nada aos dos seus irmãos maiores (PSone e PS2), pelo menos com relação à qualidade gráfica e jogabilidade.</p>
<p>Mas e aí? Quem acabou sendo o campeão desta nova batalha de portáteis? Bem, como estes consoles são os mais recentes de sua geração, ainda estão disputando o primeiro lugar, ombro a ombro. O PSP teve uma ótima estréia, mas não conseguiu derrotar ainda o Nintendo DS.</p>
<p>As razões disso? Apesar do portátil da Big N ser um video game inferior tecnicamente, sua ampla e variada biblioteca de jogos (até agora foram registrados cerca de 4700 títulos) e preço mais acessível ainda o tornam a opção mais interessante na relação custo-benefício. É especialmente a ausência de mais títulos atraentes para o PSP a principal reclamação dos seus usuários.</p>
<p>E assim a história segue, com ambos os consoles também se atualizando e se modificando na aparência e sofisticações (PSP Go, Nintendo DS Lite e Nintendo 3DS), e com os fatos até o momento se repetindo: apesar de ter concorrentes superiores, ninguém ainda venceu os portáteis da Nintendo.</p>
<p><em>E não percam no próximo post, a última parte da nossa série: Wii, Xbox 360 e Playstation 3 lutam ferozmente pela supremacia! Quem será que vai ganhar? Até lá!</em></p>
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		<title>As Vindouras Mudanças do Homem-Morcego</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 17:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>

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		<description><![CDATA[Atenção: este texto contém “spoilers” de eventos ainda não ocorridos no Brasil, e que podem estragar o prazer da leitura quanto este material for publicado por aqui! Leia por sua conta e risco! Que a “morte” de Bruce Wayne iria ser coisa passageira, e que após algum tempo ele iria retomar o manto do morcego, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/08/Batman-01-150x228.jpg" alt="" title="Batman" width="150" height="228" class="alignleft size-thumbnail wp-image-3851" style="margin: 5px" /><em>Atenção: este texto contém “spoilers” de eventos ainda não ocorridos no Brasil, e que podem estragar o prazer da leitura quanto este material for publicado por aqui! Leia por sua conta e risco!</em></p>
<p>Que a “morte” de Bruce Wayne iria ser coisa passageira, e que após algum tempo ele iria retomar o manto do morcego, não havia dúvidas. Há muito os fãs de quadrinhos de super-heróis se acostumaram com estes eventos, e nem a própria Warner/DC iria matar um de seus mais icônicos personagens, ainda mais com um terceiro longa metragem a caminho. <span id="more-3850"></span></p>
<p>Enquanto nós brasileiros estamos testemunhando a atual “Guerra Pelo Capuz”, para decidir quem será o herdeiro do nome “Batman”, nos EUA está acontecendo “O Retorno de Bruce Wayne”, que mostra a jornada pela qual o alter-ego do Cruzado de Capa está passando para voltar ao seu lugar de direito. </p>
<p>E o que irá mudar para o Batman quando ocorrer seu retorno? Bem, basicamente será sua maneira de publicação, com duas novas séries mensais (<em>Batman Inc.</em> e <em>Batman: The Dark Knight</em>), de uniforme (com a utilização novamente da elipse amarela ao redor do símbolo do morcego, aparência de tecido mais resistente no uniforme, inclusive com marcas de costura, e banimento da “cueca por cima da calça”), e de agir: segundo o escritor Grant Morrison, Bruce Wayne ficou por muito tempo relegado a segundo plano, sendo apenas a identidade secreta do Batman, quando na verdade é o inverso, Bruce é quem ele é realmente, e o herói fantasiado é sua maneira de combater o crime.</p>
<p>E ao que parece, o principal mote de Batman Inc. será esse mesmo, a mudança de postura do herói, que criará uma espécie de “franquia” sua, permitindo que mais de uma pessoa use seu nome, desde que obedeça aos seus métodos; sendo assim, ele expandiria sua cruzada contra o crime em escala global (bem aos moldes de um executivo empreendedor mesmo), escolhendo a dedo seus “Batmen”: Dick Grayson (que aparentemente continuaria sendo um Batman, deixando de vez o nome de Asa Noturna), os ingleses Knight e Squire e o argentino El Gaucho podem ser já os primeiros recrutados.</p>
<p>Que a idéia é interessante não há como negar. Particularmente, gostei bastante da iniciativa, da valorização do personagem Bruce Wayne, e do novo uniforme, especialmente do retorno da elipse amarela, da qual já sou fã confesso há bastante tempo&#8230;</p>
<p>Confiram abaixo uma imagem do novo uniforme do Batman, pelo desenhista David Finch, e tirem suas próprias conclusões:</p>

<a href='http://www.zineacesso.com/2010/08/16/as-vindouras-mudancas-do-homem-morcego/batman-01/' title='Batman'><img width="150" height="228" src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/08/Batman-01-150x228.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Batman" title="Batman" /></a>
<a href='http://www.zineacesso.com/2010/08/16/as-vindouras-mudancas-do-homem-morcego/batman-02/' title='Batman 02'><img width="150" height="218" src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/08/Batman-02-150x218.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Batman 02" title="Batman 02" /></a>
<a href='http://www.zineacesso.com/2010/08/16/as-vindouras-mudancas-do-homem-morcego/thumb_batman212/' title='thumb_batman212'><img width="70" height="70" src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/08/thumb_batman212.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="thumb_batman212" title="thumb_batman212" /></a>

<p>Fonte: <a href="http://www.omelete.com.br/">Omelete</a></p>
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		<title>Na semana do Rock, conheça a banda República!</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 17:29:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>F. Camatari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[banda]]></category>
		<category><![CDATA[dia do rock]]></category>
		<category><![CDATA[mp3]]></category>
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		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana que comemoramos o Dia do Rock (coincidentemente na mesma semana do Dia do Homem, que poderia ser também a semana do Dia da Cerveja, e por aí vai&#8230;) apresentamos a vocês a Banda República! Formada em 1991, em São Paulo, a banda tem em sua formação atual Luiz Fernando Vieira, Jorge Marinhas, Marco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/07/3425155068_cb2467c481-e1279301114869.jpg" alt="" title="3425155068_cb2467c481" width="288" height="192" class="aligncenter size-full wp-image-3848" />Na semana que comemoramos o Dia do Rock (coincidentemente na mesma semana do Dia do Homem, que poderia ser também a semana do Dia da Cerveja, e por aí vai&#8230;) apresentamos a vocês a Banda <strong>República</strong>!<br />
<span id="more-3846"></span><br />
Formada em 1991, em São Paulo, a banda tem em sua formação atual Luiz Fernando Vieira, Jorge Marinhas, Marco Vieira e Guto Marinho e  já se apresentou em diversas cidades do Brasil: Planeta Atlântida, Festival de Verão de Salvador, São Paulo Moto Festival… </p>
<p>Os publicitários levam a banda como um “hobbie sério” e, além de tocar, produziram o próprio CD. Quer dizer, República não é mais uma banda dessa nova safra de pretenso rock nacional, não.</p>
<p>Em suas principais influências, Metallica, Led Zeppelin, Deep Purple, AC/DC, Black Sabbath e os nacionais Ira!, Paralamas do Sucesso, Titãs e Ultraje à Rigor, que tornam República um mix entre várias fases do rock. </p>
<p>Nas palavras da banda, um “hard rock contemporâneo com um pouquinho de grunge”, sempre deixando claro que, com o excesso de influências que sofremos hoje em dia, fica difícil caracterizá-los com apenas um estilo.</p>
<p>A banda República lançou seu segundo CD: &#8220;There´s No Fucking Electronic Modern Loop&#8221; com o primeiro clipe We Don’t Need a 303. É mais uma homenagem ao rock n&#8217;roll no seu formato mais sedutor: pesado, cru e direto. Produzido por Luiz Fernando Vieira e Jorge Marinhas, o álbum conta com 14 músicas compostas pela banda e é o resultado de 5 anos de muita dedicação e determinação de todos.</p>
<p>Dá pra <a href="http://twitter.com/bandarepublica">seguir República no twitter</a>, vasculhar <a href="http://www.youtube.com/user/Republicabrasil">vídeos de shows do Republica no Youtube </a>e ainda ouvir mais no <a href="http://bit.ly/bX1PDM">Myspace Oficial da banda</a>.</p>
<p><img alt="" src="http://almanaquedobem.com/wp-content/uploads/2009/10/publieditorial.png" title="publi" class="alignnone" width="400" height="50" /></p>
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		<title>MusiQuiz &#8211; Descubra de qual comercial é a música</title>
		<link>http://www.zineacesso.com/2010/06/30/musiquiz-descubra-de-qual-comercial-e-a-musica/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jun 2010 13:19:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Leandertal</dc:creator>
				<category><![CDATA[Divirta-se]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>

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		<description><![CDATA[Certamente todos nós tenhos gravadas na memória algumas músicas inesquecíveis de comerciais. São aqueles Jingles que grudam e não largam de jeito nenhum, e quando menos esperamos estamos ali cantarolando, as vezes sem saber a qual produto ela se referia, mas quase sempre elas nos fazem lembrar exatamente qual era a propaganda e isso mostra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/06/logo_musiquiz.jpg" alt="" title="logo_musiquiz" width="280" height="118" class="alignleft size-full wp-image-3834" />Certamente todos nós tenhos  gravadas na memória algumas músicas inesquecíveis de comerciais. São aqueles <em>Jingles</em> que grudam e não largam de jeito nenhum, e quando menos esperamos estamos ali cantarolando, as vezes sem saber a qual produto ela se referia, mas quase sempre elas nos fazem lembrar exatamente qual era a propaganda e isso mostra que o anunciante atingiu seu objetivo, associando uma música à marca de forma definitiva. <span id="more-3826"></span></p>
<p>Aproveitando isso o Zine Acesso criou um <strong>MusiQuiz</strong> para testar sua memória e descobrir o quanto você lembra dessas musicas de comerciais e se consegue associar o <em>jingle</em> à marca ou produto anunciado. Faça já o teste, aceite nosso desafio, aperte o play e mãos (e ouvidos) a obra!</p>
<p><font color="red"><strong>UPDATE:</strong></font> Alguns defeitos apresentados na primeira versão do game foram corrigidos, se encontrarem mais algum deixem um comentário.</p>
<div align="center"><object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,29,0" width="600" height="730"><param name="movie" value="http://www.zineacesso.com/quiz/musiquiz/comerciais.swf"><param name="quality" value="high"><embed src="http://www.zineacesso.com/quiz/musiquiz/comerciais.swf" quality="high" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" width="600" height="730"></embed></object></div>
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		<title>LOST acabou&#8230; e a vida continua!</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jun 2010 03:14:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>F. Camatari</dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[final]]></category>
		<category><![CDATA[lost]]></category>
		<category><![CDATA[sexta temporada]]></category>

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		<description><![CDATA[Por 6 anos Lost frequentou minha TV (ou meu PC&#8230;) e agora, acabou. Particularmente vou sentir o vácuo deixado pela série, não pelos 40 minutos de cada episódio, mas pelas horas de divagações com minha esposa e amigos. Ninguém aqui no Zine Acesso é fã xiita, ou talifã a ponto de achar que o mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/06/Eyes-JackPilot-280x154.jpg" alt="" title="Eyes-JackPilot" width="280" height="154" class="aligncenter size-medium wp-image-3823" />Por 6 anos <strong>Lost</strong> frequentou minha TV (ou meu PC&#8230;) e agora, acabou. Particularmente vou sentir o vácuo deixado pela série, não pelos 40 minutos de cada episódio, mas pelas horas de divagações com minha esposa e amigos. Ninguém aqui no Zine Acesso é <em>fã xiita</em>, ou <em>talifã</em> a ponto de achar que o mundo acabou junto ao último capítulo da série.<br />
Lost acabou, mas a vida continua.</p>
<p>Se você continuar a partir daqui, pode encontrar alguns spoilers. Ah, azar&#8230;<br />
<span id="more-3820"></span><br />
Particularmente encaro Lost de duas formas: um arco de histórias em quadrinhos contado como numa grande saga, ou como um filme que paramos de tempos em tempos para buscar pipoca. É um marco na cultura nerd, que revolucionou os meios de divulgação de uma série multimídia, afinal, lembro bem de uma revista SuperInteressante onde Lost foi capa e o assunto era justamente quão difusa foi a campanha viral de divulgação: internet, revistas, TV&#8230;</p>
<p>Como toda grande empreitada de sucesso, em algum momento a fama e o $ falam mais alto. Assim divido a série em 3 momentos:</p>
<p><strong>1º e 2º anos. </strong>A história é introduzida. Todos discutiam quão bizarra era a frequencia dos malditos números em série&#8230; números para salvar o mundo? expoentes de uma equação catastrófica? para onde foram? E o Projeto Dharma! Escotilhas, treinamentos, teorias, ciência, ursos polares na selva, um monstro de fumaça&#8230; Os melhores anos da série, responsáveis por arrebanhar os fãs.</p>
<p><strong>3º e 4º anos.</strong> Sucesso subiu demais, a audiência vitimou o roteiro. Peruas kombi com cerveja velha, histórias pararelas sem profundidade como as anteriores tentando dar a maior relevância possível a todos personagens antes descartáveis. MAS&#8230; a luz de alerta (e a crítica) devolveu a série aos trilhos, mas o mal já fora feito e muitas pontas fatalmente ficariam abertas.</p>
<p><strong>5º e 6º anos.</strong> Viagens no tempo, ciência volta com tudo a série. Mitologia atemporal, misticismo, quase xamanismo. Bem contra o mal, certo e errado, luz e escuridão (ou fumaça). E todo o cenário Dharma foi-se. O que vale agora é manipulação e não estamos falando de Ben Linus (a maior revelação e um dos melhores personagens que já vi), afinal alguém se lembra de como se infiltrou aos sobreviventes? Muitas respostas foram dadas, outras ficaram abertas propositadamente para prolongar a discussão mesmo depois de seu final.</p>
<p>Ah, o final de Lost.</p>
<p>Adequado. Contado desde o primeiro episódio do sexto ano, só foi evidenciado ao seu final. Tudo estava ali, acontecendo em nossa frente o tempo todo. Como não achar bem escrito algo do tipo? E cada um no seu quadrado.</p>
<p>As teorias de que &#8220;todos morreram na queda do avião&#8221;, &#8220;purgatório&#8221;, céu e inferno&#8221;, foram aproveitadas. E da melhor forma possível. A igreja &#8220;ecumênica&#8221;, reunindo todos os símbolos religiosos. Perfeito e adequado. Termina exatamente no mesmo ponto que começou.</p>
<p>Ok, que venham agora as críticas&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Novidades sobre Pro Evolution Soccer 2011</title>
		<link>http://www.zineacesso.com/2010/05/05/novidades-sobre-pro-evolution-soccer-2011/</link>
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		<pubDate>Wed, 05 May 2010 18:40:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Miranda</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje navegando pelo excelente blog da Revista Arkade me deparei com uma notícia deveras interessante para todos aqueles que adoram futebol. A Konami anunciou oficialmente a nova versão de Pro Evolution Soccer, o melhor game de futebol de todos os tempos (ou não). Entre as diversas melhorias anunciadas, mas que nem sempre são realmente implementadas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/05/pes2011-280x154.jpg" alt="" title="pes2011" width="280" height="154" class="alignleft size-medium wp-image-3816" style="margin: 5px" />Hoje navegando pelo excelente <a href="http://www.arkade.com.br/">blog da Revista Arkade</a> me deparei com uma notícia deveras interessante para todos aqueles que adoram futebol. A Konami anunciou oficialmente a nova versão de <strong>Pro Evolution Soccer</strong>, o melhor game de futebol de todos os tempos (ou não). <span id="more-3815"></span></p>
<p>Entre as diversas melhorias anunciadas, mas que nem sempre são realmente implementadas, o que mais me chamou a atenção foi a inclusão da <strong>Copa Libertadores da América</strong>, além é claro das tradicionais <strong>UEFA Champions League</strong> e <strong>Europa League</strong>.</p>
<p>Isso nos leva a crer que grandes clubes brasileiros estarão presentes nesta edição, muito provalvemente <strong>Corinthians</strong>, <strong>Flamengo</strong>, <strong>Internacional</strong>, <strong>São Paulo</strong> e <strong>Cruzeiro</strong>, que participam da edição deste ano da competição sulamericana.</p>
<p>O jogo tem lançamento previsto para o final do ano para as plataformas PS3, Xbox 360, Wii, PS2, PSP e PC.</p>
<p>Veja mais detalhes no <a href="http://www.arkade.com.br/index.php/noticias/pro-evolution-soccer-2011-e-anunciado/">post da revista Arkade</a>.</p>
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		<title>A História dos Videogames &#8211; Parte 18</title>
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		<pubDate>Tue, 04 May 2010 13:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Willian Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[game boy]]></category>
		<category><![CDATA[game boy advance]]></category>
		<category><![CDATA[gba]]></category>
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		<description><![CDATA[A Nintendo e seus portáteis E aí, recuperaram o fôlego após a enormidade de informações das últimas quatro partes? Só para lembrar, já deixamos para trás também a geração dos consoles de 128 bits (SEGA Dreamcast, Sony PlayStation 2, Microsoft Xbox e Nintendo GameCube), e estamos rumando ao final, para falarmos dos videogames da atual [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/05/GameBoyAdvance-logo-280x52.jpg" alt="GameBoyAdvance-logo" title="GameBoyAdvance-logo" width="280" height="52" class="alignleft size-medium wp-image-3805" style="margin: 5px" /></p>
<p><strong>A Nintendo e seus portáteis</strong></p>
<p>E aí, recuperaram o fôlego após a enormidade de informações das últimas quatro partes? Só para lembrar, já deixamos para trás também a geração dos consoles de 128 bits (SEGA Dreamcast, Sony PlayStation 2, Microsoft Xbox e Nintendo GameCube), e estamos rumando ao final, para falarmos dos videogames da atual geração. Mas antes disso, ainda há tempo para uma pequena parada onde iremos tratar novamente dos consoles portáteis; recordam-se há muitos posts atrás, <a href="http://www.zineacesso.com/2008/01/07/a-historia-dos-videogames-parte-8/">em nossa 8ª parte</a>, quando comentamos do Game Boy? Pois então, houve descendentes daquele pequeno aparelho, e é deles que falaremos agora! Preparados? Então vamos lá!  <span id="more-3804"></span></p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/05/nintendo-game-boy-advance-500x375.jpg" alt="nintendo-game-boy-advance" title="nintendo-game-boy-advance" width="500" height="375" class="alignnone size-large wp-image-3806" /></div>
<p>Estamos agora em 2001, e enquanto a guerra dos “grandões” esquenta cada vez mais, um protótipo denominado <em>Projeto Atlantis</em> corria paralelo a esta briga, em pleno desenvolvimento pela Nintendo. E no dia 21 de março do mesmo ano, os japoneses eram então apresentados ao sucessor do Game Boy Color, o <strong>Game Boy Advance</strong>! Não tardou muito e os norte-americanos, bem como o restante do mundo, conheceram-no também.</p>
<p>E foi inegável que a Nintendo fora esperta com este novo portátil. A empresa julgou que quem era fã do Game Boy, não o era porque procurava jogos cada vez mais avançados e deslumbrantes graficamente, para isso este gamer compraria um console de mesa. Não, quem era fã do Game Boy gostava dele essencialmente pela finalidade para a qual ele fora desenvolvido anos atrás: a possibilidade de jogar e se divertir em qualquer lugar, por mais simples que fosse o jogo. Sendo assim, o novo portátil foi criado para ter total compatibilidade com os jogos das versões anteriores. Com isso, poder-se-ia desfrutar de toda uma coleção de jogos já existentes em uma máquina mais moderna, ao mesmo tempo em que surgiriam os novos títulos.</p>
<p>É claro que por apresentar esta retrocompatibilidade o novo portátil teve que ter incorporado a si diversos aspectos já ultrapassados em seu hardware, o que o encareceu e o limitou basicamente a apresentar jogos em 2-D, mas isso não incomodou nem um pouco os usuários.</p>
<p>Provando que os jogos em duas dimensões ainda tinham seu espaço e uma enorme legião de fãs, os títulos desenvolvidos para o sistema foram, em geral, ótimos, e aumentavam cada vez mais as vendas do simpático Game Boy Advance: a Konami, com sua franquia <em>Castlevania</em>, lançou vários jogos aproveitando a dinâmica de exploração contínua utilizada em <em>Symphony of the Night</em>, como <em>Aria of Sorrow</em>, <em>Circle of the Moon</em> e <em>Harmony of Dissonance</em>. O mesmo fez a Capcom com a franquia <em>Megaman</em>, com <em>Battle Network</em> e <em>Megaman Zero</em>. E isso só para citar algumas desenvolvedoras, incluindo como sempre a própria Nintendo, que também tinha seus títulos como <em>The Legend of Zelda – The Minish Cap</em>, <em>Metroid Fusion</em>, <em>Metroid Zero Mission</em> e, é claro, <em>Pokémon</em>, com suas <em>Ruby Version</em>, <em>Yellow Version</em>, etc.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/05/Pokémon-Ruby-500x330.jpg" alt="Pokémon-Ruby" title="Pokémon-Ruby" width="500" height="330" class="alignnone size-large wp-image-3807" /></div>
<p>Seus acessórios também eram interessantes, e dentre os mais famosos destacaram-se o já citado <strong>Game Boy Player</strong>, que permitia interface com o GameCube, além do <strong>GBA Link</strong> e <strong>GBA Wireless Adapter</strong>, que conectavam mais de um Game Boy Advance entre si para jogatina <em>multiplayer</em>.</p>
<p>E conforme o tempo passou, dando ouvidos a alguns aprimoramentos que os usuários apontavam como necessidade, a Nintendo aprimorou seu portátil, lançando no final de 2003 o <strong>Game Boy Advance SP</strong>. Com aproximadamente metade do tamanho do Game Boy Advance original, a versão SP contava com luz interna frontal para se jogar no escuro, uma bateria recarregável e frente dobrável. Isso agradou muitíssimo aos fãs, mas a empresa julgou que ainda podia mais, e em 2005 atualizou novamente seu portátil com o lançamento do <strong>Game Boy Micro</strong>, que apesar de retornar ao sentido horizontal para se jogar, tornou o console ainda menor e mais leve. Infelizmente este último não apresentava retrocompatibilidade com o Game Boy original.</p>
<div align="center" style="margin: 10px"><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/05/gbaSP-500x302.jpg" alt="gbaSP" title="gbaSP" width="500" height="302" class="alignnone size-large wp-image-3808" /><br />Game Boy Advnce SP</div>
<p>Aqui no Brasil o novo portátil chegou a ser lançado pela Gradiente também, mas com o fim do contrato entre a empresa brasileira e a Nintendo em 2003, mais uma vez só se pôde adquirir produtos originais via importação, cuja distribuição oficial ficou a cargo da Latamel, que possui os direitos para a realização deste serviço em toda a América Latina.</p>
<p><em>Na próxima parte, os portáteis mostram que podem brigar como gente grande: mais uma vez alguém vai querer disputar este mercado com a Nintendo, e não é uma qualquer, é a poderosa Sony e sua Família PlayStation! Até lá então!</em></p>
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		<title>Homem de Ferro 2! Cena pós créditos cai na web!</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 22:11:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>F. Camatari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[2]]></category>
		<category><![CDATA[cena final]]></category>
		<category><![CDATA[download]]></category>
		<category><![CDATA[homem de ferro]]></category>
		<category><![CDATA[iron man]]></category>
		<category><![CDATA[link]]></category>

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		<description><![CDATA[Sim! Depois de ler dúzias de resenhas, spots e spoilers sobre Iron Man 2, vem a cereja do bolo pré-estreia: cai na web uma cena pós créditos finais! A ansiedade toma conta da população nerd e provoca um surto de úlceras nos fãs do bom e velho divertimento cinematográfico &#8211; estreia nesta sexta-feira Homem de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/04/ironman2.jpg" alt="ironman2" title="ironman2" width="288" height="360" class="aligncenter size-full wp-image-3801" />Sim! Depois de ler dúzias de resenhas, spots e spoilers sobre <strong>Iron Man 2</strong>, vem a cereja do bolo pré-estreia: cai na web uma cena pós créditos finais!</p>
<p>A ansiedade toma conta da população <em>nerd</em> e provoca um surto de úlceras nos fãs do bom e velho divertimento cinematográfico &#8211; estreia nesta sexta-feira <strong>Homem de Ferro 2</strong>, um dos filmes mais aguardados do ano!<br />
<span id="more-3800"></span><br />
Se o primeiro filme já garantiu lugar de destaque para a Marvel em Hollywood, a sequência promete fugir a regra blockbuster de &#8220;piorar&#8221; as coisas na segunda versão. Fique de olho pois vamos soltar uma crítica e resenha totalmente passionais e parciais sobre o filme no próximo final de semana! </p>
<p>Como não poderia faltar, soubemos da existência de uma cena final após os créditos. Portanto NÃO SAIA DA SALA DE PROJEÇÃO até alguém vier te varrer para fora! Mas se você não tiver a sorte ou esquecer, encontramos o <strong>link para download da cena final de Iron Man 2</strong>, afinal, trata-se de mais um marco histórico para instigar ainda mais o cortex cerebral nerd-fã: <strong>Mjolnir, o martelo de THOR</strong>! Se você não curte spoiler, azar, o título do post já era óbvio! O gancho perfeito para introduzir o próximo filme da Marvel. E muito bem feito, afinal mostra o martelo em seu formato tradicional (e mais legal, diga-se) e onde foi encontrado&#8230;</p>
<p>Por sua conta e risco, <a href="http://slumz.boxden.com/f218/iron-man-2-end-credits-scene-spoilers-discuss-1366255/" target="_blank"><strong>clique AQUI</strong></a> para acessar a cena final (antes que seja retirada, claro).</p>
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		<title>Resenha: O Livro de Eli</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 20:14:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>F. Camatari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[biblia]]></category>
		<category><![CDATA[crítica]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[Livro de ELi]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>

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		<description><![CDATA[Faz tempo, aliás um bom tempo, que não assisto a um filme deste quilate. Sabe aquela sensação ao final, que te faz revisar novamente a história do começou ao fim para ligar os pontos? Assim que descrevo &#8220;O Livro de Eli&#8221;. O filme tem todos os pré-requisitos para se tornar cult, resta saber se o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/03/book_of_eli_2010.jpg" alt="book_of_eli_2010" title="book_of_eli_2010" width="288" height="426" class="aligncenter size-full wp-image-3795" />Faz tempo, aliás um bom tempo, que não assisto a um filme deste quilate. Sabe aquela sensação ao final, que te faz revisar novamente a história do começou ao fim para ligar os pontos? Assim que descrevo &#8220;O Livro de Eli&#8221;.<br />
<span id="more-3794"></span><br />
O filme tem todos os pré-requisitos para se tornar <em>cult</em>, resta saber se o público irá torná-lo um, pois por melhor que seja e por mais potencial que exista, é o público que manda. Pois bem, vamos a história.</p>
<p>Estamos num futuro pós apocalíptico onde a Terra fora devastada e restam poucos por aí para contar história. Ok, até aí existem dúzias de filmes com esse enredo, de <strong>Mad Max</strong> a <strong>Matrix</strong>. E o que torna o Livro de Eli diferente? Várias coisas.</p>
<p>Primeiro temos <strong>Denzel Washington</strong>. Competente como sempre, é um dos poucos atores que faz da coreografia da luta, uma dança sem parecer circense. Poderia ser um <em>Batman Ano Um</em> se lutasse às sombras e tivesse um cinto de utilidades e mascara com orelhas pontudas.</p>
<p>O bom e velho Denzel, no papel de Eli, está perambulando há <em>30 invernos</em>, vendo dia após dia desolação e anarquia. O cenário por onde passa mostra a devastação possivelmente causada por uma guerra. Não existem meios de comunicação, locomoção precária, canibalismos e água potável vale ouro. Aliás, não existe moeda. Voltamos ao tempo do escambo (não sabe o que é escambo? fugiu da escola?) e para conseguir algo, só na base da troca. Qualquer coisa pode ter seu valor.</p>
<p>Porém ao encontrar um vilarejo ao melhor estilo &#8220;velho oeste&#8221;, Eli descobre algo que possui algo muito valioso: <strong>um livro</strong>. Pausa para breve análise: poucas pessoas sabem ler neste futuro, afinal são 30 anos pós devastação e já existe um geração rodando por aí. Portanto para aqueles que sobreviveram ao holocausto e continuam vivos após este tempo todo, a leitura é algo poderoso.</p>
<p>Na vila &#8220;faroeste bandido&#8221; encontramos os elementos principais do <em>western</em>: terra de ninguém, um bando de brigões, um boteco sujo e alguém que faça sua própria lei, no caso, Carnegie (Gary <em>&#8220;Com. Gordon&#8221;</em> Oldman). O chefão do pedaço está em busca de algo muito valioso e que dará muito poder ao seu detentor: um livro. <strong>Ah-rá!</strong></p>
<p>Daí é só juntar 2+2 pare entender o que vem a seguir, correto? Não. O livro que Eli carrega não é um simples exemplar de <em>Readers Digest</em>. É algo muito mais poderoso. Ele traz consigo a última edição da <strong>Bíblia Sagrada</strong>.</p>
<p>Este é ponto que faz a maior diferença dentre qualquer outro filme do gênero. A história não se preocupa em contar o que se passou até ali. O importante é como será o futuro. Você se encarrega de presumir o resto. <em>Bang!</em></p>
<p>Tratar a Bíblia Sagrada como objeto de poder pode não ser o melhor foco, mas sim o uso de sua palavra. Existem os críticos radicais que podem apontar como influenciador ou tendencioso, mas o certo é que se trocarmos por outra escritura sagrada importante, como o <strong>Alcorão</strong>, o efeito é o mesmo.</p>
<p>Dentre as várias referências históricas que são possíveis de se detectar, uma delas me chamou a atenção. A Bíblia foi o primeiro livro impresso por <strong>Gutemberg</strong>. Sabendo disso, preste atenção ao final do filme.</p>
<p>Eu indico.</p>
<blockquote><p><strong>The Book of Eli &#8211; O Livro de Eli</strong><br />
EUA , 2010 &#8211; 118 minutos<br />
Ação / Aventura / Ficção científica</p>
<p>Direção: Allen Hughes e Albert Hughes</p>
<p>Roteiro: Gary Whitta</p>
<p>Elenco: Denzel Washington, Gary Oldman, Mila Kunis, Ray Stevenson, Jennifer Beals, Evan Jones, Joe Pingue, Frances de la Tour, Michael Gambon </p></blockquote>
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		<title>RIP Dick Giordano 1932-2010</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Mar 2010 19:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>F. Camatari</dc:creator>
				<category><![CDATA[Quadrinhos]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[dick giordano]]></category>
		<category><![CDATA[rip]]></category>

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		<description><![CDATA[Nota triste para quem curte quadrinhos e é das antigas: morreu hoje Dick Giordano, desenhista e arte-finalista de primeira grandeza. Dick Giordano faleceu aos 77 anos. Além de competente artista, era ótimo editor, atual inicialmente na Charlton Comics, posteriormente passando a DC Comics. Não fosse por ele, não teríamos Watchmen, por exemplo, afinal ele deu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/03/dickbooklg.jpg" alt="dickbooklg" title="dickbooklg" width="288" height="376" class="aligncenter size-full wp-image-3787" />Nota triste para quem curte quadrinhos e é das antigas: morreu hoje <strong>Dick Giordano</strong>, desenhista e arte-finalista de primeira grandeza.<br />
<span id="more-3786"></span><br />
<strong>Dick Giordano</strong> faleceu aos 77 anos. Além de competente artista, era ótimo editor, atual inicialmente na  Charlton Comics, posteriormente passando a  <strong>DC Comics</strong>. Não fosse por ele, não teríamos Watchmen, por exemplo, afinal ele deu o ponta pé inicial no selo <strong>Vertigo</strong>. </p>
<p>Possui um estilo limpo e clássico. Nada de rabiscos, arte abstrata ou exageros. Desenhava heróis com perfeita definição anatômica. Se era para parecer forte, seria forte proporcionalmente. Se era para ser bela, seria atraente sem ser dotada de 1,80m de pernas e 0,30m de corpo, com hiperlordose de 90°.</p>
<p>Artista da Era de Bronze dos quadrinhos, foi mentor de feras como Terry Austin e Bob Layton. Fez parcerias históricas com <strong>Neal Adams</strong> ajudando a criar a versão definitiva de <strong>Batman</strong> como o conhecemos hoje.</p>
<p>Ganhou prêmios como Melhor Editor (Prêmio Alley &#8211; 1969) e Melhor Arte-finalista (Prêmio Shazam &#8211; Divisão dramática) em 1970,1971,1973, e 1974.</p>
<p>Estão em seu currículo Batman, Mulher Maravilha, Lanterna Verde e Arqueiro Verde, como podemos na edição histórica abaixo, a primeira a tratar do problema das drogas de forma aberta e ilustrada.</p>
<p><img src="http://www.zineacesso.com/wp-content/uploads/2010/03/lvnealadams2.jpg" alt="lvnealadams2" title="lvnealadams2" width="400" height="600" class="aligncenter size-full wp-image-3788" /></p>
<p>Por causa de caras como este, que faziam arte como poucos, é que os quadrinhos entraram para minha vida.</p>
<p>Descanse em paz, <em>Sir</em>.</p>
<p>Conheça mais sobre seu trabalho em <a href="http://www.dickgiordano.com/">http://www.dickgiordano.com/</a></p>
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